ELOGIO DA FILOSOFIA DA LIBERTAÇÃO

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A injunção de ouvir as vozes históricas dos pobres engaja a necessidade de transformação da economia desde outras bases, desde a superação analética da lei absoluta da extração de mais-trabalho, que informa o capitalismo. Mais »

ALBERTO GUERREIRO RAMOS: A DESTINAÇÃO DAS CIÊNCIAS SOCIAIS NA MODERNIDADE PERIFÉRICA

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A sociologia, nesse contexto, erige-se como instrumento de autodeterminação dos povos. Mais »

A CRISE DO MODO DE PRODUÇÃO CAPITALISTA E A QUESTÃO FULCRAL DAS FONTES CRIADORAS DE VALOR

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Digamos de forma clara: a crise do capitalismo é a crise da produção... Mais »

 

Ex-diretora do Banco Mundial: “Não estamos sozinhos. Uma outra raça controla o sistema financeiro global”

Hudes disse que os seres humanos não estão sozinhos neste misterioso universo e que há existe uma “segunda espécie” que controla o poder, a influência e o controle financeiro no planeta.

“É uma raça nativa da Terra” disse.

A economista contou que o grupo é extremamente inteligente no sentido matemático e que durante a Idade do Gelo eram os seres mais poderosos do planeta.

“Eles têm crânios alongados, se compararmos com o crânio de um humano e operam nas sombras através de sociedades secretas.” explicou.

Na entrevista, Karen narra que um desses grupos atuava no interesse da ordem católica e também da Nova Ordem Mundial.

Não é a primeira vez que ela denuncia a corrupção e práticas imorais nos bastidores do governo mundial.

No ano de 1999, a ex-diretora do Banco Mundial delatou um esquema corrupto na aquisição do segundo maior banco nas Filipinas e demonstrou todo o conluio entre as grandes organizações financeiras e vários governos em todo o mundo.

“Os países foram totalmente cooptados e agem de maneira a trair o povo. O grupo que está por trás dessa rede de controle são os jesuítas. Um desses grupos são hominídeos, eles não são seres humanos.”

Eles podem produzir descendentes se acasalando com seres humanos do sexo feminino.

“Vivemos num mundo de sociedades secretas e segredos, e as informações que devem ser públicas não são”.

 

Um Ano Após Impeachment, PT Não Sabe O Que Fazer Com Dilma

DilmaUm ano depois do impeachment, a presidente cassada Dilma Rousseff é vista por setores amplos do PT como uma página a ser virada. Embora o discurso oficial seja de martirização de Dilma e a militância apoie a ex-presidente, alas petistas a consideram culpada pela derrocada do partido e uma ameaça para a volta de Luiz Inácio Lula da Silva ao Palácio do Planalto.

Segundo estes setores do partido, a falta de controle de Dilma sobre a Polícia Federal – e não os casos de corrupção envolvendo integrantes da legenda – resultou na Lava Jato, no impeachment e na disseminação do sentimento antipetista.

Por outro lado, estes mesmos setores consideram que as maiores dificuldades para o retorno de Lula à Presidência são reverter o entendimento comum de que os erros de Dilma são a origem da crise econômica e recompor a aliança de centro esquerda esfacelada no processo de impeachment.

O partido não sabe o que fazer com Dilma. Hoje, as funções da presidente cassada se resumem à presidência do conselho curador da Fundação Perseu Abramo, muito longe do centro de poder real da sigla.

Na semana passada, a presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann, ex-ministra e uma das petistas mais próximas e fiéis a Dilma, perguntou à presidente cassada se ela pretende se candidatar em 2018.

“Ela disse que não tem nada decidido. Mas, se decidir se candidatar, vai ter muito voto”, disse a senadora. Para Gleisi, “Dilma é a grande liderança que encarna a injustiça contra o PT”.

2018. No entanto, a opinião da presidente do partido não é compartilhada por setores relevantes da máquina partidária. Em conversas reservadas, dirigentes dizem que, se Dilma for derrotada na disputa por uma cadeira no Senado pelo Rio Grande do Sul ou pelo Rio, causaria mais desgaste ao PT. Outros afirmam que ela tiraria a vaga de um senador petista e aceitam, no máximo, uma candidatura a deputado federal.

As críticas, antes veladas, agora vieram à tona. O próprio Lula, em entrevista à uma rádio de Salvador, apontou falhas de Dilma na condução da política e da economia e disse que ela poderia ter tomado a decisão de não se candidatar à reeleição.

O presidente estadual do PT do Rio, Washington Quaquá, escreveu que, com a chegada de Dilma ao Planalto, “uma arrogância desmedida tomou conta do centro de decisões”.

Em conversas recentes com amigos, Dilma demonstra falta de vontade de voltar a morar a Brasília, ficar presa a um mandato e ter de conviver com políticos que considera traidores.

Ela prefere a agenda de viagens internacionais nas quais denuncia o que chama de “golpe” e a convivência com intelectuais e artistas. No início de setembro, ela volta à Europa para um giro que inclui França, Bélgica, Itália e talvez a Rússia. Desta vez, além de “denunciar” o impeachment, vai fazer a defesa do direito de Lula de disputar a eleição de 2018.

A relação com o ex-presidente continua “inabalável”. Ambos conversam com frequência e se encontram quando possível. Defender Lula é uma das prioridades de Dilma. Na véspera da morte de seu ex-marido Carlos Araújo, ela foi ao Rio para o lançamento de um livro de juristas contra a condenação do petista pelo juiz Sérgio Moro, embora Araújo estivesse hospitalizado. A tristeza causada pela morte do ex-companheiro foi notada por amigos.

Dilma só demonstra incômodo com as agendas intermináveis do antecessor. Semana passada, confrontada com roteiro da caravana de Lula no Nordeste, capitulou: “Meu filho, não tenho mais saúde para essas coisas”.

Ela passa os dias entre Porto Alegre, Rio e Belo Horizonte, onde mora sua mãe. Mantém a rotina de pedaladas matinais e, à medida que as reações hostis diminuíram, tem gostado mais da relação direta com o povo. Ela vive da aposentadoria de R$ 5 mil, investimentos e aluguéis de imóveis da família.

Pouco tempo atrás teve oportunidade de comprar o apartamento vizinho ao seu, em Porto Alegre, mas recusou a oferta para não dispor dos R$ 1,2 mil mensais da taxa de condomínio.

Enquanto isso…

Charge

‘EXÉRCITO NÃO TEM FORÇA POLÍTICA PARA GOLPE’, AFIRMA SERRA EM LISBOA

O senador José Serra (PSDB-SP) disse nesta quinta-feira, 31, em Lisboa que uma intervenção militar no Brasil só não acontece atualmente porque o Exército não tem mais a força política do passado. Segundo a BBC Brasil, o tucano disse considerar a crise pela qual o País passa mais grave do que a que levou ao golpe de Estado em 1964.

“A situação à época do golpe de 1964 era menos complexa do que a atual (…) Se o Exército brasileiro ainda tivesse a força que tinha naquele momento, não tenha dúvida de que já teria tido uma militarização no país”, disse Serra, ao participar do 4º Seminário Luso-Brasileiro de Direito, na capital portuguesa, organizado pelo Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), do ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes.

Segundo o senador, o Exército brasileiro há muitos anos não tem força política no País. “A principal diferença entre o cenário atual e o daquela época é que não temos mais um Exército que se apresente como uma força política nos últimos 30 anos. O setor militar esteve ausente e, se Deus quiser, vai continuar ausente da política brasileira”, afirmou.

Serra disse ainda que a troca de poder vai fazer bem à economia brasileira. “Vai haver um clima econômico a curto prazo mais favorável, pelas mudanças das expectativas. Mas esse novo governo vai ter de oferecer uma perspectiva também de médio e longo prazos.”

PGR reenvia ao Supremo delação de Lúcio Funaro

FunaroA Procuradoria Geral da República reenviou, hoje, ao Supremo Tribunal Federal (STF) a delação do doleiro Lúcio Funaro para homologação. O conteúdo dos depoimentos está sob sigilo.

Enviada na última terça (29), a delação foi devolvida pelo ministro Luiz Edson Fachin nesta quarta (30), para ajustes.

Fachin havia devolvido o acordo para alteração de uma cláusula que impedia Funaro de responder a ações de improbidade, da área cível.

A delação de Lúcio Funaro está no Supremo porque o doleiro citou nos depoimentos nomes de pessoas com foro privilegiado, entre os quais o do presidente Michel Temer.

Caberá a partir de agora a Fachin a homologação (validação) do acordo de delação. Mas, antes disso, juízes auxiliares do ministro ouvirão Funaro, como é a praxe, para confirmar se ele fechou o acordo de livre e espontânea vontade ou se foi pressionado.

Se homologada, a delação voltará para análise da PGR, que poderá usar as informações em inquéritos já em andamento ou pedir a abertura de novas investigações.

É possível que os dados fornecidos por Funado na delação sejam usados em uma eventual nova denúncia contra o presidente Michel Temer.

A delação de Funaro e a utilização das informações em procedimentos deve ser um dos últimos atos de Rodrigo Janot à frente da PGR, isso porque o mandato dele termina no próximo dia 17 de setembro. No lugar, assumirá a subprocuradora Raquel Dodge.

Depoimentos

Os depoimentos que Funaro prestou, antes mesmo da assinatura do acordo de colaboração, tiveram repercussão em várias frentes de investigações.

Um deles, o que o doleiro conta que o ex-ministro Geddel Vieira Lima sondou Raquel Pitta, esposa de Funaro, sobre a possibilidade de delação, levou Geddel a ser preso. O peemedebista já deixou a prisão.

Em outro depoimento, no último dia 7, Lúcio Funaro também relatou que fez várias entregas de “malas de dinheiro” nas mãos de Geddel em uma sala do aeroporto de Salvador (BA).

Já outro depoimento, também à Polícia Federal, foi usado na denúncia contra o presidente Michel Temer por corrupção passiva. Funaro disse que o presidente Michel Temer sabia do pagamento de propinas na Petrobras.

Nas negociações de delação premiada, ele também disse que Temer orientou a distribuição de dinheiro desviado da Caixa Econômica Federal. A assessoria do presidente nega as acusações.

Há cerca de dez dias, Funaro falou rapidamente com jornalistas ao sair de uma audiência na Justiça Federal em Brasília. Indagado sobre se os fatos novos poderiam envolver o presidente Michel Temer em sua delação, ele respondeu: “Também”.

Transferências

No início de julho, Funaro saiu pela primeira vez do Complexo da Papuda, em Brasília, onde está preso, para passar um período na superintendência da Polícia Federal na capital.

No local, ele ficou à disposição para prestar depoimentos a delegados e a procuradores em investigações das quais é alvo e, ao mesmo tempo, começou a construir o roteiro da delação, apresentado à Procuradoria Geral da República.

Funaro saiu da PF e voltou para o presídio no último dia 11 de agosto e, nesta segunda (21), dez dias depois, foi transferido de volta para a superintendência da Polícia Federal.

A PF oferece melhor estrutura para Funaro prestar os depoimentos do acordo de delação e ser acompanhado por advogados. O pedido de transferência dele de volta para a PF foi apresentado pelo Ministério Público Federal para que o doleiro possa prestar depoimentos.

Desembargador Que Vendia Sentença, Ganha Mais De 100 Mil Em Auxílio Moradia

TJCEO desembargador afastado Carlos Feitosa, do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará, teve reconhecido o direito de receber auxílio-moradia retroativo, no valor de R$ 100 mil. O ato foi tornado público no último dia 21/08 por um Expediente da Presidência do Tribunal publicado no Diário Oficial.

Feitosa está afastado do cargo — recebendo salário normalmente — por força de uma decisão da Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça num processo em que é acusado de ter cometido o crime de concussão por nada menos do que 96 vezes. Além disso, ele é suspeito de vender HCs a criminosos.

O Ministério Público de Contas do Ceará não concordou com a Presidência do Tribunal e em representação junto ao Tribunal de Contas do Estado (TCE/CE) pede a suspensão cautelar dos pagamentos do auxílio-moradia retroativo.

Para o procurador de contas Gleydson Antônio Pinheiro Alexandre, há ilegalidade no ato que concede o auxílio ao desembargador afastado, que é réu no STJ e investigado no CNJ.

“Verifica-se que as verbas indenizatórias só podem ser pagas a agentes públicos que estejam em pleno gozo das suas atividades e não podem compor a sua remuneração, pois funcionam apenas como ressarcimento ao servidor que esteja desempenhando a sua atividade e precisa ser “indenizado” em razão de situação excepcional do serviço, a exemplo de diárias e eventuais ajudas de custo”, alega.

Traga seu HC, nós resolvemos
“Trago uma boa notícia. Sábado tem plantão ok. Traga seu HC, seu agravo, [nós] resolvemos”. A frase foi disparada pelo advogado Fernando Feitosa, filho do desembargador Carlos Rodrigues Feitosa, em um grupo de Whatsapp, chamado de “Racha do Megacu/LJ”.

Fonte: NBO

Senado convoca ministro de Minas e Energia

CAEAs comissões de Serviços de Infraestrutura (CI) e de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado vão convidar o ministro de Minas e Energia (MME), Fernando Filho, para uma audiência pública conjunta sobre a possibilidade de abertura do controle acionário da Eletrobras. A sugestão para que o debate seja feito conjuntamente entre as duas comissões foi apresentada, hoje, pelo senador Fernando Bezerra Coelho durante reunião deliberativa da CI. Logo na sequência, na CAE do Senado, o líder do PSB e vice-líder do governo na Casa adiantou que o Executivo deverá editar, na próxima semana, medida provisória que resultará na redução dos juros dos Fundos Constitucionais de Financiamento para um patamar de 6% ao ano.

Requerida pela senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) e apoiada pelos colegas Fernando Bezerra, Jorge Viana (PT-AC) e Hélio José (PMDB-DF), a audiência pública com o ministro Fernando Filho terá data acertada entre a CI e a CAE do Senado. Hoje, na Comissão de Serviços de Infraestrutura, Bezerra Coelho reforçou que a intenção do MME ao propor a pulverização das ações da Eletrobras é recuperar a empresa para a geração de mais dividendos e arrecadação ao país, contribuindo para o ajuste fiscal e sem qualquer repercussão negativa aos consumidores.

“Não haverá reajuste de 16%, como foi aventado numa declaração já corrigida pela diretoria da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica)”, afirmou o senador. “A proposta (do MME) não ensejará reajuste de tarifa ou apagão. Apagão, a gente vai enfrentar se não tiver investimento no setor elétrico”, completou o líder.

CARUARU – Ainda na Comissão de Serviços de Infraestrutura, Fernando Bezerra Coelho destacou a entrega de 2.404 residências em Caruaru (PE), dentro do Programa Minha Casa Minha Vida, nesta segunda-feira (28). O senador foi um dos convidados à solenidade conduzida pelo ministro Bruno Araújo, da qual também participaram os outros três ministros pernambucanos – Fernando Filho (Minas e Energia), Mendonça Filho (Educação) e Raul Jungmann (Defesa) – além de 50 prefeitos da região do Agreste do estado, ex-governadores de Pernambuco, deputados e outras lideranças políticas.

Conforme destacou Fernando Bezerra, milhares de pessoas compareceram à cerimônia, em Caruaru. “Foi uma bonita festa de trabalho”, definiu o líder, ao elogiar a atuação do ministro Bruno Araújo em benefício ao estado. “O ministério já liberou quase R$ 1 bilhão para obras de saneamento na região metropolitana de Recife como também recursos para a proteção de morros na capital e para ações de mobilidade urbana em Petrolina (cidade-natal do senador)”, detalhou.

FUNDOS CONSTITUCIONAIS – Durante sabatina de novos diretores do Banco Central (Bacen), na Comissão de Assuntos Econômicos, o senador Fernando Bezerra adiantou que o governo federal editará medida provisória (MP) para a redução dos juros dos Fundos Constitucionais de Financiamento do Nordeste (FNE), Norte (FNO) e Centro-Oeste (FCO). “Conversei ontem com o presidente do Bacen, Ilan Goldfajn, e ele me comunicou que estão sendo concluídos os entendimentos – entre a equipe econômica do governo, o Banco do Brasil e os bancos regionais – para o encaminhamento ao Legislativo, provavelmente na próxima semana, de uma MP que vai regular a fixação de taxas para os Fundos Constitucionais”, registrou Bezerra Coelho.

De acordo com o senador, será aplicado sobre a taxa de juro real o rebate do “Coeficiente de Desequilíbrio Regional” (o “CDR”, que é a diferença da renda média percapita domiciliar do Brasil para a renda média percapita destas três regiões) mais um bônus de adimplência para a definição dos juros do FNE, FNO e FCO. “Isto, na prática, significará que deveremos ter uma taxa, para os Fundos Constitucionais, da ordem de 6% ao ano”, explicou Fernando Bezerra. “Portanto, esta é uma conquista porque faz valer o que a nossa Constituição Federal prevê: que os recursos destes Fundos têm, como objetivo central, equilibrar a nação, promover o desenvolvimento das regiões menos favorecidas do país”, acrescentou o parlamentar, ao reconhecer e elogiar a participação dos senadores Armando Monteiro (PTB-PE) e Tasso Jereissati (PSDB-CE) “na defesa dos interesses regionais e da pequena empresa brasileira”.

O conterrâneo Armando Monteiro enalteceu o trabalho do líder do PSB, o que ele classificou de “obstinada cruzada do senador Fernando Bezerra Coelho” em defesa da redução dos Fundos Constitucionais de Financiamento. “Sempre teve atuação firme, que foi decisiva para essa conquista”, destacou Monteiro, apoiado por Jereissati. “Somos testemunhas de quantas vezes o senador Fernando Bezerra se avermelhou, aqui, diante dessa tratativa”, ressaltou o presidente da CAE, que, nesta terça-feira, aprovou Paulo Sérgio Neves e Maurício Costa de Moura para exercerem o cargo de diretores do Bacen.

Fonte: Blog do Magno Martins

Lula volta com Caravana ao Sertão de Pernambuco

Lula 2Após os atos pelo Recife e Região Metropolitana, nos dias 24, 25 e 26 de agosto, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) volta a Pernambuco, na próxima quinta-feira. A Caravana Lula pelo Brasil aportará no Sertão do Estado, no município de Ouricuri. Vindo do Ceará, a caminho do Piauí, o cacique petista participa do ato “Pelo Semiárido, pelos direitos e por Lula”, a partir das 15h, na Praça Voluntários da Pátria.

O ato é coordenado pela direção estadual do PT e pelo prefeito de Granito, João Bosco. Para tanto, o presidente estadual da legenda, Bruno Ribeiro, está em contato com o partido na região para mobilizar a participação dos petistas na atividade, que contará com a participação de grupos de artistas e autoridades locais.

“Todo Sertão nordestino tem uma grande admiração por Lula, pelo que ele fez durante os anos de governo em prol das pessoas mais carentes”, disse o prefeito João Bosco. “Estamos passando por cinco anos de estiagem, de seca, mas o homem do campo está conseguindo sobreviver sem passar por necessidades graças aos programas sociais que vão ajudando o produtor a adquirir a sua condição de viver”, concluiu.

Segundo o gestor, programas como Garantia-Safra, programa de cisternas implementado por meio da Codevasf, poços artesianos, a Transposição do São Francisco e o Luz para Todos, além do aumento do piso salarial dos professores, melhoraram a qualidade de vida das pessoas do campo.

A viagem do ex-presidente Lula entre agosto e setembro é a primeira etapa de um projeto que deve alcançar todas as regiões do país nos meses seguintes.

A caravana conta com a participação da Fundação Perseu Abramo, que lançou recentemente o Programa Brasil em Movimento, com o objetivo de elaborar uma estratégia para o futuro do País.

No último sábado, Lula realizou ato da caravana em Brasília Teimosa, na Zona Sul do Recife. A atividade foi a última dos três dias de passagem pela capital pernambucana. No local, ele conversou com os moradores e visitou a Associação de Pescadores do bairro.

Moro nega pedido de defesa de Lula e de Palocci

Lula e PallocciO juiz federal Sérgio Moro – responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância – negou os pedidos das defesas do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT), do ex-ministro Antônio Palocci e de Branislav Kontic, que é ex-assessor de Palocci, para que o processo que eles respondem na Justiça Federal do Paraná fosse transferido para a Justiça de São Paulo.

Os três são réus por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A denúncia do Ministério Público Federal (MPF) envolve a compra de um terreno para a construção da nova sede do Instituto Lula e um imóvel vizinho ao apartamento do ex-presidente, em São Bernardo do Campo.

A alegação dos advogados era de que os supostos crimes não têm relação com a Petrobras e que teriam acontecido em São Paulo. Com a decisão, o andamento da ação penal segue normalmente. Os interrogatórios dos réus começam a partir de 4 de setembro. Lula será ouvido, em Curitiba, no dia 13 de setembro.

“Portanto, a competência é da Justiça Federal, pela existência de crimes federais, com, segundo a tese da Acusação, pagamento de vantagem indevida ao então Presidente da República, e especificamente deste Juízo pela prevenção e pela conexão e continência entre os processos que têm por objeto o esquema criminoso que vitimou a Petrobrás investigado no âmbito da assim denominada Operação Lava Jato”, explicou Sérgio Moro no despacho de segunda-feira (28).

Condenações na Lava Jato

Lula já foi condenado na Operação Lava Jato a 9 anos e 6 meses de recusão pelos crimes de corrupção passiva e de lavagem de dinheiro pela ocultação da propriedade de uma cobertura triplex em Guarujá, no litoral paulista, recebida como propina da empreiteira OAS, em troca de favores na Petrobras. A sentença está em segunda instância para julgamento.

O ex-ministro também já foi condenado na Lava Jato. A condenação dele é 12 anos, 2 meses e 20 dias de reclusão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, por negociar propinas com a Odebrecht, que foi beneficiada em contratos com a Petrobras. Antônio Palocci está preso no Paraná.

Branislav Kontic foi absolvido por Sérgio Moro neste processo em que o ex-ministro foi condenado. Após a sentença, o MPF pediu ao juiz Sérgio Moro que aumente as penas aplicadas contra Antônio Palocci e que condene Branislav Kontic.

Fonte: G1

A farra dos assessores no Senado Federal

Fernando CollorSe os senadores gastassem os recursos do Senado produzindo já haveria razão para se questionar o custo-benefício para o erário. Só o senador Fernando Collor tem 84 assessores no gabinete.  O ex-presidente, líder do PTC, é o segundo na lista dos parlamentares com maior número de funcionários. João Alberto Souza do PMDB do Maranhão tem 85 pessoas no gabinete.

Na outra ponta, o senador Reguffe (sem partido) do Distrito Federal conta apenas com 10 assessores

Veja os demais:

SENADOR —— NÚMERO DE ASSESSORES
João Alberto Souza – PMDB – MA – 85
Fernando Collor – PTC – AL – 84
Hélio José – PMDB – DF – 84
Ivo Cassol – PP – RO – 71
Vicentinho Alves – PR – TO – 67
Valdir Raupp – PMDB – RO – 66
Benedito de Lira – PP – AL – 65
Elmano Férrer – PMDB – PI – 65
Vanessa Grazziotin – PCdoB – AM – 65
Zeze Perrella – PMDB – MG – 64
João Capiberibe – PSB – AP -63
Eduardo Lopes – PRB – RJ – 59
Cássio Cunha Lima – PSDB – PB – 57
Lídice da Mata – PSB – BA – 56
Romero Jucá – PMDB – RR – 56
Telmário Mota – PTB – RR – 55
Ciro Nogueira – PP – PI – 54
Eduardo Amorim – PSDB – SE – 54
Ronaldo Caiado – DEM – GO – 54
Magno Malta – PR – ES – 52
Renan Calheiros – PMDB – AL – 52
Roberto Rocha – PSB – MA – 51
José Agripino – DEM – RN – 50
Acir Gurgacz – PDT – RO – 49
Antonio Carlos Valadares – PSB – SE – 49
Paulo Rocha – PT – PA -48
Randolfe Rodrigues – REDE – AP – 48
Edison Lobão – PMDB- MA – 47
Kátia Abreu – PMDB – TO – 46
José Pimentel – PT – CE – 45
Wellington Fagundes – PR – MT – 45
Ataídes Oliveira – PSDB – TO – 44
Gladson Cameli – PP – AC – 43
Armando Monteiro – PTB – PE – 41
Fernando Bezerra Coelho – PSB – PE – 40
Gleisi Hoffmann – PT – PR – 40
Humberto Costa – PT – PE – 40
Omar Aziz – PSD – AM – 40
Wilder Morais – PP – GO – 40
Ângela Portela – PDT – RR – 39
Davi Alcolumbre – DEM – AP – 39
Paulo Paim – PT – RS – 39
Sérgio Petecão – PSD – AC – 39
Cidinho Santos – PR – MT – 38
Eunício Oliveira – PMDB – CE -37
Maria do Carmo Alves – DEM – SE – 37
Otto Alencar – PSD – BA – 37
Fátima Bezerra – PT – RN – 36
Pedro Chaves – PSC – MS – 36
Roberto Muniz – PP – BA – 36
Jorge Viana – PT – AC – 35
José Medeiros – PSD- MT – 35
Lindbergh Farias – PT – RJ – 35
Alvaro Dias – PODE – PR – 34
Eduardo Braga – PMDB – AM – 34
Romário – PODE – RJ – 34
Rose de Freitas – PMDB – ES – 34
Garibaldi Alves Filho – PMDB – RN – 33
Waldemir Moka -PMDB – MS – 33
Airton Sandoval – PMDB SP – 32
Flexa Ribeiro – PSDB – PA – 32
José Maranhão – PMDB – PB – 32
Regina Sousa PT- PI – 32
Cristovam Buarque – PPS – DF – 29
Lúcia Vânia – PSB – GO – 29
Roberto Requião – PMDB – PR – 29
Raimundo Lira – PMDB – PB – 28
Simone Tebet – PMDB – MS – 28
Aécio Neves – PSDB – MG – 27
Jader Barbalho – PMDB – PA – 27
Ana Amélia – PP – RS – 26
José Serra – PSDB – SP – 26
Ricardo Ferraço – PSDB – ES – 26
Dalirio Beber – PSDB- SC – 24
Antonio Anastasia – PSDB – MG – 23
Paulo Bauer – PSDB – SC – 22
Dário Berger – PMDB – SC – 21
Tasso Jereissati – PSDB – CE – 21
Lasier Martins – PSD – RS – 19
Reguffe – S/Partido- DF – 10