Arquivos diários: 30 de março de 2014
EXCLUSIVO: Olé do Brasil vaza figurinhas do Brasileirão 2014; confira
Brasileirão – sinônimo de disputa, jogos emocionantes, cracks que abrilhantam o futebol tupiniquim e claro, de álbum de figurinha! A coleção de 2014 em breve estará nas bancas, mas o Olé do Brasil, com sua equipe investigativa e genial, conseguiu antecipar algumas das principais figurinhas que serão disputadas a tapa – e a armlock, com a popularização do MMA – pelos jovens nas escolas e por corintianos.
O vazamento do material deixou o presidente da Panini, Luca di Montezemolo, fulo da vida: “São projetos caríssimos, que não podem vazar desta forma. Estamos tentando descobrir quem libera o material, mas está difícil”, lamentou.
Veja o material exclusivo e já comece a se preparar para zoar seus amigos:
Alguns jogadores são figurinhas carimbadas, com o perdão do trocadilho, como Rogério Ceni e Dagoberto. Contudo, outros são novidades e talvez seja o adiantamento de possíveis negociações, casos de Balotelli, especulado no Mengão; e do Pequeno Príncipe, garoto citado pelo advogado Mário Bittencorutt durante o processo de virada de mesa do Brasileirão de 2013. Será que a Panini sabe das coisas antes de todos? O tempo dirá.
As figurinhas do Vasco serão lançadas no álbum exclusivo da Série B. Neste álbum, uma ausência será sentida: as figurinhas dos jogadores da Portuguesa estão irregulares e, por isso, não poderiam ser coladas de forma correta no álbum.
Última etapa do julgamento do Carandiru será nesta segunda
O julgamento do Massacre do Carandiru será retomado nesta segunda-feira (31) no Fórum Criminal da Barra Funda, em São Paulo. O julgamento terá início às 9h e será presidido pelo juiz Rodrigo Tellini de Aguirre Camargo.
Nesta fase, 15 policiais do Comando de Operações Especiais serão julgados pela morte de oito presos que ocupavam o quarto pavimento da desativada Casa de Detenção do Carandiru. Eles serão julgados também por duas tentativas de homicídio.
O Massacre do Carandiru ocorreu no dia 2 de outubro de 1992, quando 111 detentos foram mortos durante operação policial destinada a reprimir uma rebelião.
Esta é a última etapa do julgamento que, por envolver um grande número de réus e de vítimas, foi desmembrado em quatro partes, de acordo com o que aconteceu em cada um dos quatro andares do Pavilhão 9.
Na primeira etapa do julgamento, em abril do ano passado, 23 policiais foram condenados a 156 anos de reclusão cada um pela morte de 13 detentos. Na segunda, em agosto, 25 policiais foram condenados a 624 anos de reclusão cada um pela morte de 52 detentos.
No último dia 19, os sete jurados que compõem o Conselho de Sentença decidiram condenar dez acusados pela morte de oito detentos. Nove policiais foram condenados a 96 anos de prisão cada um, enquanto o outro foi condenado a 104 anos por ter uma condenação anterior. A defesa dos policiais informou que vai recorrer das decisões.
O julgamento do quarto grupo chegou a ser iniciado, mas teve de ser suspenso, após o advogado Celso Vendramini, que defende os acusados, ter reclamado da atuação do juiz e deixado o plenário, enquanto era ouvido o primeiro réu. Com isso, foi remarcado para esta segunda-feira.
O julgamento terá início com o sorteio de sete pessoas que vão compor o Conselho de Sentença. Em seguida, serão ouvidas as seis testemunhas de acusação, as cinco testemunhas de defesa e os réus.
Fonte: Agencia Brasil
“vacina contra HPV não traz riscos” – assegura Ministério da Saúde
Após seis ocorrências de reações à vacina contra o HPV, o Ministério da Saúde enfatiza para a população de que a imunização é segura. “É uma vacina que tem quase dez anos de uso no mundo inteiro. É uma vacina nova aqui no Brasil, mas há 50 países no mundo que utilizam, quase 175 milhões de doses da vacina aplicadas”, pontuou o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa. A vacinação segue normalmente em todo o país.
Até sexta-feira,(28) cerca de 2,3 milhões de meninas foram vacinadas contra o HPV, doença que pode ocasionar câncer de colo de útero. A meta é que até o final de 2014 sejam vacinadas 4,2 milhões de meninas entre 11 e 13 anos de idade.
Segundo Barbosa, é comum os jovens terem medo de vacina, e por isso pode ter casos de tontura, e em raras vezes desmaio, mas isso acontece “com qualquer injeção”. “Por isso que o Ministério da Saúde recomenda que a menina seja vacinada sentada e que ela não faça esforços físicos logo após tomar a vacina”, ressaltou.
Casos de vermelhidão e pequeno inchaço na região onde foi aplicada a vacina são comuns, por isso não devem ser motivo de preocupação. Mesmo assim, Barbosa garante que os 35 mil postos de saúde onde há vacinação são orientados a registrarem todos as reações ligadas às vacinas, não só a do HPV.
Esta semana foram notificados seis casos de reações adversas depois da aplicação da vacina contra o HPV que estão sendo investigados. Desses, três meninas de 13 anos tiveram mal estar, dores musculares, dor de cabeça, náusea. Elas foram atendidas por médico, e melhoraram sem hospitalização. Outras duas apresentaram os mesmos sintomas com menor intensidade.
O sexto caso registrado é de uma menina de 11 anos que mora em Veranópolis. Na última quinta-feira depois de ser vacinada, ela teve uma crise convulsiva. A menina foi atendida, passa bem e está sob acompanhamento neurológico. “Algumas das meninas podem apresentar problemas de saúde que apresentariam sem tomar a vacina e isso muitas vezes é confundido. De qualquer forma o Ministério da Saúde investiga rigorosamente todas as reações adversas que possam estar relacionada à imunização”, explicou Barbosa à Agência Brasil.
As seis meninas foram vacinadas com doses do mesmo lote, composto por um total de 89 mil doses, que teve uso suspenso no Rio Grande do Sul como medida de precaução enquanto ocorrem as investigações sobre o motivo das reações. Segundo Barbosa, o lote foi aprovado nos testes feitos e está sendo usado em outros estados. Não houve registros de reações adversas em outros locais.
Fonte: Agencia Brasil






