Arquivos mensais: abril 2014
Governo do Rio cobrará da Oi os gastos com a desocupação de prédio.
RIO DE JANEIRO – O governo do Rio pretende cobrar da Oi o valor gasto com a desocupação, pela Polícia Militar, do prédio da telefônica no Engenho Novo, zona norte do Rio, na sexta-feira, 11/04.
O imóvel estava tomado por cerca de três mil pessoas. “Já estamos levantando o gasto com os homens empenhados na operação e tudo o que o Estado usou de ônibus, equipamentos. Vamos apresentar a conta à Oi”, afirmou o governador Luiz Fernando Pezão. O prefeito Eduardo Paes disse que também vai pedir ressarcimento à Oi pelos prejuízos públicos com a confusão que se seguiu à retirada dos invasores.
O grupo que ocupava o imóvel continua acampado em frente à Prefeitura, no centro, à espera de uma promessa de moradia. Três secretários municipais receberam uma comissão ontem e ofereceram cadastro das famílias sem-teto em outro local, no bairro de São Cristóvão, na zona norte, de modo que a frente do prédio fosse desocupada. Mas a proposta não foi aceita – elas acreditam que se deixarem a Prefeitura não terão uma solução rápida.
O acampamento começou na sexta-feira à tarde, horas depois da tomada do prédio da Oi pela PM, em cumprimento à ordem judicial. O número era de 150 pessoas no sábado (boa parte dormiu lá mais uma noite, abrigada na passarela da Cidade Nova, inclusive com crianças). Neste domingo, 13, quintuplicou.
“Quanto mais gente, maior a pressão. Não vamos sair daqui. Queremos uma proposta concreta e cadastro com nome de todo mundo. Só pedimos para quem já recebe aluguel social ou já tem inscrição no Minha Casa, Minha Vida dê a vez, para não atrapalhar os outros”, disse uma das lideranças, Ed dos Santos, de 26 anos, ele próprio já é afirmou também que os mais necessitados serão atendidos pelos programas habitacionais disponíveis, “mas não na pressão”. Na ocupação, foram identificadas 177 famílias. Agora, o cadastro será cruzado com o feito pela Prefeitura. As famílias querem não só um lugar para morar, mas também ressarcimento pelos eletrodomésticos e móveis que ficaram no prédio.
Homens armados invadem casa de Heloísa Helena.
MACEIÓ – A casa da vereadora Heloísa Helena (PSOL) foi invadida neste domingo, 13/04, por quatro homens, dois deles armados, segundo informações divulgadas por ela em seu perfil no Twitter. O filho da vereadora foi ferido com arma branca e levou uma coronhada, mas se encontra “fisicamente bem”, informou a vereadora.
A polícia militar e a polícia civil estiveram na casa de Heloísa Helena após o ocorrido. “Como não temos arma em casa, nem jamais defenderemos justiça com as próprias mãos, esperamos que as providências para o total esclarecimento do maldito episódio (e dos muitos outros mais que acontecem com muitas outras pessoas) sejam devidamente tomadas”, desabafou a vereadora na rede social.
“Estamos razoavelmente bem fisicamente, profundamente indignados e tristes (como sempre estivemos quando acontece com muitas outras pessoas), mas agradecidos por Deus e nossas vidas”, acrescentou.
Por: Adão Lima de Souza
Ituano é o campeão paulista de 2014.
Domingo o Ituano fez história, juntando-se a Inter de Limeira, em 1986, Bragantino, em 1990, e São Caetano, em 2004, os únicos que haviam conseguido ganhar o Campeonato Paulista, que como os demais, é de monopólio hegemônico dos times grandes de São Paulo.
Depois de despachar Palmeiras e Corinthians chegou a vez de superar o Santos e levantar a taça, numa façanha ocorrida apenas em três outras oportunidade, quando outras uma equipe pequena conseguiu ser campeão paulista.
O troféu foi o segundo do Ituano na história do Campeonato Paulista, mas o primeiro com todos os times grandes na competição. Em 2002, o time de Itu ficou com a taça, mas em um torneio sem Corinthians, São Paulo, Santos e Palmeiras, que disputavam um estendido Torneio Rio-São Paulo.
Polícia americana encontra sete bebês mortos numa casa.
Neste domingo, 13/04, a polícia do estado americano de Utah encontrou sete bebês mortos numa casa, mulher apontada como mãe das crianças foi presa.
A mãe, uma mulher, identificada pela imprensa local como Megan Huntsman, 39 anos, foi conduzida à prisão do condado de Utah, acusada de assassinato.
A polícia de Pleasant Grove entrou neste sábado na casa seguindo uma pista, “e avistou o corpo de um recém-nascido, que aparecia em primeiro plano”, segundo um comunicado.
“Com uma ordem de busca, os agentes entraram na casa e encontraram os corpos de outros seis bebês”, em locais diferentes. Segundo a investigação, Megan deu à luz os bebês em um intervalo de 10 anos, e os matava logo após o parto.
O “Salt Lake Tribune” informou que os corpos de seis bebês estavam em caixas de papelão. Três filhas de Megan, de 13, 18 e 20 anos, viviam na casa, que pertence aos pais de seu ex-marido, contou uma vizinha ao jornal.
Ainda segundo a vizinha, o ex-marido de Megan foi visto limpando a garagem.
Por: Adão Lima de Souza
Lagoa Grande, “não queremos a lotérica, queremos a unidade da Caixa”
Lagoa Grande – por parte de todos os lagoagrandenses, a uma enorme insatisfação aos serviços prestados pela a única lotérica do município, onde se tem a responsabilidade da prefeitura, da Caixa Econômica Federal e do concessionário (proprietário do empreendimento lotérica).
Pois bem, em sua maior parte a lotérica se encontra abarrotada de pessoas, e em sua maioria de pessoas que são trabalhadoras. Por isso, não comportar, também, a demanda que se faz necessário para a prestação de um bom serviço: falta dinheiro; as filas são enormes e sem fins; não tem um bom atendimento; a um desrespeito com os direitos de quem tem, legalmente, preferências; um número excessivo de pessoas para serem atendidas com poucos funcionários para prestarem o serviço; limitação da quantia a ser sacada; isto é, horas e horas na fila para nada.
Para se ter uma ideia, a partir do dia 16 até final do mês, não se tem nenhuma possibilidade de qualquer cidadão conseguir ser atendido sem passar horas esperando em pé, devido a excessiva quantidade de pessoas que vêm receber os benefícios dos programas sociais, que se amontoam por horas em longas filas, ficando inviabilizado qualquer outro serviço na lotérica, sendo uma falta imensa de respeito dos responsáveis pela administração pública com essas pessoas que necessitam desses benefícios e, também, com os demais usuários.
Porém, até hoje, não foram tomados medidas cabíveis para solucionar esse problema enfrentado por todos os lagoagrandenses, que só pode e deve ser resolvido com à instalação de uma unidade da Caixa Econômica nesse município.
Hoje, no município, são mais de 21 mil eleitores, segundo o Censo 2010, e uma estimativa de um total de mais de 30 mil habitantes, somando-se, ainda, os cidadãos vindos dos municípios de Santa Maria da Boa Vista e Petrolina, como do Distrito de Izacolandia, que precisam usufruir desses serviços.
Pois, tendo em vista a grande quantidade de pessoas que necessitam dos serviços que são prestados pela CEF, e que são imprescindíveis nos dias de hoje para qualquer cidadão, como abertura de contas, saques, depósitos, financiamentos, empréstimos, o recebimento dos programas sociais do governo e etc., não são disponibilizados de forma suficiente e eficiente. Descumprindo, assim, a lei maior, que é a Constituição, quando ela diz que o serviço público deve prezar pela eficiência e a qualidade.
Entretanto, o que se tem é uma lotérica, que é ineficiente e que não consegue, de forma alguma, atender o seu contrato de concessão e jamais atenderá os reais anseios da população, quando de fato já se tornou mais que evidente há a necessidade de uma unidade da caixa, e não de uma simples lotérica.
Há rumores de que o atual governante municipal teria solicitado à Caixa uma unidade para este município. Porém, como até agora nada foi concretizado, resta a suspeita se a mesmo interesse em solucionar as dificuldades sofridas pela a população que o elegeu.
E o pior, não é de hoje essa luta dos lagoagrandenses, isso vem ocorrendo desde a última gestão municipal, que também não se prontificou para solucionar o problema abordado. Talvez, a antiga gestão, como essa agora, não tenham compromisso real com o povo de Lagoa Grande, e, por isso, não se importam com coisas de “pequena importância”.
Pelo visto “Os Eles” estão mais preocupados com seus interesses, não com o interesse da coletividade, defendido em discursos eloquentes nas eleições para captar os votos que são importantes apenas para eles e ninguém mais.
Por: “O cidadão”
A estupidez humana: bebê de nove meses acusado de homicídio.
ISLAMABAD – Um bebê de nove meses é acusado de assassinato, em um julgamento que começou neste sábado em Lahore, no nordeste do Paquistão. Durante a audiência notificou a sua família que a acusação contra a criança tinha sido retirada.
Uma dúzia de membros da família de Mohammed Moussa Khan, entre eles a criança, foi acusada da tentativa de homicídio de um dos policiais que tentaram acabar com o confronto entre um grupo de moradores com funcionários de uma companhia de gás.
A criança foi para a audiência nos braços de seu avô. A acusação contra ele foi retirada, mas mantida contra a família, acusada de participar do confronto, que aconteceu quando os funcionários da companhia tentavam cobrar faturas não pagas ou evitar o roubo de gás.
O caso gerou um debate sobre o funcionamento do sistema judiciário no país, onde rodou a imagem da criança chorando enquanto tinha as impressões digitais tiradas quanto teve que comparecer à audiência pela primeira vez.
A polícia abriu uma investigação interna para determinar por que o menor foi acusado junto com o resto de seus familiares.
Secretaria de Defesa: A maior calamidade de Petrolina.

PETROLINA – Os municípios brasileiros, bem assim o nosso, passam o ano inteiro vivendo sob o Estado de Emergência decretado, ora em virtude das secas, ora em decorrência das chuvas, pelos gestores municipais alegando situação de calamidade.
Está sob o decreto de Estado de Emergência significa dá ao prefeito o poder de comprar ou contratar serviços a título emergencial, ou seja, sem precisar fazer licitação e, ao mesmo tempo, credencia o município a postular ajuda financeira do Estado e da União.
Acontece que, apesar de demorar, esta ajuda financeira chega, pois há reserva destinada a isso, porém nunca se sabe a que se destina o dinheiro, porque os atingidos por essas calamidades continuam abandonados a própria sorte, sem ajuda de prefeitos, governadores ou presidente, amargando a cada ciclo de chuva ou de seca os velhos problemas de infraeestrtura, educação e saúde.
Diante disso, cabe-nos perguntar o que faz a Secretaria de Defesa com os recursos destinados a minimizar os transtornos causados pela forte estiagem ou pela precipitação inesperada das chuvas?
Outra coisa: a secretaria de Defesa de Petrolina alardeia aos quatros cantos que mantém por todo ano o monitoramento das áreas de crise, então, porque quando a tragédia anunciada se abate sobre nossa cidade o secretário se mostra surpreso?
Será que há mesmo monitoramento? Por que se houver a situação calamitosa dos bairros não decorre por culpa das chuvas e, sim, pela ação deliberada de pessoas à frente dessa secretaria em fazer o mal a nossa gente ao agir com negligência.
Daí, pela atuação ineficiente desta secretaria, protestos justos como o ocorrido no bairro dom Avelar deveriam se proliferar para, de forma pacífica, se exigir maior respeito à Cidadania.
Espero estar errado. Torço para que seja esta Secretaria de Defesa apenas incompetente e não criminosa.
Por: Adão Lima de Souza
Morador indignado com a situação do bairro Dom Avelar cobra da prefeitura soluções concretas para os problemas causados pelo alagamento das ruas.
PETROLINA – O bairro Dom Avelar foi fortemente atingindo pelas fortes chuvas deste mês, ocasionando transtornos insuportáveis para os moradores pelo agravamento da falta de pavimentação, saneamento básico, enfim, pela urbanização prometida pela prefeitura que a comunidade espera há três décadas.
Indignado com o descaso das autoridades, principalmente pela inércia e a incompetência da Secretaria de Defesa, que ao invés de propor soluções culpa os moradores pela situação de calamidade vivida no bairro há 30 anos, o comunitário Josemario de Souza Nunes escreveu a este blog descrevendo os transtornos a que está submetida à comunidade e exigindo providências.
Leia o que ele diz.
Sou morador do D. Avelar, fico indignado com a presente situação do bairro. Não estamos preparados para a seca, pois não temos pavimentação e, sendo assim, há poeira em todos os lados, não estamos preparados para a chuva, pois, por menor que esta seja, o nosso bairro fica completamente alagado.
Nosso prefeito, um tal de Júlio não sei das quantas, que o povo depositou sua esperança, que infelizmente não corresponde ás expectativas, prometeu a pavimentação, que até hoje não ocorreu. Tal processo não se resume a modelagem de um pedaço de pinche no chão, e sim de todo um processo de escoamento de água, saneamento e pavimentação.
Esperamos por sua execução. Há projetos nesse sentido, há promessas nesse sentido, entretanto não se vê nada sendo executado.
Queremos resultados, queremos melhorias. Estamos apenas reivindicando o que nos é de direito! Mas se assim não for suficiente, garanto que intensificaremos nossas ações. Só queremos resultados, só isso.
Em Petrolina há um tal de loteamento Nova Iorque, um bairro que tem cerca de 5 anos. Atualmente há um processo de pavimentação de tal bairro, com pedra ornamentais caríssimas… Não que isso esteja de todo errado, mas porque que no Dom Avelar não haver o mesmo procedimento, porque que um bairro que tem quase três décadas não possui saneamento e pavimentação?
Queremos respostas, queremos resultados!
Vamos mudar, vamos à luta!
Josemario de Souza Nunes
O Estado Criminoso investe contra o Cidadão Indefeso.
Nesse momento, moradores da favela da Telerj, no Engenho Novo, resistem bravamente à violenta ação de despejo promovida pelo Estado reacionário. São mais de dez mil pessoas enfrentando a tropa de choque da PM desde as 6h da manhã. Segundo informações ainda não confirmadas, duas crianças morreram por conta do gás.
ASPRA publica nota informativa para a sociedade.
Com a missão de remodelação da PMBA, há nove meses, nós da Associação dos Policiais Militares do Estado da Bahia (ASPRA) participamos do Grupo de Trabalho (GT), formado por representantes do Governo e demais entidades de classe, com vista à construção de novas regras para a categoria. Com as mudanças, pretendemos a criação de um Novo Estatuto para os PMs, tropa hoje regida por normas ultrapassadas desde a sanção de Lei em dezembro de 2001.
Dentre outras consideráveis conquistas, lutamos por significativas reformulações no que se referem ao plano de carreiras, subsídio, Código de Ética, aposentadoria especial às policiais militares femininas (PFEMs) de 25 anos, autonomia do Corpo de Bombeiros. Reiteramos que dois dos pontos levados ao Governo, o SUBSÍDIO E A CARREIRA, ainda não foram contemplados nas propostas até então apresentadas pelo Estado. Por diversas vezes, nós, diretores e coordenador-geral da Aspra, soldado Prisco, apresentamos contrapropostas para as duas questões.
Lembramos que a abertura de negociação com o Governo do Estado somente foi alcançada após mobilizações da categoria, em 2012. As Gratificações por Atividade Policial/GAP 4 e GAP 5 tiveram discussões e vitórias já consagradas há dois anos, não devendo mais servir de pontos de negociações para as mudanças previstas para 2014.
Todas estas alterações visam a tão sonhada remodelação da categoria com vistas à melhoria da qualidade de serviço prestado a você, que é cidadão baiano. Esta batalha garantirá vitórias não só para os militares da Bahia, mas também para toda a população baiana, principalmente, no que diz respeito à função constitucional de garantidor da paz social e ordem pública.
Assim, nossa tropa estará pronta a servir no combate da violência sem temores de “represálias próprias”, hoje previstas no Estatuto que rege a categoria. Nossa luta também é por isonomia entre as carreiras de policiais militares e civis, além dos não respeitados adicionais de remuneração para as atividades penosas, insalubres ou perigosas.
É notória, ainda, a insatisfação da tropa no que diz respeito à primeira promoção do praça somente 25 anos após o ingresso na carreira militar, isso sem falar na desigualdade em relação a benefícios tais como Condição Especial de Trabalho (CET), se comparado a outras patentes da corporação. Com tamanhos desafios a serem alcançados, o que nós da Aspra propomos não é a greve, mas levar as negociações até os últimos embates.
Vale, no entanto, ressaltar que o governo não tem demonstrado simpatia a resolução de um dos pontos mais esperados pela tropa: SUBSÍDIO, embora o governador do Estado, Jacques Wagner, tenha em reunião do GT, ocorrida no dia 19 de fevereiro último, declarado: “Está recepcionada a proposta de subsídio. Este é um problema nosso”.
Não esqueceremos, em nossas negociações, os pontos tais quais: (i) um plano de carreira que vincule a progressão funcional aos objetivos e metas de desenvolvimento institucional da PMBA; (ii) a interiorização da gestão operacional com responsabilização territorial, aumentando sua eficiência; (iii) a separação e independência do Corpo de Bombeiros; (iv) a valorização do profissional de segurança pública; (v) um Código de Ética que regule a tropa; e (vi) aposentadoria especial de 25 anos para mulheres.
Diante do que foi dito, solicitamos o apoio da sociedade como um todo para que alcancemos a tão sonhada remodelação da PM, atendendo os princípios consagrados constitucionalmente pela administração pública da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. Reiteremos o nosso anseio de continuarmos as negociações em parceira com todas outras entidades de classe, construindo, desta forma, no Grupo de Trabalho (GT), uma Polícia Militar que atenda tanto a categoria como todos os outros civis baianos.









