Arquivos mensais: abril 2014
Os constantes apagões na Facape.
De algum tempo pra cá os alunos da Facape tem se deparado, constantemente, com apagões elétricos repentinos, principalmente no bloco do curso de Direito, xodó da atual direção que conclama aos quatro ventos ser este curso o mais importante da instituição, por isso, o de mensalidade mais cara, e aquele onde as salas de aulas são mais confortáveis e melhor refrigeradas.
Entretanto, o que se tem visto é, na visão de muitos alunos, um descaso por parte da direção da faculdade com relação às providências mais simples e corriqueiras de uma empresa como manter em bom estado de funcionamento a estrutura básica relativa aos itens essenciais, tais como fornecimento de água e luz regular e material de expediente suficiente para que se possa prestar um bom serviço.
Ao invés disso, o que se vê é uma administração conduzida pela falta de transparência. Uma gestão que alega, a todo tempo, a péssima situação financeira da instituição, porém se esquiva de apontar os motivos e os responsáveis por desmantelarem as finanças de um empreendimento que até dois anos atrás o atual presidente se vangloriava de ter equilibrado as contas, ou seja, de gozar a instituição de perfeita estabilidade financeira, mas que agora, precisa aumentar mais e mais as mensalidades porque funciona no limiar da insolvência.
Então, diante da visível incapacidade da direção se explicar ou solucionar os frequentes problemas elétricos, professores, num gesto de autoritarismo e de desrespeito, sob a anuência da coordenação do curso de Direito, tenta obrigar os alunos a permanecerem em salas sem refrigeração, fazendo prova à luz de celulares.
Pois, somente no dia de ontem, 25/04, pela manhã e à noite, metade das turmas de Direito foram remanejadas para o bloco de Ciências Contábeis devido a pane elétrica que inviabilizou a utilização de salas no bloco de Direito, curso, cuja mensalidade é a mais cara em virtude dos “privilégios” que tem.
Talvez, fosse mais sincero da parte da direção usar como desculpa para aumentar as mensalidades, em vez da cantilena falsa de que vai melhorar o salário do professor, a necessidade de mais dinheiro para construir uma nova Central de Energia, já que a recém-construída não atende a necessidade da faculdade.
Por: Adão Lima de Souza
Mataram o nosso Saddan Hussein: Comissão da Verdade quer que a PF investigue morte de Paulo Malhães
A Comissão Nacional da Verdade (CNV) pediu que a Polícia Federal investigue a morte do coronel da reserva Paulo Malhães. O coronel foi encontrado morto em sua residência na Baixada Fluminense com sinais de asfixia nesta sexta-feira (25).
Por meio de nota, a CNV informou que seu coordenador, Pedro Dallari telefonou para o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, no início da tarde desta sexta. Por meio de sua assessoria de imprensa, o Ministério da Justiça afirmou que Cardozo colocou a PF “à disposição” para ajudar a polícia do Rio na investigação..
Para o colegiado, é necessário apurar com “rigor e celeridade” a eventual relação entre o crime e as declarações feitas por Malhães à Comissão Nacional da Verdade e à do Rio de Janeiro, além das entrevistas à imprensa.
Paulo Malhães deu depoimentos à Comissão Nacional da Verdade, no dia 25 de março, e à do Rio de Janeiro no último dia 21 de março, e admitiu ter participado de mortes, torturas e de desaparecimentos durante a ditadura militar. À Comissão fluminense, o coronel da reserva assumiu, inclusive, ter participado de operação para ocultar o corpo do ex-deputado Rubens Paiva.
O pedido de Dallari para que a Polícia Federal acompanhe as investigações conduzidas pela Polícia Civil do Rio de Janeiro, é justificável porque a situação “envolve uma investigação conduzida pela CNV, que é órgão federal”.
Fonte: Jornal O Globo.
Alunos da Facape protestam contra reajuste e prometem boicotar pagamento de mensalidades
Os estudantes da Faculdade de Ciências Sociais e Aplicadas de Petrolina (Facape) já estão se mobilizando para tentar barrar o aumento das mensalidades anunciado na última semana. Os alunos não aceitam o reajuste de 6,7% das mensalidades e soltaram uma nota de repúdio acompanhado de abaixo-assinado que já circula nos corredores da autarquia.
Além do abaixo-assinado, os estudantes também prometem boicotar o pagamento das mensalidades para tentar impedir o novo reajuste. “Este é mais um aumento que é feito com a desculpa de levar melhorias para a faculdade, mas estas melhorias nunca chegam. A facape inclusive está fazendo uma chantagem dizendo que só aumenta salário dos professores se também aumentar a mensalidade, isso tudo para forçar os professores a apoiar este aumento”, disse o presidente do Diretório Central dos Estudantes (DCE), Adonjones Fernandes.
Segundo o DCE, o novo reajuste eleva as mensalidades para R$ 532 e R$ 630 (para quem pagar sete disciplinas). Segundo o estudante Adão Lima de Souza, o valor é incompatível com a situação financeira de estudantes de classe média.
“Estão tentando fazer com que a Facape volte a ser uma faculdade de elite como era antigamente. Hoje temos vários estudantes que se esforçam e conseguem pagar seus estudos, mas ao que parece a intenção da Faculdade é limitar o estudo à elite, porque com um valor deste não é todo mundo que pode pagar”, justificou Adão.
Sem transparência
Outra queixa dos estudantes é com relação a falta de transparência nas contas da autarquia, tanto que o próprio presidente do DCE, já afirmou que só negociará com a faculdade depois que houver uma prestação de contas.
“Em 2013 a Facape teve uma arrecadação recorde de R$ 28 milhões foi assinado um Termo de Ajuste de Conduta onde a faculdade se comprometeu a implementar várias melhorias que nunca aconteceram. Então não podemos aceitar mais uma vez este absurdo. Só sentaremos para negociar depois que houver uma auditoria para prestar contas”, disse Adonjones.
Segundo o DCE, a nova mensalidade será cobrada a partir de julho de 2014. O Blog entrou em contato com a assessoria de comunicação da Facape que garantiu que, em breve, se pronunciará sobre o assunto.
Publicado no blog do Carlos Britto.
CONSELHO DE ANCIÃOS
A eleição direta para a presidência da República foi interrompida em 1960, voltando somente em 1989, portanto, 29 anos depois. O golpe militar de 1964 foi o responsável pela suspensão da democracia no país. Os partidos, sindicatos, enfim o povo uniu para reclamar a volta da legalidade, e a Emenda Constitucional Dante de Oliveira foi o prenúncio para as eleições diretas estatuídas na Constituição de 1988.
Veio então a escolha pelo povo de todos os ocupantes dos cargos políticos dos Poderes Executivo e Legislativo, contemplando ainda a eleição direta para Juiz de Paz que não era prevista anteriormente; cresceu os aderentes da democracia e as diretoria de escolas públicas, do Ministério Público, da Defensoria Pública, dos sindicatos, das associações de classe, dos condomínios, todos esses e muitos outros órgãos passaram a exigir a manifestação de todo o povo ou de toda a classe para a escolha dos seus líderes.
O Judiciário preferiu continuar como estava na ditadura e a escolha de seus gestores continua de forma esdrúxula que não é direta nem indireta, tamanha é a ingerência do sistema no resultado.
Há de se perguntar: se a democracia é indispensável para a administração do patrimônio humano e material do Executivo e do Legislativo, porque dispensá-la no Judiciário? Por que todas as instituições escolhem seus administradores por eleição direta e secreta e apenas o Judiciário se encastela em uma torre de marfim, resistindo à eleição direta no seio interno da instituição? Se é delegada ao Judiciário a apuração de votos para eleição dos membros dos outro poderes, porque foge da escolha democrática na sua própria casa?
Lamentavelmente, só o Judiciário continua no contraponto da história. Nem se pode classificar as eleições dos tribunais como indiretas, pois, essa “eleição” presta-se mais para apontar um dos três nomes do “Conselho de Anciãos” que se exige para compor a mesa diretora. Está grantido o mandato de um deles para presidente, o outro vice-presidente e o último, corregedor.
Recentemente, grande parte dos tribunais escolheram seus gestores e São Paulo, com mais de 2.500 magistrados, teve a participação de somente 360 desembargadores, o que representa aproximadamente 15% do total de magistrados do Estado, aptos para votar; destes menos de 1%, apenas 3, mesmo assim membros do “Conselho de Anciãos” puderam disputar o comando do maior Tribunal do país.
O STF insiste em interpretar, de forma restrita e literal, a Lei Orgânica da Magistratura, gerada em pleno período ditatorial, 1979; não se adequou à reforma de 2004, Emenda 45, que fixou o preenchimento das vagas do órgão especial dos tribunais não somente pelo critério etário, como se vinha procedendo, mas com a indicação da metade por eleição, sinalizando assim a redução do impacto da lei ditatorial. As mudanças sociais, os novos tempos, os princípios democráticos da Constituição Cidadã não servem de elemento de convicção para os ministros, que mantém a compreensão antiquada, fria e desvestida da realidade social: eleição indireta.
Aliás, um ministro, recentemente aposentado, declarou que a eleição direta abre “…o caminho para o sectarismo.”
O caminho trilhado pelo STF demonstra o apego à tradição, possibilitando o chamamento para dirigir a quem está prestes de sair, como se fosse um prêmio de consolação.
A situação pode provocar o contrassenso da necessidade de duas eleições em dois anos; o fato ocorreu recentemente no Supremo Tribunal Federal e acontece com muita frequência nos tribunais do país, porque o eleito, o mais antigo, deve deixar o cargo seis meses, um ano depois, diante da compulsória; o outro mais antigo será chamado, por “eleição”, para complementar o mandato.
Esse magistrado, escolhido para chefiar o Poder, é premiado para exercer uma função que pode não coincidir com sua vocação, gestor, pois toma decisões que afetam todo o universo do Judiciário, mas continua sendo escolhido da forma mais antidemocrática possível.
Já dissemos que não se entende como o juiz, agente público mais próximo da sociedade, incumbido de interpretar e aplicar as leis e a Constituição, de presidir e declarar eleitos os membros dos poderes Executivo e Legislativo como pode submeter-se ao autoritarismo de ser alijado do processo eleitoral para escolha dos dirigentes de sua própria organização?
O magistrado é um homem sério, destacado no meio onde vive e o povo considera-o idôneo, respeitável e inteligente. Não percebem, assim, como essa situação causa desconforto e constrangimento, porque são obrigados a fazer cumprir os princípios democráticos, mas na sua própria classe não se pratica a democracia.
Mas o Judiciário é cheio de incongruências:
É o único poder exercido por representantes não eleitos pelo povo, violando o texto constitucional que assegura:
“Todo o poder emana do povo,…” A advocacia e o Ministério Público são funções essenciais à Justiça, arts. 127 e 133 da Constituição, e na sua originalidade não tem a incumbência de julgar; mas advogados e promotores são essenciais como advogados e promotores como deixar essa essencialidade para integrar outra função essencial, sem submeter aos requisitos exigidos para os magistrados, e desembarcando já na segunda instância. E mais: os advogados e promotores, que integram todos os tribunais, são finalmente escolhidos pelo Executivo e recebem o poder sem voto e sem concurso.
Como entender a formação da Justiça Eleitoral, toda ela servida por magistrados emprestados da Justiça Comum e da Justiça Federal, apesar de prioritários seus serviços, ou seja, na época eleitoral, o juiz convocado deixa suas atribuições originais para solucionar as demandas eleitorais.
Ao completar 50 anos do golpe militar, que interrompeu a democracia no país; 35 anos da lei que cerceia a liberdade no Judiciário, LOMAN; 30 anos da vitoriosa campanha das Diretas Já e 26 anos da Constituição Cidadã, louva-se o movimento dos magistrados pela busca da legalidade.
Camões expressou sobre a mudança:
“Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, muda-se o ser, muda-se a confiança; Todo o mundo é composto de mudanças, tomando sempre novas qualidades”.
Por: Antonio Pessoa Cardoso, desembargador aposentado do TJ/BA. Publicado em Paralela NewsSAÚDE DO BRASIL: Diário de uma internação em um hospital de São Paulo.
EL País acompanha por cinco dias a rotina de uma idosa dentro de uma unidade do Governo paulista e constata pacientes colocados no corredor à espera de uma vaga, enquanto internados aguardam por médicos que só trabalham meio período.
Ainda a odisseia. Leia.
Parte IV – A ACOMODAÇÃO
Apesar dos três seguranças que guardam a entrada desta área, não há muito controle de quem passa por ali. No meio da confusão, uma senhora circula pelos corredores entregando, de maca em maca, um livrinho com propaganda de uma igreja pentecostal e algumas orações. Olha pra mim e, sorrindo, diz:
– Eu nem podia estar aqui, mas errei o caminho e aproveitei. Depois se afasta, calmamente, e continua a tarefa.
Os pacientes psiquiátricos também circulam livremente, inclusive para fora daquele espaço. Questionado posteriormente pela reportagem, o diretor do hospital, Roberto Dantas Queiroz, explica que eles estavam em atendimento clínico, por isso estavam junto aos demais pacientes. Por volta de 20h30, o senhor do bigode espesso, que mais cedo havia sido contido pelos seguranças, acorda e começa a andar, impaciente, de um lado para o outro. Já usa o pijama do hospital e as calças estão sujas de urina.
Puxo papo com o vizinho de maca, o homem de 40 anos com o ombro quebrado que também tem trombose no pé. Ele está internado pela segunda vez em menos de 15 dias para realizar uma biópsia que descobrirá se o osso de seu ombro quebrado partiu tão facilmente por causa de um tumor –na primeira biópsia, conta ele, o material recolhido não foi suficiente para análise.
A essa altura, a impaciência do paciente do bigode espesso passa a ser expressa em palavras. Primeiro, murmúrios quase inaudíveis que em pouquíssimo tempo evoluem para gritos que suplicam, novamente, o atendimento de um psiquiatra.
– Eu já devia estar em casa com a minha mãe, berra ele.
A cena não demora muito para ganhar contornos de um pastelão hospitalar. O paciente que havia “rasgado a Constituição” se aproxima dele com uma bíblia. Com o livro em riste, começa a pregar, em uma espécie de competição de berros:
– Segue Jesus que ele tem poder!
Os três seguranças voltam e se aproximam dos dois. O da bíblia se afasta e abaixa o livro. O de bigode, apesar de contrariado, não resiste e volta para a cama, onde é sedado novamente. As pessoas que haviam saído de suas macas, algumas que tentavam descansar apesar do barulho constante e da luz forte, voltam a dormir.
Sorteio de unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida em Petrolina
PETROLINA – Foi realizado nesta quinta-feira, dia 24, às 15h, na Quadra do SESC (Rua Pacífico da Luz ,618, Centro), o sorteio de unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida, dirigido aos candidatos inscritos no programa.
A seleção e indicação de famílias cadastradas no programa Minha Casa, Minha Vida, dos projetos em execução, Residencial Brasil, 900 unidades, e do Monsenhor Bernardino, 1.444 unidades habitacionais, acrescido de 30% para indicação.
Como disposto no art. 1°. Do decreto de nº 050, de 16 de abril de 2014, será ainda, de acordo com o decreto no art, 2°, destinado três por cento das unidades residenciais de cada conjunto residencial a idosos, e outros 10%, serão para famílias que possuem pessoa deficiente.
A Secretaria extraordinária de Habitação foi a responsável pelo trabalho de inscrição, sorteio, cadastramento e acompanhamento social pré e pós-morar das famílias inscritas no Minha Casa, Minha Vida.
Universidade de Coimbra vai usar Enem para ingresso de brasileiros
Estudantes brasileiros poderão ingressar na Universidade de Coimbra, em Portugal, com a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O exame passa a ser aceito este ano para os candidatos a vagas de graduação. É a primeira vez que uma instituição estrangeira utiliza o Enem como critério de seleção.
A Universidade de Coimbra aceitará os resultados do Enem de 2011, 2012 e 2013 e dispensará os brasileiros dos exames portugueses, que, até o mês passado, eram obrigatórios pela legislação do país. As notas no exame terão pesos diferentes de acordo com o curso ao qual o estudante pretende ingressar. No site da instituição, está uma tabela com os pesos das pontuações.
A Universidade de Coimbra é a instituição portuguesa de ensino superior mais antiga. No ano passado, foi incluída na lista do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Cerca de 23 mil estudantes estão matriculados na instituição. Desses, mais de 2 mil são brasileiros.
O vice-reitor da universidade, Joaquim Ramos de Carvalho, explica que o Enem é o primeiro exame internacional a ser aceito pela instituição como critério de seleção. A universidade deu prioridade pela alta procura de brasileiros. Segundo ele, a instituição estuda aceitar também o Gao Kao, uma espécie de Enem chinês.
“Temos acompanhado a evolução e o sucesso do Enem. Prova disso é o número de universidades brasileiras que aceitam o exame como forma de ingresso. São instituições que respeitamos muito”, diz Carvalho. Ele acrescenta: “O Enem tem qualificações equivalentes [às exigidas pelos os exames portugueses]. Consideramos que podemos aceitar sem necessitar passar por prova”.
Segundo o Ministério da Educação (MEC), o uso do exame pela universidade portuguesa “esta é mais uma prova da consolidação do Enem como critério republicano de acesso ao ensino superior”.
No Brasil, o Enem seleciona estudantes para instituições públicas de ensino superior pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para bolsas em instituições particulares, pelo Programa Universidade para Todos (Prouni). Além disso, é pré-requisito para obter um financiamento pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e para o intercâmbio acadêmico pelo Ciência sem Fronteiras.
Em 2013, mais de 5 milhões de candidatos fizeram o exame. Neste ano, o Enem poderá ser aplicado nos dias 8 e 9 de novembro. O edital ainda não foi divulgado.
Agencia Brasil
Veja as vagas de emprego da Agência do Trabalho para esta sexta-feira (25)
| 1 |
Auxiliar de linha de produção 2534993 |
ENS. MEDIO COMPLETO | |
| 1 |
Açougueiro 2337807 |
6 meses não CTPS | |
| 1 |
Atendente balconista 2485919 |
ENS. MEDIO COMPLETO | 6 meses não CTPS |
| 2 |
Auxiliar de cobrança 2558478 |
ENS. MEDIO COMPLETO | 6 meses não CTPS |
| 1 |
Auxiliar de limpeza 2501539 |
FUNDAMENTAL COMPLETO | 6 meses CTPS |
| 1 |
Auxiliar de mecânico diesel (exceto de veículos automotores) 2543006 |
FUNDAMENTAL INCOMPL | 3 meses CTPS |
| 1 |
Borracheiro 2542952 |
FUNDAMENTAL INCOMPL | 3 meses CTPS |
| 5 |
Carpinteiro 2550102 |
FUNDAMENTAL COMPLETO | ************ |
| 1 |
Costureira de máquinas industriais 2533540 |
6 meses não CTPS | |
| 5 |
Eletricista 2550130 |
FUNDAMENTAL COMPLETO | ************ |
| 1 |
Encanador 2536508 |
FUNDAMENTAL COMPLETO | 6 meses CTPS |
| 5 |
Encanador 2550123 |
FUNDAMENTAL COMPLETO | ************ |
| 1 |
Garçom 2511921 |
ENS. MEDIO COMPLETO | 6 meses CTPS |
| 2 |
Mecânico de manutenção de máquinas agrícolas (tratores) 2510234 |
FUNDAMENTAL COMPLETO | 6 meses não CTPS |
| 1 |
Mecânico de motores agrícolas 2477185 |
6 meses não CTPS | |
| 1 |
Mestre de obras 2553909 |
ENS. MEDIO COMPLETO | 6 meses CTPS |
| 1 |
Motorista de caminhão 2553344 |
ENS. MEDIO COMPLETO | 6 meses CTPS |
| 1 |
Nutricionista 2515424 |
SUPERIOR COMPLETO | 6 meses CTPS |
| 2 |
Office-girl 2480357 |
ENS. MEDIO COMPLETO | ********** |
| 3 |
Oficial de serviços gerais na manutenção de edificações 2513755 |
ENS. MEDIO COMPLETO | 3 meses não CTPS |
| 5 |
Oficial de serviços gerais na manutenção de edificações 2550300 |
FUNDAMENTAL INCOMPL. | *************** |
| 1 |
Operador de sistema de climatização 2520277 |
ENS. MEDIO COMPLETO | 6 meses não CTPS |
| 2 |
Operador de telemarketing ativo 2538860 |
ENS. MEDIO COMPLETO | 6 meses CTPS |
| 1 |
Operador de trator de esteira 2504444 |
***************** | 6 meses não CTPS |
| 1 |
Padeiro 2413188 |
FUNDAMENTAL COMPLETO | 6 meses não CTPS |
| 5 |
Pedreiro 2550199 |
**************** | ************ |
| 10 |
Pintor de alvenaria 2550218 |
**************** | ************ |
| 1 |
Professor de espanhol 2521308 |
SUPERIOR COMPLETO | 6 meses não CTPS |
| 1 |
Professor de inglês 2521228 |
SUPERIOR COMPLETO | 6 meses não CTPS |
| 1 |
Promotor de vendas 2523373 |
ENS. MEDIO INCOMPL | |
| 5 |
Servente de obras 2550144 |
FUNDAMENTAL COMPLETO | ************ |
| 1 |
Técnico de edificações 2554007 |
ENS. MEDIO COMPLETO | 6 meses CTPS |
| 1 |
Técnico em eletromecânica 2554911 |
ENS. MEDIO COMPLETO | 3 meses não CTPS |
| 1 |
Torneiro mecânico 2488165 |
FUNDAMENTAL INCOMPL | 6 meses CTPS |
| 10 |
Trabalhador da cultura de manga 2536569 |
FUNDAMENTAL INCOMPL | |
| 1 |
Trabalhador da cultura de uva 2542777 |
FUNDAMENTAL INCOMPL | 3 meses CTPS |
| 5 |
Vendedor de consórcio 2521500 |
ENS. MEDIO COMPLETO | 6 meses não CTPS |
| 1 |
Vendedor pracista 2321400 |
ENS. MEDIO COMPLETO | 6 meses não CTPS |
| 1 |
Vidraceiro 2494569 |
ENS. MEDIO INCOMPL | 6 meses CTPS |
Ministra do STF determina instalação de CPI exclusiva da Petrobras
A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Rosa Weber acatou um pedido apresentado por partidos de oposição e determinou a instalação da CPI para investigar exclusivamente denúncias relativas à Petrobras.
A decisão foi dada em meio a uma queda de braço entre integrantes do governo e oposição. Após oposicionistas terem conseguido assinaturas suficientes para criar a CPI da Petrobras, governistas conseguiram apoio para criar outra comissão.
A CPI do governo, além de investigar a estatal, também apuraria denúncias relativas ao cartel do metrô de São Paulo e às construções do porto de Suape e da refinaria Abreu em Lima – ambos em Pernambuco.
Em verdade, que diferença faz se a CPI investigará somente a Petrobras ou se incluirá Suape e o Metrô, no final das contas, ninguém é responsabilizado pela conduta nociva e dinheiro algum é devolvido aos cofres públicos. E o sabor da pizza já sabemos qual é: INDECÊNCIA.
Por: Adão Lima de Souza
SAÚDE DO BRASIL: Diário de uma internação em um hospital de São Paulo.
EL País acompanha por cinco dias a rotina de uma idosa dentro de uma unidade do Governo paulista e constata pacientes colocados no corredor à espera de uma vaga, enquanto internados aguardam por médicos que só trabalham meio período.
A odisseia segue. Leia.
Parte III – A MESMA NOTÍCIA
No grupo dos “sem-vaga” a maioria é idosa. Há alguns cardíacos, como a paciente que acompanho, alguns têm dor, como um homem de uns 40 anos que tem o ombro quebrado, além do grupo de pacientes com problemas psiquiátricos, que zanzam para cima e para baixo, pelo corredor, às vezes interagindo com outros pacientes, às vezes conversando sozinhos, às vezes, exaltados.
A falta de leitos de internação é um problema crônico no hospital, segundo relatos dos pacientes, e já levou pessoas a esperarem até cinco dias em uma cama naquela enfermaria. E, na falta de espaço ali, restam os lugares improvisados no corredor, algo comum, como contam os próprios funcionários. “Hoje até que está bom, tem dias que isso aqui é bem pior”, desabafa uma das enfermeiras, resignada e prestativa, apesar do excesso de trabalho, como todos os funcionários que encontraríamos por ali.
Apesar dos três seguranças que guardam a entrada desta área, não há muito controle de quem passa por ali. No meio da confusão, uma senhora circula pelos corredores entregando, de maca em maca, um livrinho com propaganda de uma igreja.
Logo após às 18h, chega o jantar: arroz, purê, carne moída, feijão, curau de sobremesa e um suco com gosto muito doce. A combinação de talheres de plástico e bandeja apoiada nos joelhos não facilita a refeição. Um paciente prefere comer de pé, com a sua bandeja apoiada sobre a maca. Outro, um dos que está na enfermaria psiquiátrica, se acomoda no chão e é repreendido pela enfermeira. Mais cedo, ele havia circulado com papeis picados na mão.
– “Rasguei a Constituição, quer um pedaço?”, oferecia, em uma interjeição um tanto quanto lúcida.
Após o jantar, um paciente idoso que estava em um dos leitos de isolamento sai e caminha por todo o corredor, com as fraldas sujas de fezes, que chegam a escorrer pelo chão. Quando já estava quase de volta na porta de seu quarto, é flagrado por uma enfermeira, que o coloca de volta em sua maca e chama um faxineiro, visivelmente sobrecarregado.
A porta é trancada com um cadeado e as manchas de sujeira ficam no corredor por 19 minutos.








