Arquivos diários: 8 de janeiro de 2016

MICK JAGGER DIZ QUE NÃO ESCUTA DISCOS EM VINIL

JaaggerProdutor-executivo de “Vinyl” (Vinil), série da HBO que retrata a indústria fonográfica de Nova York nos anos 70, Mick Jagger disse que não escuta música em discos de vinil. “Eu não ouço, mas meus filhos amam”, disse, rindo, o líder dos Rolling Stones durante o lançamento da série em um evento para a imprensa especializada em TV em Los Angeles, na última quinta-feira, dia 7.

O cantor participou da apresentação de “Vinyl” via videoconferência.

Jagger é produtor e criador da atração ao lado de Martin Scorcese e Terrence Winter (“Sopranos”, “Boardwalk Empire”). “Eu tive essa ideia há alguns anos e contei para o Marty (apelido de Scorcese). Tentamos desenvolvê-la primeiro como um filme, mas aí virou uma série de TV”, contou o roqueiro.

Scorcese dirige o episódio de estreia, com duas horas de duração.

O drama, que tem como protagonista Bobby Cannavale no papel de Richie Finestra, dono da fictícia gravadora em falência American Century, estreia em 14 de fevereiro nos EUA e no Brasil. O empresário cocainômano precisa descobrir nova bandas, em uma época em que o punk, a disco music e o hip hop, entre outros gêneros, começam a surgir, para não ver seu negócio falir.

A série mostra músicos como Robert Plant, do Led Zeppelin, se envolvendo em negociações com as gravadoras para não serem passados para trás.

Jagger contou que, nos anos 70, ele também participava dos acordos dos Stones com as gravadoras. “Como nós fomos realmente sacaneados nos anos 60, tivemos que nos envolver nos negócios. Então a gente sabia quem era bom e mau, quem pagava…”, disse.

Questionado se “Vinyl” poderia dar uma espécie de impulso ao rock junto às gerações mais novas, Jagger não quis palpitar. “É uma série de TV, um drama, não sei o que acontecerá com a música”.

O líder dos Stones também comentou a participação de seu filho James Jagger na superprodução. James, que também é músico, interpreta o vocalista de uma banda punk. “Ajudei ele falando sobre algumas atitudes que ele poderia ter e o encorajei a se sentir seguro atuando. Mas tudo é criação dele”.

Fonte: Lígia Mesquita/ Folha de São Paulo

O CAPITALISMO PETISTA

MACACO PUNKE então Plebe Rude, transeuntes dessa Nau-Brazil desgovernada, nação futurista, trazida pelas caravelas d’além-mar, este que vos fala é PONCIANO RATEL, alçado a patente de Desabestalhador Geral da República em revide ao grassamento das contingências morais nestas paragens Bruzundangas.

No proselitismo iconoclasta de hoje, o grassamento do capitalismo Petista pelo chamado Tesouro Direto. Política econômica posta em andamento pelos socialistas da caterva vermelha, cujo fundamento se arrima na manutenção de um verdadeiro supermercado de papéis do governo, títulos públicos vendidos às pessoas físicas por meio da internet, com rendimentos pagos à taxa SELIC, hoje em 14,25%.

O que nos dão conta os noticiamentos hodiernos é que, sob o controle rígido dos ocupantes dos recônditos do Palácio dos Marajás da Governança em Brasília Teimosa, gente graduada em desperdiçar tuias de dinheiro dos cofres públicos, desembestou-se a vender ações do Tesouro Nacional diretamente pela internet, sem a intermediação financeira da Bolsa de Valores, a pequenos investidores, cujo número, hoje, chega a 587mil  acionistas, que fugindo das aplicações mais sofisticadas do mercado financeiro,  optaram pelo papelório do Banco Central, remunerado à custa do endividamento do governo.

Informam ainda os libelos mais benquistos pelos letrados, conforme os inteiramentos acusatórios da grande mídia falada e escrevinhada, tabloides mais versados no entretimento e na venda de leituras de fácil degustação, que com a aplicação no Tesouro Direto, o dinheiro de quem se previne contra o desemprego e as adversidades de uma economia tangida aos solavancos tivera rentabilidade negativa, já que a incompetência Petista deixou escapar as rédeas da infração, que alcançou, em 2015, o patamar 10,72% contra os 7,95% que remunerarão os promissores papéis de baixo risco.

Também alardeiam os ditos pasquins, ainda, nos moldes da incompetência generalizada, que o governo dos “comunistas” Petistas, antes avessos ao Capitalismo até o limiar da medula, porém, hoje compondo o quadro dos maiores milionários do país, com destaque para o talento empresarial, meteórico e infalível, do velho Lula e de seus filhos geniais, apesar de produzir a maior taxa de juros do mundo, fazendo crer que se viveria melhor emprestando dinheiro ao governo, com aplicações diretas no Tesouro ao invés de investir na produção, também produziu o pior desempenho internacional do mercado de ações, com a Bolsa de Valores voltando ao nível 2008, com queda acumulada de 29% no ano, em virtude da gestão desastrosa e corrupta da Petrobras e da negligência gerencial e governamental que provocou a queda das ações da Vale, aquela da barragem estourada na cidade de Mariana, que matou o Rio Doce.

Dessa feita, os “Comunistas” das antrolas, inimigos mortais, no tempo das vacas magras, da prática capitalista da especulação financeira, considerada nociva ao correto partilhamento das riquezas do país, mas que agora governam o país com solidez e demasiada sabedoria, renunciando as diligências da conduta ilibada para motejar e abespinhar a sacanagem privada, sem crise nenhuma de consciência moral, incita os pequenos poupadores a abandonarem o trabalho para viver da agiotagem institucionalizada, antes fortemente criticada nos discursos do PT de Lula e seus correligionários, porém, hoje, doutrinada como distribuição de renda.

Assim sendo, Me despeço de vosmecês torcendo pelo Desabestalhamento Geral.

 E atentai para esta sapiência do Millor Fernandes: “O capitalismo é a exploração do homem pelo homem… O socialismo é o contrário”.

PONCIANO RATEL.