Arquivos diários: 3 de abril de 2014

Pai denuncia hospital que aplicou soro vencido em criança de três anos.

hospital-300x225MIRANDIBA – O policial militar Juscélio Paulino de Carvalho está indignado com a Unidade Mista Ana Alves de Carvalho, que é gerenciada pela Prefeitura de Mirandiba, no Sertão Central. Segundo o militar, na semana passada a sua filha de apenas três anos foi internada na unidade, com sintomas de infecção intestinal, e foi administrado pelo menos quatro balões de soro glicosado vencidos em novembro de 2013.

“Meu sentimento hoje é de angústia com tamanha irresponsabilidade do hospital. Logo que fui informado do caso, pela minha esposa, prestei queixa na Delegacia de Polícia onde foi feito o flagrante pelo delegado. Nesta quinta-feira (3) vou acionar o Ministério Público e procurar um advogado. Vou tomar atitudes para não acontecer também com outras pessoas. Foi um ato irresponsável do hospital”, disse Juscélio Carvalho.

Ainda preocupado com a saúde da filha, Carvalho afirmou que todos os exames foram feitos na menor e nada de anormal foi detectado. “Mas uma médica informou que ainda pode aparecer algumas sequelas. Peço a Deus que isto não aconteça”, disse Juscelio Carvalho, afirmando ainda que uma caixa com soros vencidos foi apreendida pela Polícia Civil.

O hospital não comentou a denúncia.

Fonte: Farol de Notícias.

O Brasil não está pronto para a Copa, diz Fifa.

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Em declarações na África do Sul, na noite de ontem (2), o secretário-geral da Fifa, entidade que controla o futebol mundial, Jérôme Valcke, admitiu que que o Brasil “não está totalmente pronto”, porque  os estádios  Beira-Rio, em Porto Alegre, e o Itaquerão, em São Paulo, não estão concluídos a poucas semanas para o início da Copa do Mundo.

Ao comentar a situação de São Paulo, Valcke lamentou o fato de que o Itaquerão ocasionou a morte de mais um operário em seu canteiro de obras. “Em São Paulo é triste porque um trabalhador morreu há poucos dias e o resultado é que o trabalho foi interrompido dentro do estádio, onde muitas coisas precisam ser feitas”. E, por isso, a Fifa se recusa a dar uma data para a inauguração do estádio e apenas cita “meados de maio” para os primeiros testes.

“Não há como adiar o jogo de abertura. Temos um calendário e ele vai até o dia 13 de julho de 2014. Portanto, não há como ter atrasos”, disse o dirigente. “Talvez teremos coisas que não estarão totalmente prontas no começo do evento, mas o mais importante para os 32 times são os centro de treinamentos e campos e isso estará lá para garantir que teremos futebol”, explicou.

O ministro dos Esportes, Aldo Rebelo, deu outra avaliação. “O Itaquerão está pronto. O que falta é apenas algumas coisas de acabamento”, disse.

Segundo ele, não há qualquer possibilidade de retirar da cidade de São Paulo a abertura da Copa do Mundo.

Por: Adão Lima de Souza.

Em discurso para empresários, a presidente Dilma Rousseff promete desburocratizar o processo de abertura de empresas.

20140403122130_cv_dilma_gdeDepois do Comitê de Política Monetária (Copom) elevar a taxa básica de juros, Selic,  para 11% ao ano, como medida de contenção do avanço inflacionário, nesta quarta-feira,  02/03, a presidente Dilma Rousseff (PT), garantiu que o governo tem conseguido manter a inflação dentro da meta nos últimos 12 anos.

Segundo a presidente, durante 1º Fórum Nacional das Confederações das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (Cacb), que a inflação vem sendo controlada para permanecer dentro dos limites fixados pelo Conselho Monetário Nacional e assim continuará também em 2014. E que a política fiscal tem como foco a tendência de queda da dívida do setor público em relação com o PIB (Produto interno Bruto), que pelas fontes oficiais vem decrescendo anualmente desde 2002 quando era chegava a 62%, estando hoje no patamar de 33,7%.

Esta relação entre a dívida do setor público e o PIB é o instrumento que mede a capacidade do país de pagar suas dividas internas e de atrair investimentos externos.

Dilma afirmou também que o Brasil, apesar das inconstâncias do mercado financeiro internacional, conseguiu acumular reservas nos últimos anos.“Temos um conjunto de reservas que nos preserva em relação à extrema volatilidade. Somos um dos países em desenvolvimento que tem maior número de reservas, chegamos a US$ 377 bilhões”.

Em seu discurso, sobre os micros e pequenos empresários, a presidente defendeu enfaticamente a desburocratização e a simplificação de processos para investimentos em pequenos negócios. E disse que o governo trabalha para diminuir para cinco dias o tempo para a abertura ou o fechamento de uma empresa.

Por fim, a presidente prometeu a universalização do Simples Nacional, a ampliação das linhas de crédito para micro e pequenos empresários e a criação de um programa de capacitação nos moldes do Pronatec como metas do governo para beneficiar o setor. “É um setor que cresce contra tudo e contra todos. Tem que ser privilegiado porque é uma verdadeira estratégia de desenvolvimento produtivo do nosso país”

Por: Adão Lima de Souza

 

Veja as vagas de emprego oferecidas hoje (03) na Agência do Trabalho

images

1
Assistente de administração
2507942
ENS. MEDIO COMPLETO
6 meses   CTPS
05
Atendente de lanchonete
2510693
FUNDAMENTAL COMPLETO
*************
1
Auxiliar de escrituração fiscal
2456791
SUPERIOR INCOMPLETO
6 meses   CTPS
1
Auxiliar de limpeza
2501539
FUNDAMENTAL COMPLETO
6 meses CTPS
1
Auxiliar de pessoal
2516027
ENS. MEDIO COMPLETO
6 meses   CTPS
1
Chefe de serviço de transporte rodoviário
2515963
ENS. MEDIO COMPLETO
6 meses   CTPS
1
Encarregado de departamento de pessoal 2439999
SUPERIOR INCOMPLETO
6 meses   CTPS
02
Garçom
2511921
 
ENS. MEDIO COMPLETO
6 meses   não CTPS
1
Mecânico de automóveis e caminhões
2493787
FUNDAMENTAL COMPLETO
6 meses   não CTPS
1
Mecânico de manutenção hidráulica
2491197
 
6 meses não CTPS
2
Nutricionista
2515424
SUPERIOR COMPLETO
6 meses   não CTPS
3
Oficial de serviços gerais na manutenção de edificações
2513755
FUNDAMENTAL COMPLETO
3 meses   não CTPS
1
Operador de pá carregadeira
2508450
ENS. MEDIO COMPLETO
6 meses   CTPS
1
Operador de trator de esteira
2504444
*****************
6 meses   não CTPS
1
Padeiro
2413188
FUNDAMENTAL COMPLETO
6 meses  não CTPS
1
Recepcionista atendente
2515904
ENS. MEDIO COMPLETO
6 meses  não CTPS
1
Torneiro mecânico
2488165
FUNDAMENTAL INCOMPL
6 meses   CTPS
1
Vidraceiro
2494569
ENS. MEDIO INCOMPL
6 meses   CTPS
Agência do Trabalho fica localizada no Centro de Convenções, aberta das 7h.30 as 17.h30
Por: Anderson Ramos

Governo e oposição negociam o sabor da CPI.

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A oposição, liderada pelos pré-candidatos à presidência Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB), apresentou um pedido de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar uma das maiores empresas com capital público brasileira, a Petrobras, que é diretamente vinculada ao Governo da presidenta Dilma Rousseff (PT). A principal suspeita é que a companhia tenha gasto um valor 28 vezes superior ao de mercado ao adquirir a refinaria Pasadena, nos Estados Unidos.

Enquanto a tropa de choque governista, por outro lado, tenta impugnar a CPI da Petrobras  ou, caso não consiga, ampliar as apurações para investigar Governos que fazem oposição ao PT. A lógica da gestão Rousseff é que se for para apurar um caso que já está na mira da Polícia Federal e do Ministério Público Federal que se amplie as investigações para o suposto cartel de trens que agiu em São Paulo e no Distrito Federal (durante gestões dos oposicionistas PSDB e DEM) , além de eventuais irregularidades na construção do porto de Suape, no Estado do Pernambuco , que é governado por Eduardo Campos (PSB).

Para o senador do PSDB, Álvaro Dias, uma CPI que quer abraçar o mundo não chega a lugar nenhum. “Principalmente se o objetivo for proteger quem participou dos atos ilícitos na Petrobras”. E continuou:  “No Brasil, o escândalo de hoje nos faz esquecer o de ontem. E hoje já ficamos à espera do escândalo de amanhã. Mas não podemos esconder esses fatos graves, precisamos jogar luz sobre eles”.

Para o líder do Governo no Senado, o petista Humberto Costa, “a oposição está usando a CPI para ter um espaço de debate eleitoral. Se ela considera que as investigações contra a Petrobras que estão em andamento não são sérias e não bastam, nós devemos considerar que as apurações contra o cartel de trens e o porto de Suape também não são”.

Todavia, a decisão depende da aprovação da Comissão de Constituição e Justiça, amplamente dominada por partidários do Governo.

Assim, caso a CPI prospere os principais candidatos à presidência da república começam a campanha sob forte suspeita de corrupção. PT de Rousseff, no caso da Petrobras, o PSDB de Neves, no cartel de trens, e o PSB de Campos, com relação ao porto de Suape.

Por: Adão Lima de Souza.

O grande legado: vende-se uma Petrolina.

imagesPETROLINA -O episódio da doação do terreno à empresa de call center, pela Câmara de Vereadores, em sua primeira sessão noturna, é apenas mais um na agenda desta gestão municipal, que incansavelmente tem buscado concretizar sua meta de vender ou entregar sem ônus aos beneficiados o patrimônio desta cidade. 

Desde o primeiro governo do senhor Júlio Lóssio, o que se vê é uma campanha eficientíssima para dilapidar o patrimônio dos petrolinenses, ora vendendo a preço irrisório imóveis e terrenos, como no último leilão ocorrido, em que até terrenos destinados a praças foram vendidos, ora manipulando seu exército de subordinados no parlamento para aprovar projetos que importem em transferir para terceiros, cujos interesses nem sempre são claros ou benéficos à população, a titularidade dos bens públicos coletivos.

No caso específico desta empresa de call center a justificativa agora é o incremento à economia do município, com a geração de mais de três mil empregos, segundo as estatísticas eufóricas de seus apoiadores. Acontece que estudo nenhum foi apresentado sobre a viabilidade desta empresa que justificasse a doação de uma área estimada em mais de R$ 10 milhões de reais, o terreno do antigo colégio Motiva.

Em que pese parecer nobre o gesto, o que é comum nestes casos é a população financiar o lucro de empresas como esta e não receber a devida contrapartida em empregos ou geração de renda, pois, experiências Brasil a fora tem demonstrado que esse tipo de investimento se resulta quase sempre em prejuízos às finanças do município, já que são desobrigados do pagamento de impostos, o número de empregos criados é pífio, e as divisas geradas (lucros) são enviadas para a sede da empresa em metrópoles como São Paulo ou Rio de Janeiro.

Aguardemos, então, o salto econômico que nos trará este alvissareiro desprendimento material do povo de Petrolina.

 Por: Adão Lima de Souza

E APOIS! – DITADURA MILITAR: ANISTIA OU IMPUNIDADE?

IMG_20120803_223647OS “ELES” QUEREM NOS FAZER CRER que uma lei feita em benefício próprio seja digna o bastante para aplacar as dores das famílias que tiveram seus filhos vítimas das atrocidades dos militares durante a ditadura que envergonha nossa história recente. É o caso da lei de Anistia em que os nobres generais para escaparem da responsabilidade pelos assassinatos cometidos, mediante tortura, contra cidadãos brasileiros forjaram um perdão geral e irrestrito, num flagrante desrespeito às normas de Direito Internacional que protegem a Dignidade Humana e, por isso, determina ser imprescritível o crime de tortura.

Diferentemente, porém, se deu na vizinha Argentina que ao revogar lei igual levou a julgamento as altas patentes das Forças Armadas pelos crimes de lesa-humanidade como um sinal claro de que crimes contra a dignidade humana não são passíveis de prescrição, anistia ou esquecimento por parte da sociedade, se esta quiser permanecer no rol dos países que merecem respeito e admiração internacional. Contudo, as condenações só foram certas devido à mobilização do povo Argentino que, aos berros frente aos tribunais, exigiam como único resultado aceitável a punição dos culpado. Entretanto, para nós brasileiros, é forçoso admitir que a pusilanimidade e a nossa fraqueza de espírito nos impedem os gestos grandiosos como o de nossos hermanos.

Diante disso, ouvir de uma pessoa leiga: “Se é dado a quem comete crimes hediondos o poder de legislar em causa própria, abrandando ou anulando a sua pena, então, não há que se falar em segurança jurídica sem um franzir de testa ou aquele sorriso irônico de canto de boca”. Os inexcedíveis jurisconsultos e outras pessoas letradas a serviço dos “Eles” dirão que a prerrogativa de legalidade da lei independe das circunstâncias políticas que motivaram sua feitura ou de possíveis interesses escusos que se queira legitimar. 

E quanto ao delinqüente comum submetido a perseguição, condenação prévia e execução sumária nas faxinas étnicas promovidas pelo Estado através da força policial ou das forças armadas sob a cínica alegação de manutenção e preservação das instituições democráticas, entenderá, algum dia, que o liame que separa o crime comum do crime “dito” político é apenas de cunho subjetivo, uma vez que a prerrogativa do estrato social incide determinantemente na estereotipação do agente criminoso? E que quando se diz que todos são iguais perante a lei, quer-se, todavia, ao menos tempo, dizer que há quem cumpre a lei feita e há aqueles fazem a lei a ser cumprida?

Por essas e outras, que com dois pesos e duas medidas, “Os Eles”, esquivando-se da espada e fazendo a balança da justiça pender para satisfação de seus interesses corruptos, regalam-se na impunidade grassante, demonstrando cabalmente o desprezo pelos cidadãos de segunda classe, cuja insignificância perante o Estado resta justificada pelo aleamento e esquecimento notórios de uma sociedade que se acomoda bem à cumplicidade criminosa. 

Então, parafraseando Jorge Videla, um desprezível general argentino condenado à prisão perpétua pelos crimes de lesa-humanidade, notável pelas atrocidades cometidas, passo a passo com os honoráveis generais brasileiros, o governo não pode titubear diante do que é sua obrigação de punir os assassínios do Regime Militar , “começando com os Militares Subversivos, depois com os Simpatizantes e, por último, com todos os Tímidos”, para que não pese sobre a índole do povo brasileiro mais esta covardia. EU É QUE NÃO ACREDITO MAIS NOS “ELES”.

Por: Adão Lima de Souza