Arquivos mensais: maio 2014
“Novos golpes no continente virão de mídia e grandes empresas”, diz presidente paraguaio deposto.
Em evento organizado na Grande São Paulo nesta sexta-feira (09/05) para discutir o processo histórico e político que permeou golpes militares no cone sul e o funcionamento da Operação Condor no contexto das ditaduras, o político paraguaio afirma que o manual da derrubada de governos democráticos hoje é outro: tem traços muito mais civis do que essencialmente militares.
A opinião de Fernando Lugo, senador paraguaio e presidente deposto por um golpe parlamentar em junho de 2012 é que: “Possivelmente, os novos golpes na América Latina não vão sair dos quartéis militares, mas das multinacionais e dos meios de comunicação”.
“Os processos políticos na Bolívia, na Venezuela e no Equador indicam a superação neoliberal, mas temos o desafio de evitar o que ocorreu de maneira grosseira em Honduras”, disse referindo-se ao golpe de junho de 2009 que acabou derrubando o presidente Manuel Zelaya.
“No Paraguai, quem ganhou com o golpe? Os plantadores de soja, o agronegócio. No país, há uma classe que sempre teve os grandes negócios do Estado e tem medo de perder seus privilégios. Mas o povo originário, os camponeses continuam sem terras. Somente nesta transição morreram 138 camponeses no Paraguai”, afirmou, ao citar a multinacional Monsanto como responsável por financiar o golpe paraguaio.
Às mães: Primeira mulher a treinar time masculino de futebol.
Leia abaixo a entrevista que o Jornal El País fez com Helena Costa (Alhandra, Portugal, 1978), que se transformará na primeira mulher a dirigir uma equipe masculina de futebol profissional na França, o Clermont Foot, da Segunda Divisão.
Pergunta. Quantas pessoas quiseram falar com você nos últimos dias?
Resposta. Não tenho ideia, foram dias muito movimentados. O impacto midiático foi muito grande, não está sendo fácil digerir. Tenho muitas chamadas perdidas no telefone. É preciso começar a trabalhar já e deixar de falar porque tenho que focar no trabalho, que é o que conta.
P. Está nervosa com a repercussão que teve a sua nomeação?
R. Eu estou como sempre, calma, não há nada que me altere. Estou contente porque aceitar esse projeto foi uma boa decisão, e tanto para mim como para o clube é algo positivo. Também os jogadores poderão aproveitar, agora, que toda a imprensa estará atenta a eles e vão poder melhorar muitíssimo.
P. Como surgiu a proposta do Clermont Foot?
R. Dois agentes me chamaram para dizer-me que o perfil que este clube buscava era o meu e me perguntaram se estava interessada em assumir a direção de uma equipe profissional. Eu disse que sim e muito pouco tempo depois me reuni com o presidente. Falamos de maneira franca e direta sobre o projeto, o clube e também sobre a minha carreira, meus objetivos… Pouco tempo depois voltou a entrar em contato comigo para assinar o contrato.
P. Não demorou então para decidir-se.
R. Eu vivi isso com muita tranquilidade porque não acreditava que o que estava me acontecendo pudesse ser realidade, era difícil de imaginar. Respondi rápido e eles também tinham isso claro desde o princípio.
P. Que esperam de você?
R. Esperam de mim o mesmo que de todos os treinadores. Mas acima do que eles esperam de mim está o que eu espero de mim mesma. Sou uma pessoa ambiciosa e se assinei é porque confio muito no que é possível e só me interessa a vitória. Acima dos objetivos do clube eu ponho os meus.
P. Quando decidiu que queria ser treinadora de futebol?
R. O futebol nasceu comigo, está em minha vida desde sempre e isso porque não tive nenhuma influência familiar. É algo de que gosto desde pequena, algo de vocação, nasceu comigo. Decidi que estudaria educação física para poder dedicar-me depois ao mundo do futebol e comecei a treinar com 19 anos. Desde sempre persegui esse objetivo.
P. Não lhe disseram, as pessoas à sua volta, que estava um pouco louca?
R. Sim, no começo, sim (risos), mas depois entenderam e me motivaram para que conseguisse meus objetivos e minha felicidade. A ideia deles sempre foi que se tem de ser feliz com o que se faz.
P. Você trabalhou para o Benfica e o Odivelas em Portugal, também dirigiu as seleções femininas do Catar e Irã e foi olheira do Celtic. Não é um mau currículo.
R. Sou uma pessoa humilde, mas acho que sim, que tenho alguma experiência.
P. Alguma vez lhe fecharam a porta por ser mulher?
R. Não diria que encontrei problemas, mas senti que estava abrindo portas e janelas. E quando você é a primeira mulher a fazer algo, é certo que você tem de enfrentar algumas dificuldades.
P. Mudou o futebol desde que abriu a primeira porta?
R. Comparando com o que era quando comecei, sim, mudou. O que digo é que eu quero que as pessoas me olhem como mais um treinador e seja valorizada pela minha competência e meu trabalho, não por ser mulher. Ontem e hoje todas as pessoas falam de mim por ser mulher, mas espero que isso termine aqui e logo tudo mude. Agora, toca a trabalhar.
P. Como são suas equipes? Há quem a compare com Mourinho.
R. Não. Eu quero a posse da bola. Que minhas equipes sejam inteligentes e saibam selecionar quando é o momento de atacar, sendo, isso sim, muito rigorosa na defesa. Eu sou assim e por isso quero que o futebol seja espetáculo.
P. Quando se mudará para a França?
R. A temporada ainda não terminou e quero respeitar a direção atual do clube. Tenho muito respeito pelo treinador que agora está lá. Quando a Liga terminar haverá uma coletiva de imprensa para apresentação, e depois já me mudarei para a França para poder começar a trabalhar.
P. Que objetivos definiu para a próxima temporada?
R. Subir para a Primeira Divisão é um sonho, mas estou certa de que com trabalho podemos conseguir.
Fonte: EL País.
Sequestro de ônibus no Rio acaba após 2 horas e meia
Após duas horas e meia, terminou o sequestro do ônibus da linha 723, na Avenida Brasil, zona norte do Rio. O sequestrador, identificado como Paulo Roberto, de 35 anos, libertou os dois reféns e se entregou à polícia.
Desde as 17 horas ele mantinha uma jovem de 18 anos com uma faca apontada para o pescoço. A negociação foi conduzida por um sargento do Batalhão de Operações Especiais (Bope).
Segundo informações da Polícia Militar, o sequestrador entrou no ônibus e pouco depois pediu ao motorista que parasse o veículo. Com a aproximação de uma viatura da PM, ele ordenou que todos os passageiros descessem, restando apenas o motorista e a jovem.
O ônibus ficou atravessado na via marginal da Av. Brasil, na altura do bairro de Guadalupe, na zona norte. O veículo foi cercado por policiais do Bope, e por 14 viaturas da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros.
Há suspeita de que o sequestrador seja usuário de crack e esteja sob o efeito de drogas. Ele teria exigido a presença da sua família no local. Ele seria morador do Morro do Chapadão, próximo ao bairro de Marechal Hermes.
Parte da Avenida Brasil ficou interditada. O veículo da linha 723 fazia o percurso entre Mariópolis e Cascadura, bairros da zona norte do Rio.
TELEXFREE: Cofundador é preso nos EUA
Um dos principais fundadores da Telexfree, o americano James Merrill, foi preso nesta sexta-feira (9) no estado de Massachusetts, nos EUA. A Justiça estadunidense ainda expediu mandado de prisão no nome de outro fundador, o brasileiro Carlos Wanzeler.
Ambos podem cumprir até 20 anos de prisão caso sejam condenados. A empresa, que vende planos de minutos de telefonia pela internet (VoIP), é investigada também no Brasil por suspeita de praticar pirâmide financeira.
Desde junho de 2013, a empresa está proibida de atuar no país. O americano Merrill foi levado ao Tribunal Distrital, em Worcester, onde recebeu a sentença.
Para a promotora Carmen Ortiz, “o potencial de alcance do caso Telexfree deve servir de lição para todos”. “O ponto principal está claro: se parece bom demais para ser verdade, provavelmente não é verdade”, diz o agente especial Bruce Foucart.
Por: Adão Lima de Souza
Amigos de fé, irmãos camaradas!
O candidato tucano à Presidência da República, Aécio Neves, reuniu-se na noite de quinta-feira com José Serra.
Setores do PSDB trabalham para que o ex-governador paulista seja o candidato a vice na chapa encabeçada pelo mineiro. A operação é difícil, mas os dois sinalizaram que podem chegar a um acordo – apesar de isso ser prematuro ainda.
De imediato, a reunião significou uma reaproximação entre os dois. Após a derrota de Serra em 2010, eles passaram a travar um luta de poder dentro do PSDB. Aécio levou a melhor e atualmente é o presidente nacional da sigla. Serra vai disputar o pleito este ano, mas não sabe ainda se será como deputado federal ou senador. A chapa não é mais algo impossível.
Janot: metade do Congresso tem pendências criminais
Em 2004, o Congresso em Foco foi pioneiro no levantamento das acusações criminais contra parlamentares no Supremo Tribunal Federal (STF). De lá para cá, este site se especializou no acompanhamento das pendências judiciais de deputados e senadores.
O último levantamento, divulgado em setembro do ano passado, mostrava que 224 congressistas respondiam a 542 acusações na mais alta corte do país. Mas, segundo o procurador-geral da República, Rodrigo Janot Monteiro de Barros, este número hoje é ainda maior. “É um pouco menos de 300”, disse em trecho da entrevista exclusiva à Revista Congresso em Foco.
Na conta do procurador-geral, entram casos novos, mas também aqueles cuja existência é mantida sob sigilo pelo STF. Ou seja, praticamente metade dos 594 parlamentares federais é alvo de inquérito ou ação penal no Supremo.
E APOIS! – DE PETROLINA A PASADENA: A PANTOMIMA É A MESMA.
OS “ELES” QUEREM NOS FAZER CRER que supostos esquemas de fraude e desvio de verbas públicas possam se dá á revelia do Chefe do Executivo, devido, apenas a ação inescrupulosa de subordinados desavisados. É o caso da Petrobras e do são João de Petrolina, em que ministros e secretários agindo com desenvoltura e decisão própria fecharam acordos financeiros que ocasionaram enormes prejuízos ao erário público em total desconhecimento do então presidente da república e do agora prefeito desta cidade.
Diferentemente, porém, dá-se, com as empresas privadas, onde os patrões, lidando com patrimônio próprio, exigem de seus subordinados a devida justificação por qualquer real que se gaste, já que cada atitude de qualquer funcionário sempre deve ser referendada por um chefe hierarquicamente superior, sob pena de total bancarrota. Entretanto, quando se trata de negócio público sempre é possível determinar um bode expiatório ou boi de piranha como melhor aprouver à imaculada moral de nossos administradores públicos. E, assim sendo, em virtude de fiscalização inerte ou inexistente, permanecem os reais culpados impunes.
Diante disso, ouvir de uma pessoa leiga: “Se um chefe não tem conhecimento de como sua empresa é conduzida por seus subordinados, podendo qualquer um depredar as finanças da empresa, gastando como bem quer o dinheiro arrecadado, então insistir na escolha de Administradores Públicos é condenar as cidades e a nação á falência previsível e inevitável”. Os doutores em Gestão Pública e outras pessoas letradas a serviço dos “Eles” dirão que, pela conjuntura política, devida a necessidade de cargos de confiança, ao gestor não se pode imputar responsabilidade objetiva.
E quanto ao cidadão carente de boa prestação de serviços essenciais, embrutecendo nas escolas e morrendo á míngua em hospitais públicos, entenderá, algum dia, que tais condutas são tão corriqueiras que, ao tentar se explicar, o prefeito ou o presidente da república está autorizado a recorrer, a título de desculpas, sempre as mesmas acusações infundadas contra adversários ou contra subalternos? E que, quando se fala em tomar as medidas cabíveis, instaurando processo administrativo para apurar as irregularidades e punir os responsáveis, quer-se, ao mesmo tempo, dizer que nada será investigado e nem ninguém será punido?
Por essas e outras, é que, no Brasil, todo político quer ser prefeito ou presidente da república, já que no caso de gestão temerária e nociva ao erário, afasta-se o personalismo para dá lugar a generosidade do contribuinte em financiar aventuras egoístas, pois o erro nunca é do chefe do executivo e, sim, de algum secretário ou ministro mal intencionado que, vendido à oposição, resolve prejudicar o probo gestor. E, assim, “Os Eles” mantém o “status Quo” pelo desprezo ao bem comum, enquanto se refestela com a condescendência de outras autoridades.
Então, como dizia o sábio Jesus Cristo: “Dizei-me com quem tu andas e eu direi quem tu és”. No entanto, como impedir que Judas caminhe conosco se a porta larga da corrupção se oferece para todos? Ademais, ressalte-se que “quando os homens são puros, as leis são desnecessárias; quando são corruptos, as leis são inúteis”. Por fim, observa Luís Fernando Veríssimo quão estranho é o Brasil: país de corruptos sem corruptores. EU É QUE NÃO ACREDITO MAIS NOS “ELES”. E VOCÊ?
Por: Adão Lima de Souza.
UTILIDADE PÚBLICA: CÂMARA APROVA PROJETO QUE MUDA A DENOMINAÇÃO DE RUA NO QUATI 1
PETROLINA – Os vereadores aprovaram por 14 a zero o Projeto de Lei nº 016/14, que denomina via pública, antiga rua projetada 30, no Quati 1, de Rua Manoel Ramos Coelho.
A autoria da matéria foi dos vereadores Elias Jardim e Osório Siqueira.
E há quem diga que vereador não trabalha.
Nessa árdua tarefa colaboraram dois vereadores para fazer o projeto que dizia: A Rua 01, doravante será denominada de Rua Manoel Ramos Coelho.
Agora, será contratada uma empresa para afixar a placa na casa da esquina. Espera-se uma grande inauguração.
Por: Adão Lima de Souza








