Arquivos diários: 16 de julho de 2015

O PT e a esquerda dissidente Freudiana.

PCBNo site do Partido Comunista Brasileiro (PCB), o professor Mauro Luís Iasi, expoente maior do que podemos ainda chamar de esquerda neste país, faz uma análise criteriosa sobre os possíveis blefes cometidos pelo PT e pelo PSDB e a extrema direita no Brasil, na macha contra e a favor do Impeachment de Dilma Rousseff.

Porém, em que pese os grandes acertos da análise, percebo que as observações do professor Iasi são incisivas e muito coerentes, no entanto, sua análise sobre o interesse que poderia ter a burguesia monopolista (industrial, bancária, agrária, comercial, etc.) no Impeachment parece insuficiente já que este modelo de governança conserva a estabilidade institucional e garante a mais valia, nas palavras do autor.

Ademais, conforme bem suscitou o texto, nunca os capitalistas acumularam tanto lucro quanto no governo petista, em razão do poder que sempre detiveram para prescrever seu remédio amargo, como as medidas de austeridade econômica tomadas em detrimento dos interesses do operariado.  Então a pergunta que me resta fazer é se essa burguesia que comanda e abarrota seus cofres com os recursos públicos apoiaria a deposição de Dilma para encerrar este ciclo de governos petistas só por tédio ou por inveja? Por tédio por ser tão fácil ganhar dinheiro? Ou por inveja do que acreditam representar o PT para o trabalhador?

Então, restaria concluir, e esse é o ponto que mais  me incomoda nos líderes políticos mais a esquerda, todavia isso é mais clarividente em partidos como o PSOL que no PCB, que toda indignação com o PT se apresenta semelhante aquela revolta que costumam ter os filhos quando são contrariados pelo pai. Ou seja, numa visão Freudiana, seria o eterno fantasma do poder patriarcal dirigindo as escolhas do filho. E isso fica patente na conclusão, não surpreendente e sim previsível, atribuída ao barbeiro no texto: “Sabe, eu acho que ninguém quer o impeachment, o que eles querem é deixar este governo sangrar por quatro anos para depois derrotá-lo de uma vez por todas nas próximas eleições”.

Por fim, a condução milimétrica e eficiente das regras do jogo para alcançar um fim perverso. Diante disso, a primeira ruptura a se promover no cenário político brasileiro, para haver uma esquerda afinada prática e teoricamente com o interesse do operariado, é com os laços freudianos que a liga ao PT. Tal como um adolescente que, não mais suportando a opressão, resolve sair no braço com seu pai.

Por: Adão Lima de Souza

BRAZIL COM Z

macacoE então Plebe Rude, ruminantes dessa Nau-Brasil desgovernada, nação futurista, trazida pelas caravelas d’além-mar, este que vos fala é PONCIANO RATEL, alçado a patente de Desabestalhador Geral da República em revide ao grassamento das contingências morais nestas paragens tupiniquins.

O proselitismo iconoclasta de hoje é inspirado no jornalista José Adalberto Ribeiro, o bicho-grilo, que acertadamente reivindica uma grande mobilização nacional em defesa do resgate imprescindível do Brazil com Z. Z de Zé, como todo brasileiro do norte-nordeste do Paíz. Z de JoZé Adalbertovsky  Ribeiro, da tribo de Ribeyrolândia, donde este operário das letras dispara seus dardos envenenados de bom-humor contra os desmandos da Caterva Vermelha que hoje  infesta as salas escuras dos recônditos do Palácio dos Marajás da Governança desse Brasil com S.

Conforme nos dão conta os noticiamentos hodiernos do Cientista Político The Gaulle, conselheiro privativo do Bicho Grilo Adalbertovsky para assuntos extemporâneos, também confesso conservador revolucionário ou subversivo conservador, tal qual seu ouvidor da Ribeirolândia, que nos idos 1930 do século passado os bons velhinhos da Academia Brazileira de Letras, num golpe de Estado Ortográfico, convenceram a nação de que o Z era arcaico e adotaram desde então o Brasil com “S”, em nome da modernidade.

Diante dessa desfeita, e dos protestos de Antônio de Castro Alves, Ruy Barbosa, Augusto dos Anjos, Lima Barreto e Machado de Assis, os luminares de nossas letras que sempre escreveram Brazil com Z, o jornalista arretado Jozé Adalberto Ribeiro, depois de custoso entrevero intelectivo com o Doutor Alvacir Fox, imortal da Academia de Letras Científicas, resolveu convocar os valentes imortais das Academias Pernambucana, Baiana, Cearense, Piauiense, Sergipana, Alagoana, Paraibana, Maranhense e Norte-rio-grandense, e demais irredentas academias adjacentes para uma cruzada revolucionária em defesa do Z. Do Brazil com Z.

No ensejo afirmou, ainda, que os libelos mais benquistos pelos letrados, aiatolás da grande mídia falada e escrevinhada, deveriam promover uma grande comoção nacional em defesa dessa causa nobre, com o propósito enaltecido de aprovar a pauta reivindicatória toda do futuro pretérito Brazil com Z.

E que deveriam, também, os ditos pasquins, vendedores de leituras de fácil degustamento, alardear a imperiosa necessidade do outrora novo Brazil abandonar o cântico nacional ouvido às margens do Ipiranga (ou pelas margens do Ipiranga ouvido), enquanto estava deitado eternamente em berço esplêndido, e de pronto restabelecer como Hino Nacional aquele louvor mais heroico, composto por Jozé Gonzaga Pascoal Cipriano, também alcunhado de Dom Pedro I, que vocifera “Brava Gente Brazileira, longe vá, temor servil; ou ficar a Pátria livre, ou morrer pelo Brazil”.

Somente com o gesto audacioso, heroico e retumbante de ceifar o “S” fraquejador de nosso Brazil varonil, bradaríamos aos quatro cantos o país belo, forte, impávido, colosso. Ao mesmo tempo, faríamos brilhar o sol da liberdade em raios fúlgidos, revigorando de uma vez por todas, num gesto incontido de justiça o Luíz, o Souza, a Heloisa, a Izabel, devolvendo-lhes a força dantes surrupiada.

Cônscio e estribado com a objeção desse inexcedível jornalista do sertão pernambucano, o bicho grilo Jozé Adalbertovsky Ribeiro, este pretenso escrevinhador se rende à mancomunação de vê este Brazil dos Bruzundangas escrito escorreito com Z.

Por hora me despeço de Vossa Mercê!

E atentai para esta sapiência: “Os grilhões que nos forjarem, com perfídia, astuto ardil, com mão mais poderosa, Zombará deles o Brazil com Z”.

Saudações a quem tem coragem!

PONCIANO RATEL

Messi comenta aposentadoria do ídolo Pablo Aimar: “Obrigado pela magia”

AIMARO veterano Pablo Aimar anunciou sua aposentadoria dos gramados nesta quarta-feira, em meio à disputa das semifinais da Copa Libertadores com o River Plate. A notícia causou comoção no futebol argentino, levando até o craque Lionel Messi a se manifestar.

“Se aposenta um gigante, um dos meus ídolos. Pablo Aimar, te desejo o melhor na sua nova etapa. Obrigado por toda a magia que nos deu a oportunidade de desfrutar”, escreveu o argentino em sua página do Facebook.

Ídolo de River Plate, Valencia e Benfica, Aimar sempre teve em Messi um fã ilustre. Desde a infância, o atual camisa 10 do Barcelona via o veterano como exemplo. Posteriormente, os dois chegaram a defender a seleção da Argentina juntos.

A admiração parece ser recíproca. Na última edição da Bola de Ouro, entregue pela Fifa em parceria com a revista France Football, Aimar manifestou seu apoio incondicional a Messi, mesmo que o português Cristiano Ronaldo tenha levado o prêmio. “Para mim, vai ser sempre o melhor”, publicou o ídolo do River.