Arquivos diários: 19 de maio de 2014

MPF denuncia cinco militares pela morte de Rubens Paiva

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RIO – O Ministério Público Federal denunciou, nesta segunda-feira, cinco militares pela morte do deputado Rubens Paiva. O general José Antonio Nogueira Belham e o coronel Rubens Paim Sampaio responderão por homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver e associação criminosa armada. Já o coronel Raymundo Ronaldo Campos e os sargentos Jurandir e Jacy Ochsendorf e Souza serão incriminados por fraude processual e associação criminosa armada. Rubens Paiva desapareceu em 21 de janeiro de 1971.

O procedimento havia sido instalado em 2012 pelo MPF. Os procuradores do Grupo de Trabalho Justiça de Transição do Rio de Janeiro apresentam nesta segunda um relatório detalhado das investigações e da ação penal.

Em fevereiro deste ano, O GLOBO noticiou que o general reformado Raymundo Ronaldo Campos revelou que o Exército montou uma farsa ao sustentar, na época, que Paiva teria sido resgatado por seus companheiros “terroristas” ao ser transportado por agentes do DOI no Alto da Boa Vista. Raymundo, que era capitão, conduzia o veículo supostamente atacado e estava na companhia dos sargentos e irmãos Jacy e Jurandir.

O general, que passou os últimos 43 anos sustentando a farsa, mudou a versão sobre o episódio em depoimentos ao Ministério Público Federal e à Comissão Nacional da Verdade. Ele admitiu que recebera ordens do então subcomandante do DOI, major Francisco Demiurgo Santos Cardoso (já falecido), para levar um Fusca até o Alto da Boa Vista e simular o ataque. Raymundo e os dois sargentos metralharam e incendiaram o carro, jogando um fósforo acesso no tanque de combustível.

Na época, Raymundo afirmou que, durante a abordagem no Alto da Boa Vista, “todos se jogaram no chão para proteção do ataque, logo a seguir se postaram para revidar ao ataque, momento em que viram uma pessoa atravessar a rua em meio a outro carro”, pouco antes de Rubens Paiva fugir. Na nova versão, admitiu que tomara conhecimento da morte de Paiva antes de seguir para o local da farsa.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/mpf-denuncia-cinco-militares-pela-morte-de-rubens-paiva-12532298#ixzz32C4mfInJ

Lagoa Grande – “é cara e absurda a passagem das vans para vermelhos”, disse um cidadão

van vermelhosLagoa Grande – As pessoas que têm a necessidade de utilizar os transportes de Vans de Lagoa Grande ao distrito de Vermelhos estão indignadas, porque vêm sendo, diariamente, “extorquidas” pelo o valor exorbitante da passagem, que chegou nesse os últimos dias, ao valor de R$ 6,00, para fazer o percurso de no máximo 20 Km.

E que é taxado, por todos, como absurdo e um ato de crueldade com o povo, e, principalmente, com os que precisam fazer esse trajeto todos os dias. Em vista disso, disse um nobre cidadão: “é caro e absurda essa passagem nesse valor, não temos condições e não é justo pagar R$ 6,00 para Vermelhos, enquanto que para Petrolina custa R$8,00 a passagem, sendo quase 3 (três) vezes maior a quilometragem, entorno de 50 Km. Em vista disso, é desproporciona e injusto essa cobrança”.

As autoridades municipais que deveriam fiscalizar, para coibir essas práticas abusivas, não o fazem, sobrando, assim, para os cidadãos lagoagrandenses arcarem com os ônus dessa prestação de serviço capenga, que não atende com qualidade e eficiência os anseio das sociedade de Lagoa Grande.

Portanto, precisamos é de uma fiscalização em relação aos aumentos fora da realidade feita por essa associação de Vans, e de medidas que suavizem esses valores no bolso do cidadã, e não de autoridades municipais que coadunam com essas medidas, por isso, o povo pede e requere atitudes por parte das autoridades locais.

Por : “O Cidadão”

A copa já era! – Parte IV

FifaO presente texto tem o propósito de apresentar onze argumentos, do goleiro ao ponta-esquerda, para demonstrar que a Copa já era! Ou seja, que já não terá nenhum valor para a sociedade brasileira e, em especial para a classe trabalhadora, restando-nos ser diligentes para que os danos gerados não se arrastem para o período posterior à Copa.

6. De novo o dinheiro

Há de se considerar que todos esses efeitos já foram produzidos e continuarão repercutindo na vida real para além da Copa, ainda que o saldo econômico desta venha a ser positivo.

E se o tema é dinheiro, há de se indagar: dinheiro para quem, cara pálida? É evidente que o benefício econômico não ficará para a classe trabalhadora e sim para quem explora o trabalho ou se vale da lógica de reprodução do capital. Para o trabalhador, o dinheiro que se direciona é o fruto do trabalho realizado, que, de fato, na lógica do modelo de sociedade capitalista, não representa, jamais, o equivalente necessário para restituir à classe trabalhadora como um todo o valor do trabalho empregado no serviço ou na obra.

A lógica econômica da Copa não é outra coisa senão a intensificação do processo de acumulação de riqueza por meio da exploração do trabalho alheio, sendo que se considerarmos a utilização do denominado “trabalho voluntário”, que se realizará sem qualquer custo remuneratório, a acumulação que se autoriza é ainda maior.

O tal efeito benefício econômico, a que tanto se alude, portanto, não será, obviamente, revertido à classe trabalhadora. Esta, inclusive, será enormemente prejudicada, na medida em que o dinheiro público utilizado para financiar a atividade lucrativa de índole privada foi extraído da tributação realizada sobre a riqueza produzida pelo trabalho e que, assim, deveria ser, prioritariamente, revertida ao conjunto da classe trabalhadora para a satisfação das necessidades essenciais garantidas por preceitos constitucionais: escolas, hospitais, previdência e assistência social, creches e transporte, por exemplo.

É completamente ilógico dizer, como disse o diretor-geral do Comitê Organizador Local da Copa do Mundo Fifa 2014, no texto mencionado, que se está usando o dinheiro público para incentivar uma produção privada com o objetivo de, ao final, tributar essa produção e devolver o dinheiro aos cofres públicos.

O argumento seria apenas ilógico não fosse, também, digamos assim, carregado de alguns equívocos, o que o torna, portanto, muito mais grave. Ora, como adverte Maurício Alvarez da Silva, pelos termos da Lei Geral da Copa, Lei n. 12.350/10, “foi concedida à Fifa e sua subsidiária no Brasil, em relação aos fatos geradores decorrentes das atividades próprias e diretamente vinculadas à organização ou realização dos Eventos, isenção de praticamente todos os tributos federais”.

Além disso, em 17 de maio de 2013, o governo federal publicou no “Diário Oficial da União decreto que concede isenção de tributos federais nas importações destinadas à Copa das Confederações neste ano e à Copa do Mundo de 2014. Entre os produtos incluídos na isenção estão alimentos, suprimentos médicos, combustível, materiais de escritório, troféus. O benefício abrange Imposto sobre Produtos Industrializados incidente na importação, Imposto de Importação, PIS/Pasep-Importação, Cofins-Importação, Taxa de utilização do Siscomex, Taxa de utilização do Mercante, Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante e Cide-combustíveis”.

Em concreto, continuarão sendo tributados apenas as empresas nacionais, que não estejam integradas ao rol das apaziguadas da FIFA, sofrendo, ainda, com a isenção concedida às importadoras, os trabalhadores e os consumidores, sendo que o valor circulado nesta seara é ínfimo se considerarmos aquele, sem tributação, destinado à FIFA e suas parceiras e às importadoras.

7. De novo os ataques aos trabalhadores

Quando os trabalhadores, saindo da invisibilidade, se apresentam no cenário político e econômico e se expressam no sentido de que planejam uma organização coletiva para tentarem diminuir o prejuízo, buscando, por meio de reivindicações grevistas, atrair para si uma parte maior do capital posto em circulação em função da Copa, logo algum economista de plantão vem a público com a ameaça de que tais ganhos podem resultar em demissões futuras.

Mas, essa possibilidade aventada pelos trabalhadores de se fazerem ouvir na Copa, que pode, em concreto, minimizar o prejuízo dos trabalhadores, no processo de acumulação, e do país, na evasão de riquezas, acabou provocando uma reação institucional imediata, afinal o compromisso assumido pelo Estado brasileiro foi o de permitir que a FIFA obtivesse o seu maior lucro da história. Então, a Justiça do Trabalho se adiantou e divulgou que vai estabelecer um sistema de plantão para julgar, com a máxima celeridade (de um dia para o outro), as greves que ocorram durante a Copa, com o pressuposto já anunciado de que “as greves têm custo para os trabalhadores, empregadores e população”, sendo certo que a Copa não pode ser usada para “expor o país a uma humilhação internacional, como no Carnaval, quando houve greve de garis”.

Pouco importa o quanto a Justiça do Trabalho, historicamente, demora para dar respostas aos direitos dos trabalhadores, no que se refere às diversas formas de violências de que são vítimas em razão das práticas de algumas empresas no que tange à falta de registro, ao não pagamento de verbas rescisórias, ao não pagamento de horas extras, ao não pagamento de indenizações por acidentes do trabalho etc.

Mesmo que já tendo melhorado sobremaneira na defesa dos interesses dos trabalhadores, transmite ainda a ideia central de que o que importa é ser célere quando isso interessa ao modelo econômico, que se vale da exploração do trabalho para reproduzir o capital.

A iniciativa repressiva da Justiça, ademais, foi aplaudia, rapidamente, por editorial do jornal Folha de S. Paulo, o qual, inclusive, em declaração, no mínimo, infeliz, chamou os trabalhadores de oportunistas:

É uma iniciativa elogiável para evitar o excesso de oportunismo sindical, que não hesita em prejudicar o público e ameaçar o principal evento do ano no país.

Ou seja, todo mundo pode ganhar, menos os trabalhadores. Parodiando a máxima penal, é como se lhes fosse dito: “tudo que vocês ganharem pode ser utilizado contra vocês mesmos…”

Como foram as condições de trabalho nas obras? Quantos trabalhadores não receberam ainda os seus direitos por serviços que prestaram para a realização da Copa? Segundo preconizado pelo viés dessa preocupação, nada disso vem ao caso… Na visão dos que só veem imperativo obrigacional de realizar a Copa, como questão de honra, custe o que custar, o que importa é que o “público” receba o proveito dos serviços dos trabalhadores e se estes não ganham salário digno ou se trabalham em condições indignas não há como trazer à tona, para não impedir a realização do evento e para não abalar a imagem no Brasil lá fora.

Mas, concretamente, que situação pode constranger mais a figura do Brasil no exterior? O Brasil que faz greves? Ou o Brasil em que os trabalhadores são submetidos a condições subumanas de trabalho e que não permite que esses mesmos trabalhadores, em geral invisíveis aos olhos das instituições brasileiras, se insurjam contra essa situação, tendo que aproveitar o momento de um grande evento para, enfim, ganhar visibilidade, inclusive, internacional?

Na verdade, a humilhação internacional, a qual não se quer submeter o Brasil, é a de que o mundo saiba como o capitalismo aqui se desenvolve, ainda marcado pelos resquícios culturais de quase 400 anos de escravidão e sem sequer os limites concretos da eficácia dos Direitos Humanos e dos direitos sociais, promovendo, em concreto, uma das sociedades mais injustas da terra.

*Jorge Luiz Souto Maior – professor livre-docente da Faculdade de Direito da USP e membro da AJD – Associação Juízes para a Democracia.

 

Baixa adesão, altíssima voltagem

dinesGoverno e imprensa raramente convergem – o que é ótimo para a democracia –, porém nesta sexta-feira estavam afinadíssimos ao avaliar as manifestações do 15-M, o primeiro Dia Internacional de Lutas Contra a Copa: apoio reduzido e baixa adesão.

A utilização das jornadas de junho passado como base de comparação é um truque aritmético e retórico que não resiste a um exame mais atento dos fatos. A gigantesca participação em 2013 teve como alvo principal a inoperância do Congresso, corrupção, a precariedade dos serviços públicos, notadamente na esfera da saúde e transporte público.

A Mini-Copa (das Confederações) não foi o alvo preferencial, entrou na pauta das demandas por contingência cronológica, deveria realizar-se dentro de poucas semanas e os novos estádios estavam no meio do caminho.

O pífio apoio obtido pelo 15-M não deve ser visto sob a ótica exclusivamente estatística. Até hoje pouco sabemos sobre o número de manifestantes que em 1789 foram a Versailles e depois percorreram Paris para derrubar a monarquia francesa, mas não restam dúvidas sobre a intensidade e a efetividade do histórico protesto.

Junho de 2013 foi acontecendo, rolando, se espraiando, ajudado pela repressão policial e pela catatonia do aparelho do Estado, enquanto o atual movimento anti-Copa, ainda que em dimensões experimentais, é organizado, tem estratégia, cronograma, desdobramentos, conexões. E um contexto político frenético, tanto no âmbito nacional, continental como internacional.

O agito deste maio — enganosamente inexpressivo como o veem os otimistas — tem algo de 1968, no início limitado, depois expandido pelo mimetismo de uma sociedade ainda analógica, porém intensamente politizada. Hoje, as ideologias são virais, instantâneas, contagiosas, fulminantes. Os estados de espírito transferem-se em alta velocidade, Caracas pode ser aqui e agora.

No ano passado, o então imbatível premiê Recep Erdogan começava a ser confrontado nas ruas de Istambul por ambientalistas, neste momento é bode expiatório, culpado até por fatalidades. Uma Ucrânia na ressaca da revolução laranja (2004), de repente despertou como campo de provas para um novo tipo de conflito bélico internacional, acionado por agentes provocadores e travado nas ruas por milícias mascaradas.

O mito do futebol – idolatrado, inviolável, inatingível, inatacável – despencou do pedestal. Tal como a China confrontada nas ruas de Saigon pelos vietnamitas. O impensável tornou-se possível. Isso pega, hoje tudo pega, basta um espirro.

As apressadas avaliações sobre o que aconteceu na última quinta não levam em conta que foi a primeira: até 12 de junho (quando a brazuca começar a rolar no gramado do Itaquerão, em São Paulo), há ainda três outras quintas-feiras. Cada uma estimulada pelas malfeitorias disponíveis no mercado da incivilidade: depredações estimuladas, greves ilegais, infiltrações partidárias e o suporte do crime organizado.

Cada um destes motins aumentará a tremenda pressão emocional sobre os 25 rapazes convocados para defender sozinhos nossos brios, cores, nossa capacidade de improvisar e, principalmente, o Esporte-Rei sequestrado pela corrupta multinacional chamada FIFA.

Alberto Dines – Colunista do EL Páis.

O IRA! se apresenta para milhares de pessoas, na Virada Cultural de São Paulo

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Sete anos depois de uma briga pública, que durou cinco anos e envolveu ações na Justiça entre o vocalista Nasi, de 52 anos, e seu irmão e empresário da banda, Airton Valadão Junior, o Ira! subiu ao palco novamente para uma apresentação, que fez parte das programações da 10ª Virada Cultural, em São Paulo.

Marcada para começar às 18h, a apresentação atrasou apenas 10 minutos e durou exatamente uma hora e meia, tempo em que 22 músicas foram tocadas, entre os clássicos Vejo Flores em Você,Envelheço na CidadeLonge de TudoGritos na Multidão e O Girassol, que empolgaram a multidão, formada principalmente por jovens, a segunda geração do Ira!.

“É muito bom poder voltar à ativa e isso é consequência do amor de vocês”, disse Nasi, ao começar o show, que fez parte de uma programação de 24 horas de apresentações de músicas, teatros, filmes, dança, totalmente gratuitos em São Paulo.

O show do Ira! foi uma das apresentações mais esperadas da noite e transcorreu sem nenhum problema, aparentemente. Nasi, visivelmente mais gordo, se mostrou afinado com o público e com os integrantes da banda. Arriscaram cantar uma nova música, ABCD, que foi bem recebida pelo público. Já entre os hits, Pobre Paulista fez falta para uma plateia de gente de diversos lugares do país.

Ainda no início do show, Nasi falou que cantaria uma música que falava do vício em drogas. E mencionou os viciados em crack, que vivem na região da cracolândia, situada ao lado do palco: “Que o governo trate essas pessoas como doentes que são e com amor. Eles precisam de cuidados médicos”, disse, antes de cantar Flerte Fatal, cuja letra diz: “Muita gente já ultrapassou a linha entre o prazer e a dependência / E a loucura que faz o cara dar um tiro na cabeça quando chega além… esse flerte é um flerte fatal”.

Durante a apresentação, Nasi agradeceu várias vezes ao público, que recebeu a banda calorosamente. Chegou a brincar com a quantidade de fotos que a plateia, em sua maioria feita por jovens conectados a um smartphone, fazia: “Caprichem na foto!”, disse, enquanto posava para as pessoas.

Ao final do show, mais uma vez, o vocalista agradeceu ao público. Pobres paulistas, que ficaram cinco anos sem uma das maiores bandas de rock brasileiras contemporâneas. “Obrigado por estarem aqui na nossa volta! Nós somos o Ira!”.

Veja as vagas de emprego da Agencia do Trabalho para esta segunda-feira(19)

 
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1

Auxiliar de pessoal
2563487

ENS. MEDIO COMPLETO

6 meses CTPS

1

Cabeleireiro
2573202

FUNDAMENTAL COMPLETO

6 meses não CTPS

5

Carpinteiro
2550102

FUNDAMENTAL COMPLETO

************

1

Chefe de cozinha
2599557

ENS. MEDIO COMPLETO

6 meses CTPS

10

Cobrador externo
2599364

ENS. MEDIO INCOMPL

6 meses CTPS

1

Costureira de máquinas industriais
2533540

6 meses não CTPS

1

Depiladora
2573215

FUNDAMENTAL COMPLETO

6 meses não CTPS

5

Eletricista
2550130

FUNDAMENTAL COMPLETO

************

1

Eletricista
2599159

ENS. MEDIO COMPLETO

6 meses CTPS

5

Encanador
2550123

FUNDAMENTAL COMPLETO

************

1

Garçom
2599618

ENS. MEDIO COMPLETO

6 meses CTPS

1

Gerente de bar, cantina e restaurante
2597101

ENS. MEDIO COMPLETO

6 meses não CTPS

1

Gerente de vendas
2594082

ENS. MEDIO COMPLETO

6 meses CTPS

1

Manicure
2573144

FUNDAMENTAL COMPLETO

6 meses não CTPS

1

Mecânico de manutenção de bombas hidráulicas
2155100

FUNDAMENTAL INCOMPL

6 meses não CTPS

1

Mecânico de manutenção de máquina industrial
2568381

ENS. MEDIO COMPLETO

6 meses CTPS

2

Office-girl
2480357

ENS. MEDIO COMPLETO

**********

5

Oficial de serviços gerais na manutenção de edificações
2550300

FUNDAMENTAL INCOMPL.

***************

1

Operador de escavadeira
2583667

FUNDAMENTAL COMPLETO

6 meses CTPS

1

Operador de moto niveladora
2583738

FUNDAMENTAL COMPLETO

6 meses CTPS

1

Operador de telemarketing ativo
2596345

ENS. MEDIO COMPLETO

6 meses CTPS

5

Pedreiro
2550199

****************

************

10

Pintor de alvenaria
2550218

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************

1

Recepcionista atendente
2551613

ENS. MEDIO COMPLETO

6 meses não CTPS

1

Recepcionista atendente
2571781

ENS. MEDIO COMPLETO

6 meses CTPS

5

Servente de obras
2550144

FUNDAMENTALCOMPLETO

************

1

Técnico orçamentista de obras na construção civil
2564890

ENS. MEDIO COMPLETO

6 meses CTPS

10

Trabalhador da cultura de milho
2592196

FUNDAMENTAL INCOMPL

6 meses CTPS

70

Trabalhador da cultura de uva
2576932

6 meses CTPS

1

Vendedor pracista
2573328

ENS. MEDIO COMPLETO

6 meses não CTPS

2

Vendedor pracista
2567473

ENS. MEDIO COMPLETO

6 meses CTPS

1

Vendedor pracista
2564566

ENS. MEDIO COMPLETO

6 meses não CTPS

1

Vidraceiro
2494569

ENS. MEDIO INCOMPL

6 meses CTPS

A Agência do Trabalho fica localizada no Centro de Convenções, abertas 7.30 as 17.30 hs.

Isto Posto… Policiais Militares e o Impedimento de Greve: A Insegurança Institucionalizada.

PM

É permitido em Lei o Direito de Greve a toda e qualquer categoria de trabalhadores privados e, por analogia, também aos servidores públicos, excerto, aos militares, incluindo-se aí os Policiais Militares, como se estes não participassem da mesma relação de troca entre capital e trabalho, secularizada por um sistema econômico fortemente marcado pelos antagonismos entre os que comandam os mecanismos de produção e os que são obrigados a vender sua força laboral.

Diante de tal dissenso, produzido por uma interpretação equivocada de que estaria garantida a segurança geral, se mantidas ás forças auxiliares do poder de polícia da administração Pública o status de militar, o Brasil enfrenta agora um levante legítimo de trabalhadores submetidos a um longo regime de opressão operada por políticas de segurança inescrupulosas que desrespeitam os direitos e garantias trabalhistas sob a égide de uma norma, em que pese ser alçada ao patamar de constitucional, tem se mostrado injustiça e, por isso, perdido sua função preventiva, conforme se pode inferir das últimas greves da PM deflagradas na Bahia e Pernambuco.

O que se observa nesse embate de forças é de um lado governadores irresponsáveis, cujos privilégios legais de coerção contra a organização sindical dos Policiais Militares, festejando a disparidade de armas entre patrão e empregado, asseguram-lhes a desobrigação de negociar reivindicações da classe policial atinentes às condições inafastáveis de trabalho como salários decentes e benefícios legais, os quais deveriam fazer parte das atribuições dos gestores públicos para uma eficiente política de segurança.

E, assim, vê-se o cidadão aturdido em meio à insegurança institucionalizada por uma lei injusta que, ao oprimir, induz sua inobservância, pondo em xeque instituições fragilizadas, a exemplo do Ministério Público e o Poder Judiciário, que combalidos lançam mão de detritos autoritários como a lei de Segurança Nacional em flagrante desrespeito à Constituição Cidadã, a fim de fazer valer prerrogativas de governadores perniciosas ao republicanismo e ao Estado Democrático de Direito.

Isto posto, como a lei não previu contrapartida do Estado capaz de evitar greves de Policiais Militares, quem sabe uma Câmara de Mediação e Arbitragem, com competência para solucionar o dissídio trabalhista que ora se apresenta com o movimento paredista das forças de segurança, como acontece na Justiça do Trabalho, o que se esperar, então, do uso da repressão através da aplicação de leis perversas do tempo da Ditadura Militar senão o desmonte do regime democrático ocasionado pela insegurança institucionalizada promovida pelo Estado?

 Por: Adão Lima de Souza