Arquivos mensais: janeiro 2016
Ardências indolores
“E tu, por que tornar da dor ao meio?”
(Alighieri, Dante. A divina comédia)
Ao longe, avisto um homem. Talvez não um homem espesso, solidamente homem. Miragem é que não há de ser. No deserto, vê-se, imaginativamente, poças d’água. Faz calor. Não tremeluz a minha vista, conquanto. Um copo, violentamente abastecido, impossibilita o embaciamento do que se me apresenta. O homem, ei-lo.
Neste instante, ele vaga pelos bares. Escolhe um e entra. Há barulho, algazarra, arrastar de cadeiras. Não obstante, posso ouvi-lo: fala sobre os livros que leu. Cita um autor, página 231, parágrafo terceiro. De chofre. É ele o homem que, durante o dia, encafua-se atrás de uma mesa, refrigério absoluto, a imprimir ordens via telefone. Posso reconhecê-lo, protocolar, quando do ocaso do sol – e aos finais de semana -, vai ao bar e, entre um gole e outro de cerveja, derrama-se em canto: E no escritório, em que eu trabalho, e fico rico, quanto mais eu multiplico, diminui o meu amor… Artifícios enevoados, devaneios que não resistem ao esvaecer do álcool. O homem cujos pés jamais percorreram um quarteirão, ante o frenesi de ouvidos atentos, conta causos, malandaças, desventuras… Extraídos de livros múltiplos, assina-lhes com nome próprio. Delira com delírios alheios.
Há momentos em que homem e personagem confundem-se. Deliberadamente, por suposto. Durante o dia, o homem é sempre pragmático, corriqueiro, calculadora itinerante, preocupado com outros dias – inexistentes. À noite, Gregor Samsa o inveja a metamorfose: és hora de perfumaria, desprendimento manufaturado. Há homens que são muitos. O poeta Manoel de Barros dizia-se muitas pessoas destroçadas. Nosso personagem, porém: dois em um, por ocasião. Mesmo o conforto sufoca e, sem abdicar de tal, ele engendra ardências que não tocam a pele. Sofre, confortavelmente. E tudo é dor e beleza, aos finais de semana.
Breno S. Amorim
Dilma com Getúlio
E tudo começou com Duda Mendonça: AGORA É LULA! Deu certo. Sem Duda, o Brasil talvez não tivesse essa onça. O Lulinha transformado em paz e amor arrasou no guia, no palanque, nos debates. Os contra mudaram, confiantes. Motivo tinha: Lula passou fome; entrou com 9 anos na escola; a mulher perdeu o filho e morreu no hospital público; o diploma de torneiro foi o primeiro anel de Doutor.
Achou pouco os oito anos conferidos nas Diretas e apontou o pódio para Dilma. Criador e criatura se estranharam já na rampa do Planalto. Abraços e beijinhos só pra fazer de conta. Doze anos passados os apóstolos se desentenderam. Mais que na Torre de Babel. Na campanha da reeleição teve de tudo. No segundo turno caiu o Neves, ficou a criação de Lula. A Petrobras do tempo de Getúlio padeceu sob os poderes de Cerveró. O ano de 2015 veio pendurado na bestafera. As algemas cantaram soltas. Foi cadeia pra todo lado. Nunca antes na história do País ninguém fora preso, por causa de petróleo. Com exceção da campanha do “Petróleo é Nosso” na ditadura de Getúlio.
Outras empresas entraram na concorrência, ou melhor, na ocorrência do boletim policial. Mais gente presa. A inflação aproveitou o ensejo e zumbiu nos ouvidos da Presidenta. A Suíça saiu do fornecimento de queijo podre, para fornecer o endereço do dinheiro sujo. A delação virou mote nas esquinas. Lava-jato passou a ser título de crédito policial. As autoridades de vários matizes se juntaram no acocho. A palavra sigilo foi suprimida, inclusive com efeito retroativo. A Convenção de Genebra foi pras cucuias.
Até o samba mereceu mudança radical. Fora-se o tempo da malandragem: mas a orquestra sempre toma providência, tocando alto pra polícia não manjar. A polícia ganhou ares divinos. É onipresente. Rádio, jornal, televisão, internet, WhatsApp só pensam naquilo. É óbvio que o tralalá tomou conta dos discursos. Dilma, dentre outras, lamentou não poder armazenar vento. Lula jurou de pé junto que tinha uma alma honesta. Empolgou-se.
Desafiou: “não existe viva alma mais honesta do que eu”. Saiu da Polícia Federal até a Igreja Católica. Levou, portanto, o caso para a teologia. Julgamento de alma se faz no Juízo Final. E tem muito jogo pela frente. Por outro lado, a Presidenta Dilma começou com a Petrobras quebrada e voou para 1954. Reclamou que Getúlio e ela viviam o mesmo Calvário.
Ocorre que Getúlio fustigado com a prova de corrupção matou-se no seu segundo governo. Eleição democrática, romântica, popular: “Bota o retrato do velho, bota no mesmo lugar, O sorriso do velhinho faz a gente trabalhar”. Saíra com o rabo entre as pernas e voltara nos braços do povo para o mesmo lugar. Getúlio descobriu que seu irmão Benjamin Vargas e seu capanga, o anjo da guarda, Gregório Fortunato estavam envolvidos num mar de lama. Além do dinheiro a morte de um oficial da Aeronáutica. O major aviador Rubens Florentino Vaz, que protegia Carlos Lacerda, tombou na Rua Toneleros, no Rio de Janeiro em 05 de agosto de 1954.
Pressionado pelas acusações e por certo envergonhado com seus assessores Getúlio resolveu dar um Xeque-mate em Lacerda. Escreveu a Carta Testamento e deu um tiro no peito esquerdo. Como previa na última frase: “saio da vida para entrar na história”; virou mito. Tony Ramos que o diga. O que quis dizer Dilma Rousseff com a comparação que fez de si mesma com Getúlio? Tenho na memória repetidas vezes ela própria dizendo de si mesma: “Não tenho conta na Suíça”.
Recentemente, convidou o astro Wagner Moura para dar conselho no Planalto. Wagner, para o público em geral, é o Capitão Nascimento, do filme Tropa de Elite. Ele tortura, mata, esfola e se diz contra a corrupção. O bem maior é a vida. O assassino é antes de tudo um ladrão. O torturador não merece perdão, diz a Constituição. Nascimento é sinônimo de morte.
Duda Mendonça foi absolvido no chamado Mensalão. Resta então apenas uma pergunta: E AGORA LULA?
Por: Gilberto Marques, advogado criminalista e colaborador do blog do Magno Martins.
FACAPE: É PRECISO MUDAR A DIREÇÃO DAS COISAS
A construção do conhecimento como um processo dialético se dá pela compreensão e apreensão da realidade em suas múltiplas dimensões, num permanente movimento em que as partes e o todo possuem entre si uma íntima relação, em que o todo se cria a si mesmo na interação das partes.
Isto é assim, pois pretende fazer com que o aluno adquira continuadamente uma visão de totalidade do conhecimento produzido até aqui e, deste modo, seja capaz de compreender o imaginário social a partir do conhecimento sistêmico numa relação transdisciplinar e integradora do processo de ensino-aprendizagem.
Assim sendo, pode o professor ajudá-lo a compreender a complexidade da realidade estrutural e conjuntural da sociedade, e o seu movimento histórico, fazendo-o tomar consciência das reais condições e modo de intervir na realidade a partir da utilização de instrumentos teórico-metodológicos que lhe proporcione ampla atuação na vida profissional.
Portanto, é preciso, para consolidar a mutualidade entre prática e teoria, o aluno buscar, captar a dinâmica que se verifica entre educação e sociedade, mediada pela prática de ensino dos vários atores que compõem a FACAPE, enquanto instituição de ensino voltada à formação profissional, partindo sempre da estreita relação SUJEITO-OBJETO para construir a organicidade da TEORIA-PRÁTICA.
Desse mofo, a verdadeira aprendizagem, a meu ver, ocorrerá pela busca no prazer de ensinar, que na qualidade de professor, aprende-se pela reflexão-ação-reflexão a respeito da própria prática não só individual, mas também, dentro de um movimento, de uma configuração dialógica com seus pares – os alunos – num movimento recíproco que não se reduz a educador/educando, mas, a todos os atores que fazem mover a nossa Faculdade.
Com efeito, esse diálogo pode ocorrer num entendimento a partir de relações mútuas de nosso referencial da palavra, e de atitudes, que embora, sendo a Faculdade como parte de uma totalidade mais ampla, pode funcionar como um laboratório, onde as relações de ensino aprendizagem se desvelam com toda a sua significação, que nas palavras de Paulo Freire, seria afirmar que “o educador já não é o que apenas educa, mas o que, enquanto educa, é educado, em diálogo com o educando que, ao ser educado, também educa. Ambos, assim, se tornam sujeitos do processo em que crescem juntos e em que os ‘argumentos de autoridade’ já não valem. Em que, para ser-se, funcionalmente, autoridade, se necessita de estar sendo com as liberdades e não contra elas”.
Logo, deve ser imbuído desse entendimento que se pode propor um processo ensino-aprendizagem fundado no diálogo, pois é sabido que na relação entre os atores que fazem a universidade – no nosso caso a FACAPE – se complementam, porque uns não podem se sobrepor aos demais, e, sim, cada um assumir a exata consciência do seu papel e das capacidades que possui.
Para Freire, e aí penso que está à importância do diálogo, sem o qual não se efetiva uma reforma qualitativa na nossa Instituição, viver não pode ser a partir de um empreendimento, individualista e solitário, pois “ninguém se conscientiza separadamente dos demais. A consciência se constitui como consciência do mundo”.
Isto implica, para o professor que quer fazer alguma transformação, o dever constante de trocar de papel com seus alunos, desfazendo aos poucos a imagem autoritária que arbitrariamente tornou-se intrínseca a sua prática profissional.
Quanto à FACAPE, este entendimento é perfeitamente possível e oportuno, para o propósito de qualificá-la a partir da sua comunidade dentro do objetivo maior que é oferecer um ensino cada vez mais de melhor qualidade.
Ao chegarem às salas de aula, nossos alunos precisam encontrar em nós professores um aliado que esteja ali não só para ensinar, como também para escutar, renovar suas ideias e aprender com cada deles e, sobretudo, conjuntamente, organizar e dirigir situações do cotidiano escolar, administrar a progressão do conhecimento, enfim, envolvê-los no processo de construção de sua própria educação, sempre trabalhando em equipe.
Com base no que foi dito acima, para uma adequada e cuidadosa compreensão dos problemas gerados na Instituição nesses últimos anos, nosso olhar deve se voltar para o aprimoramento do modelo de gestão, já que as decisões tomadas nos altos escalões repercutem em todo processo de ensino-aprendizagem, elidindo ou implementando certo distanciamento dos atores que movem a FACAPE.
Por fim, imprescindível é que se quebre velhos paradigmas para nos livrarmos de certos modelos superados, buscando sempre o modelo de Gestão Aberta. Aberta no sentido de partilhar de forma efetiva os espaços de tomada de decisões dentro da FACAPE. Pois somente assim, a universidade cumprirá seu papel social de instrumento essencial na formação dos alunos para a cidadania ativa.
Por: Celso Franca, Professor de Sociologia da FACAPE.
Cirurgião oncológico do Ceonco/Apami emite alerta para prevenção do câncer do colo de útero
PETROLINA – O câncer do colo do útero, o segundo mais recorrente em mulheres, está associado principalmente aos hábitos da vida sexual da mulher. Ele tem sua formação ligada a uma infecção persistente por alguns tipos do Papilomavírus Humano, o HPV. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA) para o ano de 2016, a expectativa é que 16.340 mulheres sejam diagnosticadas com a doença.
Em alguns casos, a infecção genital pelo HPV que é adquirida através da relação sexual, pode ocorrer alterações celulares que poderão evoluir para o câncer. Segundo o Cirurgião Oncológico do Centro de Oncologia/Associação Petrolinense de Amparo à Maternidade e à Infância, Murilo Martins, o câncer na sua fase inicial não apresenta sintomas, por isso é de fundamental importância a realização dos exames preventivos anuais. “Quando a mulher apresenta sintomas a doença normalmente esta avançada, é onde ocorre sangramentos vaginais, dores pélvicas e corrimentos purulentos na vagina com odor ruim. Daí a importância vital dos exames preventivos para o diagnóstico precoce, os quais devem ser feitos por todas as mulheres”.
Quando descoberto em estágios avançados, mesmo com o tratamento, podem surgir dores crônicas no abdome, infertilidade, problemas estéticos e dificuldade nas relações sexuais. Ainda de acordo com o cirurgião, 90% dos casos estão associados ao vírus, que inicialmente causa somente uma inflamação, e depois de alguns anos se transforma em tumor, se não diagnosticado e tratado no início. Quando descoberto em fase inicial o câncer é curável em quase sua totalidade chegando a mais de 90% de cura.
O tratamento da doença é realizado de modo individualizado, considerando a fase em que o câncer foi descoberto e a capacidade física da pessoa em tolerar os tratamentos propostos. Ele compreende desde a cirurgia, quimioterapia e radioterapia. “Nos tumores iniciais muitas vezes são feitos tratamentos menos agressivos que não deixam sequelas. Normalmente a cirurgia é o suficiente. Dependendo do grau da doença são associados outros tratamentos”, explica Martins.
Lula: 15 ações contra jornalistas e personalidades
O número de ações cíveis e criminais movidas por Lula contra jornalistas e personalidades por afirmações que considera injuriosas ou ofensivas chegará a 15 nesta semana. Elas tramitam em tribunais de SP, do Rio e de Brasília.
Na sexta-feira, Lula anunciou a iniciativa mais recente: ele interpelará João Doria Jr., pré-candidato tucano a prefeito de São Paulo. Doria diz que não recuará das afirmações que fez em um debate em que disse que o ex-presidente é “um sem-vergonha, um cara de pau” e que pediria ao juiz Sergio Moro para “adiar” eventual prisão do petista.
Lula disse recentemente que vai “processar todo mundo”. O advogado do ex-presidente, Cristiano Martins, disse que a decisão foi tomada há um ano. “Observamos que havia relação entre informações falsas que eram publicadas e a abertura de investigações contra o ex-presidente. Decidimos impugnar as próprias reportagens, além de buscar reparação à honra de Lula.”
Doria, por sinal, terá encontro hoje com Fernando Henrique Cardoso em SP. Em pauta, a escolha do candidato do PSDB para concorrer à eleição municipal. FHC apoia Andrea Matarazzo. (Mônica Bergamo – Folha de S.Paulo)
“Não há provas contra Lula na Lava Jato”, diz Dilma
EQUADOR – A presidente Dilma Rousseff disse, ontem, que não há provas contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na 22ª fase da Operação Lava Jato e criticou as “insinuações” contidas nos vazamentos da investigação. Dilma ficou irritada quando foi questionada se a Lava Jato estava se aproximando de Lula e disse que, “ao contrário do mundo medieval”, o ônus da prova cabe a quem acusa.
Ao ser questionada se o ex-presidente seria o alvo da Polícia Federal, Dilma fechou o semblante. “Eu me recuso a responder pergunta desse tipo porque se levantam acusações, insinuações e não me dizem por que, quando, como, onde e a troco do quê”, disse ela em Quito, logo após discursar em um retiro com chefes de Estado e de governo que participam da IV Cúpula da Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac).
Dilma disse achar “extremante incorreto” esse tipo de vazamento das investigações e citou até os ideais da Revolução Francesa para dizer que o ônus da prova cabe a quem acusa. “Se alguém falasse a respeito de qualquer um de nós aqui, que a nova fase da Lava Jato levanta suspeitas sobre você, e você não soubesse do que é suspeita, como é que é suspeita e de onde vem a suspeita, você não acharia extremamente incorreto, do ponto de vista do respeito?”, perguntou ela. “Quem prova – acho que foi a partir da Revolução Francesa, se não me engano, foi com Napoleão – a culpabilidade, ao contrário do mundo medieval, o ônus da prova é de quem acusa.”
Para a presidente, o inquérito e as investigações existem para apurar os fatos, e não para vazar informações ainda sob análise. “Antes como você provava? Eu dizia que você era culpado e você lutava comigo. Se você perdesse, você era culpado. Então, houve um grande avanço no mundo civilizado a partir de todas as lutas democráticas.”
A reportagem perguntou a Dilma se a Lava Jato atrapalhava a economia. “Não, querida, eu não vou responder. Sinto muito. O FMI acha. Eu acho que vocês devem perguntar ao FMI”, respondeu a presidente, numa referência ao relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI). Na última sexta-feira, Dilma disse ter ficado “estarrecida” com o documento, que apontou a duração da instabilidade política e a continuidade das investigações da Lava Jato como causas da crise econômica brasileira.
STF sinaliza não haver elementos para afastar Cunha
BRASÍLIA – O governo da presidente Dilma Rousseff recebeu sinalização do STF (Supremo Tribunal Federal) de que hoje não há elementos para afastar o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) da presidência da Câmara.
Segundo a Folha apurou, o portador da mensagem foi o próprio presidente da corte, Ricardo Lewandowski, que conversou com integrantes do governo e com colegas do Judiciário sobre a decisão que deve ser tomada pelo plenário do STF em fevereiro.
O Palácio do Planalto, porém, não entendeu a fala de Lewandowski como um veredito. Aliados de Dilma dizem que, apesar de o ministro ter dado a entender que falava com base em uma avaliação “ampliada”, como se apontasse a tendência da maioria dos ministros da corte, ainda não há consenso entre eles.
Aliados de Lewandowski, por sua vez, dizem que ele reflete uma “visão geral” dos colegas, mas que as discussões sobre o tema se mantêm restritas aos ministros.
Dos 11 integrantes da corte, seis precisam votar a favor do afastamento de Cunha para que ele deixe o cargo de presidente da Câmara.
Nos bastidores, o Planalto faz as contas para justificar que não é hora de bater o martelo: os ministros Gilmar Mendes e Dias Toffoli podem seguir a tese de Lewandowski e votar pelo não afastamento de Eduardo Cunha.
Enquanto isso, Marco Aurélio Mello, Luís Roberto Barroso e o relator do caso, Teori Zavascki, devem ser favoráveis a afastar o peemedebista. Já os votos dos ministros Edson Fachin, Rosa Weber e Cármen Lúcia são considerados incógnitas até este momento.
Dom José Rodrigues: buracos em rodovia de acesso colocam motoristas em alerta
JUAZEIRO – Motoristas e motociclistas que trafegam pela BA-210, num trecho entre o Mercado do Produtor de Juazeiro (BA) e o Residencial São Francisco, no bairro Dom José Rodrigues, devem manter atenção redobrada, sobretudo no período noturno.
É que, devido às últimas chuvas, a pista – que já era esburacada – ficou com inúmeras ‘crateras’. O resultado disso é uma combinação que pode acabar em acidente.
O acesso ao residencial São Francisco, bem como para o município de Sobradinho, no norte baiano, também ficou comprometido, pois as enxurradas destruíram boa parte da pista, dificultando a passagem de veículos. Fica o alerta.





