Arquivos mensais: abril 2015
Sobre ratos e homens terceirizados
Quando certa manhã o trabalhador acordou de sonhos intranquilos, encontrou-se em sua cama metamorfoseado num inseto terceirizado, mais para roedor de si mesmo – um metafísico tísico decadentista! – do que para uma romântica barata da literatura.
Acordou em cama de faquir, diga-se, o que indicava também a volta da inflação alimentícia, no que o sujeito refletiu friamente: agora sou um servidor de dois patrões, como na comédia picaresca italiana, sirvo à dupla patronal e recebo salário como meio homem, eis a real da matemática financeira da modernidade trabalhista.
“Getúlio, Brizola, Lulaaa!”, ele gritou, em um pesadelo sebastianista recorrente. “Acorda, amor”, seu benzinho o confortou com um terno, e sem tesão algum, beijo na testa. Programa Tesão Zero, fome idem, longo casamento… A gente vai levando, a gente vai levando…
“Seu terceirizado”, ele disse para si mesmo ao espelho do box do banheiro donde não havia sequer mais sombra de Narciso. “Seu terceirizado”, ele ouviu da sua própria mulher, que não havia dito nada, mas sabe aquela hora fragilizada que a gente escuta coisas da parede? “Terceirizado”, gritou o vizinho. “Terceirizado”, mexeram com ele na sinuca da esquina. O trabalho dignifica o homem, ele puxou essa do volume morto do cocoruto. A gente vai levando essa joça, viver é roça, ele se encorajou apesar de tudo e gastou o Bilhete Único como se fosse um luxo. O direito de ir e vir do nada para lugar nenhum. “O trabalho precário danifica o homem”, ele pensou direito, na volta para casa, mirando a rede que balançava sozinha na varanda nada-gourmet seu corpo de outrora, carteira assinada, rubrica decente, fundo de garantia, essas regalias que foram para as cucuias. “Que merda”, ele disse já pedindo desculpas à filhinha que não tinha nada a ver com seu infortúnio. Não tinha nada a ver, vírgula, o pai mirava a filhinha sob vergonha da sua trajetória, paranoia é paranoia, nada explica um surto psíquico de um terceirizado.
Onde ele passava, ouvia a ofensa. “Terceirizado”. “Melhor ser chamado de corno ou brocha”, ele sorria, elipsezinha no mar de verdades absolutas. Ele ia se conformando. O mundo de hoje em dia, dane-se. O café-com-pão-bolacha-não do trem suburbano era Bach para sua cabeça doida. Tentava. A gente vai levando…
“Se brincar vou na passeata de domingo acorrentado e puxado pelos meus dois patrões para gritar contra a corrupção”, meditou nosso amigo. Se brincar, refletiu mais adiante, eu colo no teflon da revolta dos que me lascam e bato panelas contra mim mesmo. “Não tenho mais nada a meu favor, só me resta o eco da desgraça”. Falou e disse.
É meu amigo, não se preocupem, bebi com ele até agora, estou próximo, não terceirizo amizade.
Xico Sá, jornalista e escritor, é autor de Big Jato (Ed. Companhia das Letras), entre outros dez livros. Na televisão, dá os seus pitacos nos programas Redação Sportv e Extra-Ordinários.
Isto Posto…Tiradentes: o heroísmo terceirizado!
Pensando na importância do dia de hoje, 21 de abril, dia de Tiradentes, o herói nacional, e considerando que o país vive envolto na discussão se afazeres empresariais devem ou não ser entregues a terceiras pessoas, dei-me conta de que, no Brasil, há muito terceirizamos nossas responsabilidades sobre os destinos dessa nação desnuda de roupas, pudores e inteligência.
Basta estarmos atentos às conversas despretensiosas, travadas nas filas de ônibus e mesas de bares para logo percebermos quão difícil é assumimos nossa parcela de culpa em tudo de ruim por que passa este povo de “índole pacífica e ordeira”, a quem quis o destino alcunhar de brasileiros em virtude não de precedentes históricos, mas pelo fenômeno pouco nobre do tráfico de certa planta nativa com a qual fizeram fortuna nossos inexcedíveis colonizadores.
Nestes momentos, distraidamente reflexivos, entre uma cerveja gelada e outra; ou em meio a indisfarçável vontade de proferir os mais indizíveis palavrões contra as companhias de transportes coletivos, quando nos entretêm as piadas a cerca da frágil moralidade dos nossos políticos, fazemos sempre um inventário de todas as mazelas que nos assolam a mais de quinhentos anos, maldizendo os homens públicos, porém, eximindo-nos da culpa pela crença inabalável de que, ainda hoje, o grande algoz do povo brasileiro é e sempre será o náufrago Pedro Álvares Cabral.
E, assim, com o jeitinho brasileiro que nos é peculiar, transferimos, ou melhor, terceirizamos responsabilidades que sempre foram de nossa conta, ao escolhermos outros como causa de todo infortúnio que se abate sobre tão divina terra.
Com o Tiradentes não fora diferente. Por isso, comemoramos neste dia seu heroísmo. Naqueles idos, em que a Coroa Portuguesa fazia a derrama com o ouro brasileiro, alguém precisava insurgir-se contra a voracidade com que reis gorduchos e bonachões, gulosamente, devoravam as riquezas da Terra de Vera Cruz, deixando à míngua os nativos, mão-de-obra terceirizada à disposição da Corte Lusitana. E quem encamparia tal desiderato senão um herói tupiniquim, forjado no labor e nas letras como o insigne Joaquim José da Silva Xavier, alçado a patente de salvador da pátria em virtude da subserviência e velhacaria de outros patrícios mais condecorados.
E lá se foi o destemido “Dentista Prático” fazer tremular a bandeira da independência aos moldes Norte-americanos, reclamando para o bem geral os postulados do incipiente sistema republicano que eclodiriam na Revolução Francesa. Resultado: a Realeza decidiu ir à forra e o que era para ser uma luta pela independência se transformou, pela delação premiada de seus conterrâneos, num ato dito Inconfidência Mineira, na mais exemplar das punições, tendo o herói patrício o corpo esquartejado e posto à mostra em praça pública como símbolo real de intolerância aos atos de traição contra a Coroa Portuguesa.
Sendo a sentença nos seguintes termos:
JUSTIÇA que a Rainha Nossa Senhora manda fazer a este infame Réu Joaquim José da Silva Xavier pelo horroroso crime de rebelião e alta traição de que se constituiu chefe, e cabeça na Capitania de Minas Gerais, com a mais escandalosa temeridade contra a Real Soberana e Suprema Autoridade da mesma Senhora, que Deus guarde.
MANDA que com baraço e pregão seja levado pelas ruas públicas desta Cidade ao lugar da forca e nela morra morte natural para sempre e que separada a cabeça do corpo seja levada a Vila Rica, donde será conservada em poste alto junto ao lugar da sua habitação, até que o tempo a consuma; que seu corpo seja dividido em quartos e pregados em iguais postes pela estrada de Minas nos lugares mais públicos, principalmente no da Varginha e Sebollas; que a casa da sua habitação seja arrasada, e salgada e no meio de suas ruínas levantado um padrão em que se conserve para a posteridade a memória de tão abominável Réu, e delito e que ficando infame para seus filhos, e netos lhe sejam confiscados seus bens para a Coroa e Câmara Real. Rio de Janeiro, 21 de abril de 1792.
Daí, durante todo período colonial o alferes passou a simbolizar o anti-herói até ser resgatado pelos movimentos republicanos que, a cada nova investida ditatorial, lançava-o ora no Livro dos Heróis Pátrios, ora na mais ignominiosa das desonras, conforme a responsabilidade que se quisesse terceirizar.
Por fim, ante nosso gosto por terceirizar as responsabilidades que temos com nosso próprio destino, sempre nos furtando do dever de lutar pelo país que almejamos, ao invés de ficarmos sonhando com heróis facilmente matáveis, que tal nos perguntarmos, em coro Raul Seixas, “que culpa tem Cabral?”. E pararmos de culpar os outros.
Por: Adão Lima de Souza.
Oposição e empresários apostam que lei da terceirização passa na quarta
Parlamentares da oposição que apoiam o projeto que amplia a terceirização exibiam confiança neste feriado: o adiamento da votação na Câmara, na semana passada — o primeiro soluço no ritmo frenético que Eduardo Cunha imprimiu à Casa — não passou de um susto. A aposta é que o texto final será aprovado entre quarta e quinta-feira sem perder o coração da mudança: a parte que possibilita que empresas terceirizem todas suas atividades.
Advogados trabalhistas afirmam que o texto, como está, não vai alterar a situação de insegurança jurídica de trabalhadores terceirizados, já que segue proibindo que os prestadores de serviços tenham vínculo empregatício com a empresa contratante. Já sindicatos e movimentos sociais argumentam que o texto “nivela por baixo” a situação do trabalhador, atomiza a representação sindical e os enfraquece na hora de negociar benefícios.
Eduardo Cunha, um dos participantes estrelas do fórum na Bahia, usou seu discurso principal no evento para defender a lei de terceirização. Disse que o Congresso tem que discutir o assunto e evitar que todo o conflito relacionado a esse tipo de contrato de trabalho seja tratado na Justiça. Ele citou ação no STF que julga se é constitucional vetar a terceirização em certos tipos de atividade, como ocorre hoje.
Cunha reagiu quando questionado se tinha forçado a mão para votar o projeto a toque de caixa. “Erro foi ter levado tanto tempo para esse projeto ser votado — há 11 anos está lá. Estamos só há 11 anos atrasados.” Ele assentiu, porém, que houve falha na estratégia de comunicação dos defensores do projeto — algo que não é responsabilidade dele, frisou.
Preocupado de que votação manche a performance de seu rolo compressor na Câmara, disse: “Não me cabe como presidente da Câmara fazer a comunicação do projeto. Aliás, eu não tenho compromisso com o conteúdo do registrado, eu tenho compromisso é com a votação”.
Fonte: EL País.
Serra rejeita impeachment e isola Aécio
Em palestra na Universidade de Harvard (EUA), o senador José Serra (PSDB-SP) disse que “impeachment não é programa de governo de ninguém” e defendeu que a oposição precisa ter responsabilidade.
“Impeachment é quando se constata uma irregularidade que, do ponto de vista legal, pode dar razão a interromper um mandato. E eu acho que essa questão ainda não está posta”, disse o senador.
A fala de Serra contraria o presidente do PSDB, Aécio Neves, que disse na última quinta (16) que a sigla pedirá o impedimento da presidente Dilma Rousseff caso se comprove a participação dela nas chamadas “pedaladas fiscais” –manobras feitas pelo Tesouro com dinheiro de bancos públicos para reduzir artificialmente o deficit do governo em 2013 e 2014.
As afirmações se alinham com as do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), que no fim de semana afirmou que o pedido de impeachment depende de fatos objetivos e que seria “precipitação” abrir um processo neste momento.
Fonte: blog do Magno Martins.
Levy: quem faz o que é errado no Brasil é preso
O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse nesta segunda-feira (20), em Nova York, que uma das melhores coisas no Brasil é a liberdade de expressão. As declarações foram dadas por Levy durante a Cúpula das Américas de Política Monetária, evento promovido pela agência de notícias Bloomberg, ao ser questionado sobre os protestos nas ruas. “Quem tem entendimento mais profundo sabe que o Brasil é transparente e tudo é debatido. [É um país] onde o governo presta contas de tudo que faz, tem eleições regulares, e onde as pessoas que fazem o que é errado são presas.”
Ao se referir à Petrobras, Levy ressaltou que existe um certo nervosismo quanto à transparência “do que está acontecendo”, quando se diz que o país é um dos menos favoráveis ao investimento. O ministro ponderou, no entanto, que a divulgação do balanço da estatal será mais um passo na reconstrução da empresa. Ele destacou também a expectativa com o novo Conselho de Administração da Petrobras, que deverá ter mais profissionais da iniciativa privada e menos indicações políticas.
Levy disse que o excesso de preocupação com a Petrobras é bom, mas indicou que parte das mudanças tem a ver também com a queda nos preços do petróleo no mercado internacional e, por isso, o impacto não é só na economia brasileira, mas também no exterior.
Em entrevista transmitida na internet pela Bloomberg, o ministro afirmou também que o Brasil tem, sim, condições de alcançar este ano a meta de superávit primário de 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços gerados pelo país).
Pergunta-se: em que país vive este distinto cidadão, a que Brasil ele se refere?
Fonte: blog do Magno Martins.
Brasil perderá o sétimo lugar da economia mundial para a Índia
Sete bilhões de dólares separam a China dos Estados Uniidos, de forma que a grande ultrapassagem, esperada e temida há anos, ainda terá que esperar. As novas previsões do Fundo Monetário Internacional (FMI) mantêm a economia norte-americana na liderança do mundo por volume do produto interno bruto (PIB) medido em dólares correntes (ou seja, sem o impacto da inflação) até 2020. Em seguida vêm Japão, Alemanha, Reino Unido e França, mas no sétimo lugar haverá uma mudança ainda neste ano se as previsões se confirmarem: a Índia vai superar o Brasil.
previsão da instituição é que a economia brasileira encolha 1% este ano, à medida que a confiança do setor privado chega a níveis mínimos, inclusive depois que as eleições presidenciais reduziram as incertezas, e em meio ao aumento do temor de racionamento de água e eletricidade. O fator principal é a investigação do escândalo de corrupção na Petrobras. Por outro lado, a Índia vai acelerar o crescimento de 7,2% a 7,5% devido aos baixos preços do petróleo e a uma recuperação do investimento. No entanto, quando se olha a riqueza por habitantes, a foto muda radicalmente: 1.626 dólares (4.971 reais) dos indianos ante os 11.640 dólares (35.590 reais) dos brasileiros.
Atrás do Brasil, na oitava posição do mundo, continuariam Itália, Canadá, Coreia do Sul e Austrália entre as posições 9, 10, 11 e 12. Também houve outra ultrapassagem entre essas colocações, com a Coreia superando a Austrália, muito castigada pela queda do preço das matérias-primas.
Fonte: EL País.
Aécio: “pedaladas” podem motivar impeachment
O senador e presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG), afirmou, hoje, que tem tido “muita cautela quando se fala de impeachment” da presidente Dilma Rousseff. Mas indicou que a confirmação pelo Tribunal de Contas da União (TCU) de que houve irregularidades com a prática das “pedaladas fiscais” – que podem configurar crime de responsabilidade – por parte do governo federal pode levar o PSDB a endossar o pedido de afastamento.
“Eu tenho tido muita cautela quando se fala de impeachment. Essa não é uma palavra proibida, impeachment é uma palavra constitucional, mas para que ela ocorra é preciso que haja algo factual, é preciso que haja caracterização de crime de responsabilidade”, disse Aécio, depois de participar de audiência pública sobre reforma política na Câmara.
O senador ressaltou, contudo, que o TCU limitou as irregularidades à equipe econômica comanda pelo ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, por utilizar bancos públicos para melhorar as contas da União. Segundo Aécio, é preciso apurar se houve responsabilidade acima de Mantega. “Os bancos públicos não podem emprestar para o Tesouro. E foi isso que, de forma maquiada, a última equipe econômica fez. Fez em benefício de quem?”, questionou.
Dilma exalta Exército: “Braço Forte – Mão Amiga?”.
A presidente Dilma Rousseff (PT), em mensagem alusiva ao Dia do Exército, disse que a Força Terrestre “conquistou” e desfruta da “confiança” e do “orgulho” da população brasileira, com sua presença parceira em ações importantes, “sempre segundo os preceitos constitucionais”. Dilma destacou uma segunda vez, em sua mensagem, o fato de o Exército agir sempre seguindo o que diz a Constituição, seja “executando operações de garantia da lei e da ordem”, seja nas “missões de paz, nos quatro cantos do mundo”, seja executando “sua missão precípua de defender a Pátria”, “com profissionalismo e seriedade, nos limites de suas funções constitucionais”.
Esta não é a primeira vez que a presidente Dilma faz questão de falar que o Exército sempre trabalha dentro dos preceitos constitucionais. Na mensagem à Força do ano passado, a presidente já havia destacado a parceria do Exército “em variadas atividades e ocasiões”, mas ressalvando que “nossos soldados da Força Terrestre têm atuado de acordo com os preceitos constitucionais”.
Em sua primeira ordem do dia pública como comandante da Força, o general Eduardo Villas Bôas falou quatro vezes em “uma nova Força Terrestre para o mesmo Exército”. Ressaltou, no entanto, que a instituição se mantém “democrática e apartidária”.
Segundo o comandante, temos hoje “uma nova Força Terrestre para o mesmo Exército, sempre democrático, apartidário e inteiramente dedicado ao serviço da Nação, desenvolvendo suas atividades em ambiente respeitoso, humano, fraterno, digno, honesto, disciplinado, responsável e solidário”. E emendou: “Uma nova Força Terrestre para o mesmo Exército, sempre orgulhoso de sua história e apegado aos valores que o sustentam e lhe dão coesão, com forte senso de responsabilidade social, consciente da necessidade de ir além do que prescreve a destinação tradicional de uma força armada, ciente do papel de provedor de necessidades básicas de populações cuja segurança e até mesmo sobrevivência não encontram alternativas que não as proporcionadas pelo “Braço Forte – Mão Amiga”.
Justiça ignora vídeo, e arquiva processo de PM que matou camelô
Vídeos e fotos com imagens do disparo contra o camelô Carlos Augusto Muniz não bastaram para que o soldado da Polícia Militar Henrique Dias Bueno de Araújo, 31, fosse julgado pela morte, à luz do dia, no dia 17 de setembro de 2014. O caso de violência policial e assassinato ocorreu na movimentada rua 12 de Outubro, no bairro da Lapa, em São Paulo. O processo foi arquivado pela juíza Eliana Cassales Tosi de Melo a pedido do Ministério Público Estadual de São Paulo. O promotor que pediu o encerramento do caso, Rogério Zagallo, ficou famoso por afirmar na rede social Facebook em 2013 que arquivaria processos contra policiais que matassem manifestantes contra o aumento das passagens de ônibus.
Prefeitura publicará edital para concurso público em 45 dias
PETROLINA – Aos concurseiros de plantão, o prefeito Julio Lossio autorizou a Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão (SEPOG) a realizar concurso público para provimento de cargo efetivo de técnico fazendário e analista de Controle Interno. O edital, de acordo com o secretário Geraldo Júnior, será publicado em 45 dias, e ficará exposto por mais 45 dias, conforme norma do Tribunal de Contas do Estado. “O projeto foi aprovado nesta terça-feira (14) pela Câmara de Vereadores. Agora será formada uma comissão de membros das secretárias de Planejamento, Finanças e Procuradoria, para tratar dos trâmites burocráticos do concurso e estabelecer o edital e todos os critérios para os cargos, que serão posteriormente divulgados”, explicou.
Segundo o secretário o concurso para técnico fazendário terá como foco, o nível médio, e o patamar de rendimento é de R$ 2.000,00, e mais, que o principal objetivo é “melhorar ainda mais o atendimento ao cidadão, dando maior celeridade as resoluções dos problemas. Está medida também entra em sincronismo com outras, a exemplo a da Centralização de Protocolo, que passa a está disponível na Internet”, declarou.
Já para o Analista de Controle Interno, a SEPOG está trabalhando o edital para compor seis vagas para provimento de cargo efetivo. Adiantando que foco será o nível superior e que o patamar de rendimento é de R$ 3.315,00 (inicial), podendo chegar até R$ 5.104,73, mais 100% de gratificação.
Sobre prazos, Geraldo Júnior, informa que a orientação do prefeito é que “as provas sejam realizadas em agosto, o resultado saia em setembro e a convocação seja feita logo em seguida, ou seja, em outubro. Vamos trabalhar com essa previsão”, finalizou.
Texto : Lidiane Souza








