Arquivos diários: 12 de abril de 2014
Lagoa Grande, “não queremos a lotérica, queremos a unidade da Caixa”
Lagoa Grande – por parte de todos os lagoagrandenses, a uma enorme insatisfação aos serviços prestados pela a única lotérica do município, onde se tem a responsabilidade da prefeitura, da Caixa Econômica Federal e do concessionário (proprietário do empreendimento lotérica).
Pois bem, em sua maior parte a lotérica se encontra abarrotada de pessoas, e em sua maioria de pessoas que são trabalhadoras. Por isso, não comportar, também, a demanda que se faz necessário para a prestação de um bom serviço: falta dinheiro; as filas são enormes e sem fins; não tem um bom atendimento; a um desrespeito com os direitos de quem tem, legalmente, preferências; um número excessivo de pessoas para serem atendidas com poucos funcionários para prestarem o serviço; limitação da quantia a ser sacada; isto é, horas e horas na fila para nada.
Para se ter uma ideia, a partir do dia 16 até final do mês, não se tem nenhuma possibilidade de qualquer cidadão conseguir ser atendido sem passar horas esperando em pé, devido a excessiva quantidade de pessoas que vêm receber os benefícios dos programas sociais, que se amontoam por horas em longas filas, ficando inviabilizado qualquer outro serviço na lotérica, sendo uma falta imensa de respeito dos responsáveis pela administração pública com essas pessoas que necessitam desses benefícios e, também, com os demais usuários.
Porém, até hoje, não foram tomados medidas cabíveis para solucionar esse problema enfrentado por todos os lagoagrandenses, que só pode e deve ser resolvido com à instalação de uma unidade da Caixa Econômica nesse município.
Hoje, no município, são mais de 21 mil eleitores, segundo o Censo 2010, e uma estimativa de um total de mais de 30 mil habitantes, somando-se, ainda, os cidadãos vindos dos municípios de Santa Maria da Boa Vista e Petrolina, como do Distrito de Izacolandia, que precisam usufruir desses serviços.
Pois, tendo em vista a grande quantidade de pessoas que necessitam dos serviços que são prestados pela CEF, e que são imprescindíveis nos dias de hoje para qualquer cidadão, como abertura de contas, saques, depósitos, financiamentos, empréstimos, o recebimento dos programas sociais do governo e etc., não são disponibilizados de forma suficiente e eficiente. Descumprindo, assim, a lei maior, que é a Constituição, quando ela diz que o serviço público deve prezar pela eficiência e a qualidade.
Entretanto, o que se tem é uma lotérica, que é ineficiente e que não consegue, de forma alguma, atender o seu contrato de concessão e jamais atenderá os reais anseios da população, quando de fato já se tornou mais que evidente há a necessidade de uma unidade da caixa, e não de uma simples lotérica.
Há rumores de que o atual governante municipal teria solicitado à Caixa uma unidade para este município. Porém, como até agora nada foi concretizado, resta a suspeita se a mesmo interesse em solucionar as dificuldades sofridas pela a população que o elegeu.
E o pior, não é de hoje essa luta dos lagoagrandenses, isso vem ocorrendo desde a última gestão municipal, que também não se prontificou para solucionar o problema abordado. Talvez, a antiga gestão, como essa agora, não tenham compromisso real com o povo de Lagoa Grande, e, por isso, não se importam com coisas de “pequena importância”.
Pelo visto “Os Eles” estão mais preocupados com seus interesses, não com o interesse da coletividade, defendido em discursos eloquentes nas eleições para captar os votos que são importantes apenas para eles e ninguém mais.
Por: “O cidadão”
A estupidez humana: bebê de nove meses acusado de homicídio.
ISLAMABAD – Um bebê de nove meses é acusado de assassinato, em um julgamento que começou neste sábado em Lahore, no nordeste do Paquistão. Durante a audiência notificou a sua família que a acusação contra a criança tinha sido retirada.
Uma dúzia de membros da família de Mohammed Moussa Khan, entre eles a criança, foi acusada da tentativa de homicídio de um dos policiais que tentaram acabar com o confronto entre um grupo de moradores com funcionários de uma companhia de gás.
A criança foi para a audiência nos braços de seu avô. A acusação contra ele foi retirada, mas mantida contra a família, acusada de participar do confronto, que aconteceu quando os funcionários da companhia tentavam cobrar faturas não pagas ou evitar o roubo de gás.
O caso gerou um debate sobre o funcionamento do sistema judiciário no país, onde rodou a imagem da criança chorando enquanto tinha as impressões digitais tiradas quanto teve que comparecer à audiência pela primeira vez.
A polícia abriu uma investigação interna para determinar por que o menor foi acusado junto com o resto de seus familiares.
Secretaria de Defesa: A maior calamidade de Petrolina.

PETROLINA – Os municípios brasileiros, bem assim o nosso, passam o ano inteiro vivendo sob o Estado de Emergência decretado, ora em virtude das secas, ora em decorrência das chuvas, pelos gestores municipais alegando situação de calamidade.
Está sob o decreto de Estado de Emergência significa dá ao prefeito o poder de comprar ou contratar serviços a título emergencial, ou seja, sem precisar fazer licitação e, ao mesmo tempo, credencia o município a postular ajuda financeira do Estado e da União.
Acontece que, apesar de demorar, esta ajuda financeira chega, pois há reserva destinada a isso, porém nunca se sabe a que se destina o dinheiro, porque os atingidos por essas calamidades continuam abandonados a própria sorte, sem ajuda de prefeitos, governadores ou presidente, amargando a cada ciclo de chuva ou de seca os velhos problemas de infraeestrtura, educação e saúde.
Diante disso, cabe-nos perguntar o que faz a Secretaria de Defesa com os recursos destinados a minimizar os transtornos causados pela forte estiagem ou pela precipitação inesperada das chuvas?
Outra coisa: a secretaria de Defesa de Petrolina alardeia aos quatros cantos que mantém por todo ano o monitoramento das áreas de crise, então, porque quando a tragédia anunciada se abate sobre nossa cidade o secretário se mostra surpreso?
Será que há mesmo monitoramento? Por que se houver a situação calamitosa dos bairros não decorre por culpa das chuvas e, sim, pela ação deliberada de pessoas à frente dessa secretaria em fazer o mal a nossa gente ao agir com negligência.
Daí, pela atuação ineficiente desta secretaria, protestos justos como o ocorrido no bairro dom Avelar deveriam se proliferar para, de forma pacífica, se exigir maior respeito à Cidadania.
Espero estar errado. Torço para que seja esta Secretaria de Defesa apenas incompetente e não criminosa.
Por: Adão Lima de Souza
Morador indignado com a situação do bairro Dom Avelar cobra da prefeitura soluções concretas para os problemas causados pelo alagamento das ruas.
PETROLINA – O bairro Dom Avelar foi fortemente atingindo pelas fortes chuvas deste mês, ocasionando transtornos insuportáveis para os moradores pelo agravamento da falta de pavimentação, saneamento básico, enfim, pela urbanização prometida pela prefeitura que a comunidade espera há três décadas.
Indignado com o descaso das autoridades, principalmente pela inércia e a incompetência da Secretaria de Defesa, que ao invés de propor soluções culpa os moradores pela situação de calamidade vivida no bairro há 30 anos, o comunitário Josemario de Souza Nunes escreveu a este blog descrevendo os transtornos a que está submetida à comunidade e exigindo providências.
Leia o que ele diz.
Sou morador do D. Avelar, fico indignado com a presente situação do bairro. Não estamos preparados para a seca, pois não temos pavimentação e, sendo assim, há poeira em todos os lados, não estamos preparados para a chuva, pois, por menor que esta seja, o nosso bairro fica completamente alagado.
Nosso prefeito, um tal de Júlio não sei das quantas, que o povo depositou sua esperança, que infelizmente não corresponde ás expectativas, prometeu a pavimentação, que até hoje não ocorreu. Tal processo não se resume a modelagem de um pedaço de pinche no chão, e sim de todo um processo de escoamento de água, saneamento e pavimentação.
Esperamos por sua execução. Há projetos nesse sentido, há promessas nesse sentido, entretanto não se vê nada sendo executado.
Queremos resultados, queremos melhorias. Estamos apenas reivindicando o que nos é de direito! Mas se assim não for suficiente, garanto que intensificaremos nossas ações. Só queremos resultados, só isso.
Em Petrolina há um tal de loteamento Nova Iorque, um bairro que tem cerca de 5 anos. Atualmente há um processo de pavimentação de tal bairro, com pedra ornamentais caríssimas… Não que isso esteja de todo errado, mas porque que no Dom Avelar não haver o mesmo procedimento, porque que um bairro que tem quase três décadas não possui saneamento e pavimentação?
Queremos respostas, queremos resultados!
Vamos mudar, vamos à luta!
Josemario de Souza Nunes




