Arquivos diários: 26 de abril de 2014
“Vai Que É Sua, Lula”
Disparo contra a pré-candidatura do PT, em São Paulo, faz ressurgir das cinzas uma ideia proposta por João Santana, em 2012: a de que o ex-presidente Lula seja o candidato petista ao Palácio dos Bandeirantes; como o PT hoje não tem nomes para uma eventual substituição de Alexandre Padilha, uma vez que Marta Suplicy e Aloizio Mercadante não se desincompatibilizaram, restaria a opção Lula; numa nota intitulada “Taffarel”, o colunista Jorge Bastos Moreno o exortou a aceitar o desafio: “Vai que é sua, Lula”
Em novembro de 2012, o marqueteiro João Santana, responsável pelas campanhas políticas do PT, concedeu uma entrevista polêmica. Disse que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seria o melhor nome para governar São Paulo. “Vou fazer uma provocação. É uma pena o nosso candidato imbatível, Lula, não aceitar nem pensar nesta ideia de concorrer a governador de São Paulo”, disse ele. “Você já imaginou uma chapa com Lula para governador tendo Gabriel Chalita, do PMDB, como candidato a vice? E mais do que isso. Já imaginou o que seria, para o Brasil, Dilma reeleita presidenta, Lula governador de São Paulo e Fernando Haddad prefeito da capital? Daria uma aceleração incrível no modelo de desenvolvimento econômico e avanço social que o Brasil vem vivendo”, afirmou.
Neste sábado, a ideia voltou a circular depois que o pré-candidato do PT em São Paulo, Alexandre Padilha, foi alvejado por um disparo da Polícia Federal, pois um trecho do relatório da Operação Lava Jato traz uma frase do deputado André Vargas (sem partido-PR), em que ele afirma que o ex-ministro indicou um executivo para o laboratório Labogen – o que Padilha, ontem, negou enfaticamente em entrevista coletiva.
No entanto, o impacto do disparo na candidatura Padilha só será conhecido nas próximas semanas. E várias dúvidas foram levantadas sobre a viabilidade de um candidato que já não pode mais ser substituído por outros nomes de peso de dentro do PT, uma vez que Marta Suplicy e Aloizio Mercadante, ministros do governo Dilma, não se desincompatibilizaram para disputar as eleições deste ano.
Mas, embora tenha toda essa especulação, tudo indica que o “bom velhinho”, que agora comparado com um dos melhores goleira do Brasil, seja mesmo, é candidato a presidente.
E, esse sim, é um grande problema para o PT, pois, se compararmos o da candidatura de Padilha com o da candidatura à presidência, fica evidente que o problema do governo de São Paulo é “fichinha”, todavia, que é notável o “Racha” do PT: continua com Dilma, ou colocar Lula.
Por isso, cabe um “Vai que é sua, Lula”?
Por: ” O Cidadão”
7 dicas para mudar a cultura da sua empresa
Munidos de novas ferramentas e novas maneiras de enxergar e administrar o negócio, os extremers agora enfrentam um novo desafio: fazer com que sua visão permeie toda a empresa. “Temos muito mais tecnologia no nosso negócio e vamos usá-la para aumentar a produtividade. É uma oportunidade para rever nossos processos e passar a fazer as coisas de maneira mais eficiente. É claro que isso vai exigir mudanças na nossa cultura e sabemos que alguns funcionários são mais resistentes, mas estamos comprometidos com essa transformação”, diz Ana Flávia Tavares, sócia da Altura Andaimes.
Confira algumas dicas de Garth Schmalenberg, especialista em gestão de pessoas e liderança e fundador da HBI Leadership, para ter sucesso nessa transição:
Liderança – Toda organização tem uma forma de fazer as coisas. A maneira como as pessoas agem, em geral, reflete a postura da liderança. Se a mudança não vier de cima, o resto tende a continuar do mesmo jeito, mesmo que as pessoas sejam treinadas para fazer diferente.
Autoconhecimento – Não basta almejar determinadas qualidades para a organização. Antes, é preciso entender qual é a situação atual e aonde se quer chegar. Fazendo uma analogia com uma pessoa que quer emagrecer, o primeiro passo é reconhecer que ela está fora de forma e determinar quanto peso ela precisa perder para chegar ao seu objetivo.
Desejo de mudança – A convicção de que há necessidade de fazer mudanças também deve estar presente. Uma mudança tática pode ser feita por meio da implantação de um novo sistema ou método. Uma mudança de cultura requer que valores da organização sejam substituídos. Isso é muito mais complicado, por isso é necessário haver uma disposição sincera para transformar as coisas.
Cautela – Mesmo que não sejam bons, os valores que estão em vigor no presente norteiam os funcionários. Mudá-los de uma hora para a outra vai impactar a vida das pessoas. Por isso, o líder deve estar preparado para criar o alicerce adequado para esse processo e evitar que o negócio perca o seu rumo.
Método – Mesmo que o empreendedor tenha claro quais são os novos valores que quer implantar, não basta dizê-los ou escrevê-los para que tudo mude. É preciso exercitar os novos princípios e parâmetros no dia a dia. Isso requer paciência e orientação, portanto o líder deve estar consciente do seu papel no processo e ter expectativas realistas em relação ao prazo de transição.
Motivação – A chave para o sucesso no longo prazo é motivar as pessoas a abraçar as novas causas. Um passo importante é fazer com que elas entendam quais são os benefícios dessa transformação. Reconhecer e incentivar os progressos também é fundamental.
Reflexão – A cada passo da transição é altamente recomendável fazer uma análise dos resultados e, se necessário, corrigir o rumo. A reflexão é o caminho para encontrar oportunidades de melhoria no processo.
Por:” O cidadão”
DPVAT- Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre – É seu Direito
O próprio nome do Seguro Dpvat é esclarecedor: Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre. Isso significa que o Dpvat é um seguro que indeniza vítimas de acidentes causados por veículos que têm motor próprio (automotores) e circulam por terra ou por asfalto (vias terrestres).
Observe que, nessa definição, não se enquadram trens, barcos, bicicletas e aeronaves. É por isso que acidentes envolvendo esses veículos não são indenizados pelo Seguro Dpvat.
A mesma definição menciona que o Seguro Dpvat cobre danos pessoais, o que significa que não há cobertura para danos materiais, como roubo, colisão ou incêndio do veículo. Isto é, o Seguro DPVAT cobre acidentes de transito, mas desde que alguém tenha se machucado. Porque o DPVAT não cobre o arranhão do carro e outros prejuízos materiais. Ele é um seguro que indeniza pessoas, estejam elas dentro ou fora do veículo. Qualquer pessoa que está andando pela rua e é atropelada, também tem direito a indenização
Outro dado importante é que o Seguro Dpvat é obrigatório porque foi criado por lei, em 1974. Essa lei (Lei 6.194/74) determina que todos os veículos automotores de via terrestre, sem exceção, paguem o Seguro Dpvat. A obrigatoriedade do pagamento garante às vítimas de acidentes com veículos o recebimento de indenizações, ainda que os responsáveis pelos acidentes não arquem com essa responsabilidade.
Para ver a indenização é indispensável a apresentação do registro do acidente emitido por um órgão policial competente. O registro também é chamado de boletim de ocorrência ou B.O.
O prazo para pedir a indenização é de até 3 anos a partir da data em que o acidente aconteceu. O Seguro DPVAT oferece três coberturas: Morte, Invalidez Permanente e Despesas com Atendimento Médico.
Ao dar entrada na indenização leve todos os documentos necessários e informe corretamente seus dados bancários para garantir o crédito da indenização. Por precaução, leve com você um extrato bancário ou um cartão do banco e confira na hora os números de seu banco, agência e conta. Isso é muito importante porque um erro de um único número impede o banco de creditar a indenização. E com isso você acaba esperando mais para receber o seu dinheiro.
Não tem conta no banco? Não se preocupe, abra uma conta poupança para receber a indenização sem custo algum.
Uma furada é seguir o conselho de pedir a indenização na Justiça, onde ela pode demorar 2, 3, às vezes 7 anos para ser liberada. Enquanto que nos pontos de atendimento autorizados do Seguro DPVAT ela sai em no máximo 30 dias.
Por: ” O cidadão”
SAÚDE DO BRASIL: Diário de uma internação em um hospital de São Paulo.
EL País acompanha por cinco dias a rotina de uma idosa dentro de uma unidade do Governo paulista e constata pacientes colocados no corredor à espera de uma vaga, enquanto internados aguardam por médicos que só trabalham meio período.
No fim da odisseia, as desculpas esfarrapadas.
Parte V – OS BUROCRATAS
A burocracia desses processos acaba mantendo pacientes internados além do tempo necessário, apesar da existência da fila para a internação que leva pessoas em estado grave a esperarem no corredor por mais de uma noite
Às 22h10, cinco horas depois de a maca ser colocada no corredor, conseguimos chegar ao quarto – um lugar espaçoso, para duas pessoas, banheiro limpo e uma cama mais confortável.
Pergunto à enfermeira se algum cardiologista ainda verá a paciente, mas àquela hora já não há mais médicos. Descubro que eles só passam no horário da manhã. Saio no corredor para pedir um cobertor, mas não há nenhum disponível. Na manhã seguinte, peço um travesseiro extra. Também não tem.
São 7h40 da sexta-feira quando o médico entra no quarto. Atencioso, faz uma série de perguntas e diz que pedirá três exames: um Holter 24h (aparelho que fica no paciente por 24 horas para medir a frequência cardíaca), um teste ergométrico (para verificar a existência de alguma doença coronariana) e um exame de sangue (para afastar de vez a existência de um infarto).
Em seguida, descobrimos mais sobre o funcionamento do hospital: quem faz os exames é o ambulatório, que funciona em horário comercial (até sábado à tarde). Àquela altura, todos os aparelhos para o Holter 24h que seriam usados no sábado já estariam destinados.
Por isso, na estimativa mais otimista, ele só seria colocado na segunda, o que faria com que o exame terminasse na terça. Com sorte, o médico que faz a leitura dos resultados e dá o laudo o veria naquele mesmo dia e tudo chegaria na mão do médico cardiologista na quarta de manhã.
Queiroz, o diretor do hospital, afirmou que nenhum paciente fica internado apenas para aguardar o resultado desses exames, mas reconhece que o hospital precisa adotar medidas, que já iniciou, para otimizar o trabalho e diminuir o tempo de internação dos pacientes, por isso alguns procedimentos na ala de cardiologia serão revisados.
A burocracia desses processos, de fato, acaba mantendo pacientes internados além do tempo necessário, apesar da existência da fila para a internação que leva pessoas em estado grave a esperarem no corredor por mais de uma noite. A espera por exames entre os internados é algo comum. Um deles esperava havia nove dias para realizar um cateterismo. A máquina que faz o exame estava quebrada.
Depois dos nove dias, ele recebeu alta e teria que voltar em outro dia, quando a máquina estivesse funcionando.
Para tentar melhorar a situação, os próprios pacientes têm a receita: “só consegue agilizar o atendimento quem tem familiar que vai atrás por conta própria”. Provo que o conselho faz sentido: resolvo ir até o tal ambulatório onde os exames são realizados.
Lá descubro que às 12h da sexta-feira (quatro horas depois do pedido médico), ninguém havia recebido a guia necessária para agendar o exame. Volto ao andar da internação, cobro o enfermeiro que me diz que o pedido havia acabado de ser encaminhado.
Volto ao ambulatório e insisto para que ao menos o Holter fosse iniciado naquela sexta-feira. A enfermeira, complacente, promete tentar, mas acha difícil que o exame aconteça antes de segunda. “No máximo consigo para o sábado”, disse. Foi o que aconteceu.
Com o tempo ganho com a antecipação do exame, que revela, afinal, que o caso não é grave, a paciente que acompanho tem alta na terça-feira de manhã. Uma internação de quase cinco dias completos para a realização de três exames. Algo rápido para os padrões do hospital. Questionado, o Iamspe não informou o valor de um dia de internação na cardiologia.
BRASIL: A Copa da Repressão
RIO DE JANEIRO – Faltando 50 dias para o início da Copa do Mundo, as autoridades estaduais e federais se deparam com o fracasso da Política de Segurança, fundada na truculência contra o povo pobre brasileiro, posta em prática para assegurar o sucesso da Copa das Copas.
A imprensa internacional, como ocaso do Jornal El País, veicula diariamente os acontecimentos que a mídia brasileira tenta esconder, a exemplo das imagens dos conflitos de terça-feira (22) no Rio de Janeiro, amplamente divulgadas, lançando dúvidas acerca da capacidade de o Brasil organizar um evento de grandes proporções sem incidentes.
Os conflitos abordados na matéria aconteceram por volta das 18h desta terça-feira, quando uma manifestação tomou conta do entorno da comunidade Pavão-Pavãozinho, na Zona Sul do Rio. O protesto teve carros queimados, ruas foram fechadas e o dançarino Douglas Rafael da Silva Pereira foi encontrado morto.
Na matéria, o jornal diz também que armas de guerra voltaram a se disseminar nos subúrbios cariocas em paralelo ao sentimento de insatisfação nas comunidades com a ineficiência das Unidades de Polícia Pacificadora, que seriam vistas como uma versão romantizada da Polícia Militar – conhecida pelos altos índices de corrupção “até a medula” e truculência, de acordo com a reportagem.
O El País chama atenção ainda para dois fatores que colocariam o Brasil em uma situação bastante delicada. O primeiro seria um forte ressentimento acumulado pelos moradores das favelas por terem sido tradicionalmente tratados pela sociedade e pelos governantes como “cidadãos de segunda categoria”. Por conta disso, os moradores dessas comunidades estariam se sentindo ainda mais estimulados pelos protestos que estouraram no país todo em junho de 2013 e hoje em dia estariam se manifestando com ainda mais fúria.
As favelas estariam mais propensas a atacar as unidades policiais que eles acusam de violação de direitos, incendiar veículos, fechar ruas e avenidas em manifestações.
O segundo fator que o jornal espanhol enfoca são as recentes tensões policiais terem acontecido justamente no bairro de Copacabana. Considerado pelo jornal a parte mais turística do Rio, o bairro foi palco de um aumento da criminalidade, de operações policiais e, desde setembro de 2013.
Somada a isso tudo pesa contra a ação policial o número alarmante de homicídio de populares, passando já dos 500 casos não investigados, e o desaparecimento de outros milhares de moradores da noite para o dia.
Segundo o jornal, as promessas feitas pela presidente Dilma Rousseff para acalmar as manifestações de junho de 2013 nunca chegaram a ser efetivamente colocadas em prática e isso está criando uma situação de insatisfação que pode complicar a vida dos governantes e da própria Fifa nesse momento e afastar os turistas do evento.
Presidente Dilma é vaiada no Pará
A presidente Dilma Rousseff enfrentou protestos ontem durante a entrega de máquinas a 32 municípios paraenses. Servidores do Incra, da Universidade Federal do Pará e do Judiciário gritaram contra a Copa do Mundo e cobraram verbas para a Saúde e a Educação, protestando contra o fechamento de um hospital particular na capital. A presidente, que foi aplaudida pela claque petista, disse que o governo federal vai financiar a compra de um hospital que funcionará como referência.
“Eu vou responder a vocês”, repetiu Dilma, sendo interrompida pelos gritos dos manifestantes.
O evento se transformou numa briga de palavras de ordem entre os manifestantes e os petistas pró-Dilma. “Eles têm direito de se manifestar. É da democracia. Eles podem falar o que quiserem. Eles podem se manifestar desde que não atrapalhem os outros”.
Censura não, bolsa-silêncio!
Mais um jornalista é destituído do direito de usar seu instrumento de trabalho: a liberdade de expressão. Por evidência, outro fim não emergiria das sombras de um governo ungido, cálido e induvidoso como o PT, não é?
Paulo Eduardo Martins, alardeador das verdades petistas, viu-se demitido do Jornal das Massas, da Rede Massa, filiada ao SBT no Paraná, quando – deve ser crime em algum código de proteção e apologia ao cinismo – advertiu o povo das características ditatoriais do governo vermelho instalado aqui no Brasil nesse decênio. Revelou algumas peculiaridades simbólicas do “estado mental petista”. Alertou para a não utilização de tanques de guerra nas ruas em razão de não haver necessidade, e só!
E o povo, hilário – porque o humor a tudo abraça – morre pela guilhotina a reclamar da inquisição, mas não de uma ditadura implacável contra o direito de constituir-se livre! Afinal, ditadura é coisa que não renasce!
E assim, com a superdosagem da cara de pau do Governo, o dia-dia tem-nos impingido lentidão na irresignação, talvez por desfalecimento da esperança ou coisa afim. Muito embora, as ruas, sob a luz de um Sol inesperado tenham sido sombreadas pelo pedaço de brasileiro nos movimentos de contestação do ano passado!
Não nos surpreenderá apelidarem-no (qualquer Homem livre por nascer) de Sócrates e contratarem Meletos para a condução de um julgamento orquestrado. Pois aqui nesse país, os heróis são fabricados e inofensivos, integrando a paisagem do status quo. Do contrário, ousando surgir um herói pela própria força da vontade de resistência, o Estado ressurge a figura do Carrasco.
Não nos surpreende mesmo o governo não ser surpreendente. Surpreendentes são alguns, erigindo a bandeira da Liberdade, da Democracia, do Estado de Direito, vendendo-a no primeiro momento em que é moeda de troca com o medo ou pior, com o conforto. Estão vendendo a liberdade a preço de pinga!
E a hipocrisia, a maquiagem das lideranças deste país, segue sendo substrato de discurso dos mais velhos homens, porque “os canalhas também envelhecem” e dos mais novos, porque a canalhice virou plano de carreira atrativo.
E tudo segue tão óbvio quanto invisível!
Smailly Silva Pereira Lima
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Os constantes apagões na Facape.
De algum tempo pra cá os alunos da Facape tem se deparado, constantemente, com apagões elétricos repentinos, principalmente no bloco do curso de Direito, xodó da atual direção que conclama aos quatro ventos ser este curso o mais importante da instituição, por isso, o de mensalidade mais cara, e aquele onde as salas de aulas são mais confortáveis e melhor refrigeradas.
Entretanto, o que se tem visto é, na visão de muitos alunos, um descaso por parte da direção da faculdade com relação às providências mais simples e corriqueiras de uma empresa como manter em bom estado de funcionamento a estrutura básica relativa aos itens essenciais, tais como fornecimento de água e luz regular e material de expediente suficiente para que se possa prestar um bom serviço.
Ao invés disso, o que se vê é uma administração conduzida pela falta de transparência. Uma gestão que alega, a todo tempo, a péssima situação financeira da instituição, porém se esquiva de apontar os motivos e os responsáveis por desmantelarem as finanças de um empreendimento que até dois anos atrás o atual presidente se vangloriava de ter equilibrado as contas, ou seja, de gozar a instituição de perfeita estabilidade financeira, mas que agora, precisa aumentar mais e mais as mensalidades porque funciona no limiar da insolvência.
Então, diante da visível incapacidade da direção se explicar ou solucionar os frequentes problemas elétricos, professores, num gesto de autoritarismo e de desrespeito, sob a anuência da coordenação do curso de Direito, tenta obrigar os alunos a permanecerem em salas sem refrigeração, fazendo prova à luz de celulares.
Pois, somente no dia de ontem, 25/04, pela manhã e à noite, metade das turmas de Direito foram remanejadas para o bloco de Ciências Contábeis devido a pane elétrica que inviabilizou a utilização de salas no bloco de Direito, curso, cuja mensalidade é a mais cara em virtude dos “privilégios” que tem.
Talvez, fosse mais sincero da parte da direção usar como desculpa para aumentar as mensalidades, em vez da cantilena falsa de que vai melhorar o salário do professor, a necessidade de mais dinheiro para construir uma nova Central de Energia, já que a recém-construída não atende a necessidade da faculdade.
Por: Adão Lima de Souza
Mataram o nosso Saddan Hussein: Comissão da Verdade quer que a PF investigue morte de Paulo Malhães
A Comissão Nacional da Verdade (CNV) pediu que a Polícia Federal investigue a morte do coronel da reserva Paulo Malhães. O coronel foi encontrado morto em sua residência na Baixada Fluminense com sinais de asfixia nesta sexta-feira (25).
Por meio de nota, a CNV informou que seu coordenador, Pedro Dallari telefonou para o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, no início da tarde desta sexta. Por meio de sua assessoria de imprensa, o Ministério da Justiça afirmou que Cardozo colocou a PF “à disposição” para ajudar a polícia do Rio na investigação..
Para o colegiado, é necessário apurar com “rigor e celeridade” a eventual relação entre o crime e as declarações feitas por Malhães à Comissão Nacional da Verdade e à do Rio de Janeiro, além das entrevistas à imprensa.
Paulo Malhães deu depoimentos à Comissão Nacional da Verdade, no dia 25 de março, e à do Rio de Janeiro no último dia 21 de março, e admitiu ter participado de mortes, torturas e de desaparecimentos durante a ditadura militar. À Comissão fluminense, o coronel da reserva assumiu, inclusive, ter participado de operação para ocultar o corpo do ex-deputado Rubens Paiva.
O pedido de Dallari para que a Polícia Federal acompanhe as investigações conduzidas pela Polícia Civil do Rio de Janeiro, é justificável porque a situação “envolve uma investigação conduzida pela CNV, que é órgão federal”.
Fonte: Jornal O Globo.







