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LULA: Afirmações sobre os acontecimentos no Brasil.
Na Radio e Televisão de Portugal (RTP): “O mensalão teve praticamente 80% de decisão política e 20% de decisão jurídica. O que eu acho é que não houve mensalão”.
Sobre os condenados, Lula afirmou: “Não se trata de gente da minha confiança”.
E, ainda: “Tem companheiro do PT preso. E eu também não vou ficar discutindo a decisão da Suprema Corte. O que eu acho é que essa história vai ser recontada”.
Sobre a decisão do STF: Foi “um massacre que visava destruir o PT”. “E não conseguiram.”
Em 2010, Lula havia dito: É preciso estudar a “participação e o poder de condenação da mídia para desmontar a farsa do mensalão”.
Sobre a queda de popularidade de Dilma e o “volta-Lula”: “O Lula não é candidato. Eu não vou ser candidato. A Dilma é uma mulher de extrema competência. Ela vai vencer as eleições”.
Sobre o fato de sua popularidade não ter despencado com a de Dilma: “O povo é mais esperto do que algumas pessoas imaginam”.
Sobre a possibilidade de ocorrerem protestos durante a Copa do Mundo e as críticas feitas em relação aos custos dos estádios, dos aeroportos e de outras obras para os jogos do Mundial: “Não se faz Copa do Mundo pensando só em dinheiro”.
Um conselho de Lula: “Os políticos têm de assumir, decidir e dizer para onde o país tem que ir”.
Quem tem ouvidos que ouça.
Por: Adão Lima de SouzaCrônica de uma morte no cotidiano da pacificação genocida
RIO DE JANEIRO – A sequência começa em um dia qualquer na praia de Copacabana. O bailarino Douglas Rafael da Silva Pereira, 26 anos, conhecido como DG, joga futebol tranquilamente com um grupo de amigos. Quando acaba a partida, começa o caminho a favela de Pavão-Pavãozinho, encravada em uma colina do bairro mais turístico do Rio de Janeiro.
O jovem, mulato e forte, caminha pelos becos íngremes do subúrbio cumprimentando os vizinhos. Nota-se sua popularidade na comunidade. Recebe fruta de um vendedor ambulante e ajuda uma senhora a carregar suas sacolas de compra. Um pastor evangélico lhe dá sua benção sob um sol atroz.
E lá vai Douglas, bamboleando feliz pelas ruas, brincando e batendo nas mãos de conhecidos quando, de repente, escutam-se os tiros e em um beco deserto aparecem três policiais militares fora de si. O acurralam, o socam e chutam. Douglas, com voz entrecortada e olhos de pânico, pede misericórdia e tenta esclarecer sem êxito que é “um trabalhador”.
Então é quando o agarram pelos cabelos e, sem lhe dar a mínima oportunidade de se defender, lhe descarregam um tiro na cabeça. Pelas costas. Douglas estira-se agora no solo, sem vida, enquanto os agentes entram em estado de histeria frente a evidência de que este “auto de resistência” (licença da polícia para matar em defesa própria” será muito difícil de justificar.
Isto tudo poderia não passar de um roteiro de cinema, como o curta-metragem que DG protagonizou um ano antes de morrer na mesma favela. Porém, tirando alguns detalhes, como o lugar exato da execução, o número de policiais ou a velocidade do ocorrido, o restante mostra as agruras de um povo pobre e indefeso sendo exterminado pela truculência do Estado.
Uma violência policial fora do controle, batizada de Política de Pacificação de Favelas, que o mundo resiste em admitir que se trate, de fato, de uma faxina étnica, de genocídio orquestrado pelo Estado, cujo propósito é varrer a “imundície vergonhosa” antes que os estrangeiros cheguem para a grande esbórnia que será a Copa.
Por: Adão Lima de SouzaO Brasil não é um país em guerra, mas é difícil fazer os estrangeiros entenderem isso. Para a Alemanha é um país de alto risco.
O ministério de Assuntos Exteriores alemão divulgou um novo relatório sobre um tema muito sensível: a segurança que o país oferece aos milhares de turistas que chegarão à nação para aproveitar a grande festa da Copa e torcer pelos seus times.
O relatório do ministério, em sua seção “serviços ao cidadão”, que é consultada por todas as grandes agências de turismo do país e pelos turistas que compram pacotes de férias, oferece uma imagem desoladora do Brasil: uma nação onde as leis não são respeitadas e o turista corre o risco de ser vítima de ladrões, sequestradores ou simplesmente de se envolver em confrontos entre a polícia e grupos criminosos, como aconteceu recentemente no Rio de Janeiro.
“Arrastões e delitos violentos não estão descartados, lamentavelmente, em nenhuma parte do Brasil. Grandes cidades como Belém, Recife, Salvador, Fortaleza, Rio de Janeiro e São Paulo oferecem altas taxas de criminalidade”, assinala o relatório, com data de 24 de abril, e que está sendo atualizado a cada 24 horas. “A princípio, o cidadão deve se portar de forma precavida em regiões ou em bairros de cidades que são consideradas seguras”, acrescenta o relatório.
Isso não é tudo. Segundo os especialistas do Ministério, que medem os níveis de violência e delinquência que existem nos países que os alemães costumam visitar como turistas, o Brasil se transformou em uma perigosa armadilha para viajantes desprevenidos que desconhecem a realidade do país. O Ministério recomenda que os turistas alemães não usem roupas chamativas e joias quando saírem a passear pelas ruas, que evitem levar grandes quantidades de dinheiro e escondam artigos eletrônicos, como telefones celulares e computadores portáteis. “Em caso de ataque, não resistir, porque os ladrões geralmente atuam armados e não se amedrontam com ações violentas”, assinala o relatório do Ministério.
Brasil, um país de alto risco para os turistas que desejam visitá-lo durante o campeonato mundial de futebol? A fria descrição sobre o centro do Rio de Janeiro depois do horário de fechamento dos comércios não deixa dúvidas. “As ruas vazias do centro devem ser evitadas durante os fins de semana”, adverte o ministério, que reconhece alguns progressos realizados pela polícia nas famosas e temidas favelas da cidade.
Os especialistas do ministério de Assuntos Exteriores alemão colocam especial atenção à criminalidade que rodeia o mundo da prostituição, onde os roubos e assaltos são corriqueiros. O turista deve estar atento ao que consome em bares e outros locais visitados por prostitutas. “Se recomenda vigiar a bebida em bares e outros locais e que também não se acompanhe uma prostituta a um hotel escolhido por ela”, diz o ministério, que também adverte os turistas alemães sobre o perigo que existe nas praias como Copacabana, onde os roubos acontecem diariamente, à noite com maior frequência.
Por: Adão Lima de SouzaOs EUA exigem reação mais rigorosa da Europa contra a Rússia.
A grave crise internacional, que se vive desde a anexação russa da península da Crimeia, foi agravada nas últimas horas pela detenção de oito observadores militares europeus por milícias federalistas e separatistas pró-Rússia de Slaviansk, que Obama chamou de “capangas”. Os observadores detidos atuam sob proteção da Organização de Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), mas não são membros da mesma. As forças pró-Rússia dizem que são espiões.
Barack Obama acusou o Kremlin de não ter movido “um só dedo” para conseguir que os separatistas pró-Rússia na Ucrânia cumpram o acordo fechado em Genebra para diminuir uma tensão que situou as relações entre a Rússia e o Ocidente em seus níveis mais baixos desde o final da Guerra Fria. Ontem, o presidente norte-americano disse que era absolutamente necessário que os Estados Unidos e a União Europeia apresentassem uma mensagem de unidade para Moscou de que seus jogos de guerra devem acabar.
Com Washington e Bruxelas a ponto de impor novas sanções à Rússia –talvez nesta segunda-feira- o presidente dos Estados Unidos declarou da Malásia –durante a terceira etapa de seu giro asiático- que se estará “em uma posição mais firme para dissuadir Putin quando ele vir que o mundo está unido, que os Estados Unidos e a Europa estão unidos, e que este não é somente um conflito russo e norte-americano”.
Para Obama, Moscou não só ficou apática diante do acordo fechado no último dia 17 em Genebra, como que, em algumas ocasiões, se manifestou contra. “Há provas contundentes de que ficaram incentivando as atividades no leste e no sul da Ucrânia”, disse o presidente. O mandatário aproveitou uma nova ocasião para lembrar seu homólogo russo que está “ilhado” e que a chave do problema está em “respeitar a integridade territorial” da Ucrânia, ameaçada pelas milícias pró-Rússia.
Até o momento, Washington se encontra em uma linha mais dura de ataque que a Europa, que está em um espaço mais ambíguo e tímido, entre outras razões porque suas relações comerciais e laços econômicos com a Rússia são muito maiores do que os dos Estados Unidos e porque compra cerca de um quarto de seu gás natural em Moscou.
Kiev foi mais agressivo em seu discurso no final da semana passada e assegurava que Moscou estava dando todos os passos que desembocariam em uma “terceira guerra mundial”. Kiev, respaldado pelo Ocidente, acusa o Kremlin de planejar a invasão do leste da Ucrânia e de preparar o terreno para o treinamento e o apoio de separatistas armados que ocuparam os arredores de uma dúzia de edifícios públicos na região.
Para tranquilizar os aliados da OTAN com fronteiras com a Rússia, Washington enviou 150 paraquedistas à Lituânia no sábado passado. Cerca de 600 soldados norte-americanos chegaram à Polônia e a vários Estados bálticos que pertenceram à extinta União Soviética.
“A agressão russa renovou nossa determinação de reforçar a aliança da OTAN”, disse o secretário de Defesa norte-americano, Chuck Hagel, há algumas semanas, quando o acordo de Genebra estava sendo formalizado. Washington manifestou ceticismo sobre o mesmo, algo que se confirmou logo depois. “Estas medidas não são direcionadas para provocar ou ameaçar a Rússia, mas para demonstrar que a OTAN continua dedicada a suas tarefas de defesa coletiva”, acrescentou Hagel.
Por: Adão Lima de Souza Fonte: El País.O Brasil e a China foram responsáveis por metade das cesáreas feitas no mundo, segundo a OMS.
A Artemis, uma das principais entidades em defesa da mulher em situação de violência, conseguiu agendar uma audiência na Comissão dos Direitos Humanos da Câmara para tentar sensibilizar os deputados sobre a necessidade de políticas públicas de saúde que privilegiem o parto normal em vez da cesariana.
No próximo dia 7, apresentará alguns dados alarmantes sobre a questão, entre eles o fato de que o país sofre uma “epidemia de cesarianas”, com taxas que estão entre as mais altas do mundo. No país, os dados mais recentes (de 2011) mostram que dos 2,9 milhões de partos feitos no ano, 53% eram cesáreas.
Em 1985, a OMS (Organização Mundial de Saúde) já afirmava que não existiam razões para que algum país tivesse uma taxa superior a 15% de cirurgias do tipo, já que ela deveria ser feita apenas em casos emergenciais. As cirurgias são contraindicadas em casos não urgentes porque aumentam o risco de parto prematuro, de infecção para a mulher e por prejudicar o aleitamento materno. Um estudo da OMS, em 2010, mostrou ainda que a China e o Brasil foram responsáveis por metade das cesáreas feitas no mundo.
Pelos estudos realizados, verificou-se que há uma forte indução ao parto cesariano em detrimento do parto normal, mais benéfico à mulher. Os relatos de pacientes comprovam as pesquisas:
Ana Duarte Nascimento, 31, planejou o parto de Gabriel, 1 ano e nove meses, antes mesmo de saber que estava grávida. “Eu sempre quis um parto normal, sempre tive medo de passar por uma cirurgia”, conta ela. Mas quando procurou uma obstetra do plano de saúde, entrou numa batalha não prevista. Com a data provável de nascimento do bebê em julho, durante as férias escolares, começou já na 35a semana a ser pressionada pela médica para agendar uma cesariana. “Ela dizia: ‘vou sair de férias’. Como quem diz: ‘vai mesmo arriscar fazer o parto com um plantonista?”, conta ela, que resistiu.
Cinco semanas depois, ouviu da obstetra que não poderia ter um parto normal porque não tinha dilatação para isso. “Mas eu nem havia entrado em trabalho de parto!”, diz Nascimento, que na época não sabia que o argumento não fazia sentido e o aceitou. Acabou na sala cirúrgica. Privada do direito de parir.
Dados do município de São Paulo, mais atualizados e desmembrados por tipo de rede (pública ou privada) e por maternidades, a taxa de cesariana sobe para 55% dos 165.364 nascimentos ocorridos em 2013.
A rede privada é responsável por alavancar esse número de cirurgias: de cada cem partos feitos nos hospitais particulares, em média 86 deles são cesarianas. Há maternidades em que essa proporção passa dos 90%, caso da Santa Joana, na zona sul da capital. O hospital foi a maternidade privada que mais fez partos em São Paulo em 2013 -92% deles por cirurgia.
Os hospitais afirmam que a escolha pelo parto é exclusivamente da paciente e do médico e que disponibiliza todas as condições para as pacientes que fazem a opção por partos normais e naturais, inclusive sendo a primeira do país a criar unidades especiais para parto.
Entretanto, o argumento da escolha da paciente pelo parto cesariano, ainda é compartilhado por muitos especialistas, sob a alegação de desinformação da paciente: “A maioria das mulheres que procuram a rede privada fazem cesáreas por falta de educação da paciente. Ela vive em um ambiente cultural onde a maioria das pessoas fez cesárea, então ela entende que aquilo é o melhor”, afirma Rossana Pulccinelli, cooperadora técnica da saúde da mulher da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo e coordenadora científica de obstetrícia da Associação de Obstetrícia e Ginecologia de SP (Sogesp).
Porém, para Alberto Kiochi Aguemi, assessor da Saúde da Mulher da Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo, a escolha pela cesárea acontece, geralmente, pela comodidade de poder escolher um horário ou pelo medo de realizar um parto normal. Mas há outro fator: o da preferência do médico, do hospital e do convênio privados pela cesárea, algo que resvala no lado financeiro. “As operadoras de saúde pagam ao médico em média 250 reais por um parto normal [que pode durar horas] e 300 reais por uma cesárea [muito mais rápida]. A maternidade tem uma sala de parto. Uma cesárea dura em média uma hora. Ela pode marcar dez cesáreas em 12 horas, tempo que pode durar um único parto normal”, conta ele.
A conclusão: é muito mais rentável realizar cesarianas do que partos naturais. E, por isso, a mulher acaba convencida de que o melhor é fazer a cirurgia, mesmo quando ela não é necessária. Na rede pública, como o parto é feito com o médico plantonista do hospital e o dinheiro não pesa, o número de cirurgias acaba sendo menor. “Nenhum médico quer ficar preso a uma paciente em trabalho de parto na própria folga”, diz uma gestante, que pediu para não ser identificada por ter medo de represálias.
Mais consciência
Nos últimos anos, entretanto, as campanhas feitas por entidades que lutam contra as cesáreas desnecessárias têm ajudado a aumentar a consciência das mulheres de que muitos dos argumentos dados pelos médicos para “empurrar” uma cirurgia podem não fazer sentido.
Com isso, muitas mulheres estão, inclusive, procurando a Justiça para processar os médicos que, segundo elas, “roubaram delas o direito de parir”. A advogada, Priscila Cavalcanti, consultora jurídica da Artemis, já ingressou com pelo menos dez ações desde julho do ano passado.
O número inclui também outros casos de violência obstétrica, como gritos e ofensas da equipe médica, episiotomia (corte no períneo) sem o consentimento da mulher, a proibição de acompanhante na hora do parto, entre outras. Ela reconhece, no entanto, que são causas que dificilmente têm êxito, já que, muitas vezes, a mulher que sofre a pressão ou a violência está sozinha com o médico e não tem provas. O importante, nesses casos, é a exposição do problema.
Outro ponto defendido pela instituição é o credenciamento dos municípios em um programa do governo federal para a criação de unidades de parto normal nas cidades, para que a referência da mulher para o parto deixe de ser apenas o hospital.
O município de São Paulo aprovou no final do ano passado uma lei de autoria da vereadora Juliana Cardoso (PT) que obriga a criação desses centros e, agora, a prefeitura está se credenciando para receber a verba federal. Serão seis centros, mas não há previsão de abertura ainda.
Fonte: El País
Aves da Região: O Caboclinho
A espécie: caboclinho é uma ave passeriforme da família Thraupidae. Conhecido também como caboclinho-verdadeiro, caboclinho-de-cabeça-marrom, fradinho (Pernambuco), caboclinho-paulista, caboclinho-coroado, bico-de-ferro (Rio de Janeiro), ferrinha, caboclinho-lindo (Amapá e Minas Gerais), cabocolino (Pará e Ceará), coleirinho-do-brejo e caboclinho-frade.
Seu nome significa: do (grego) sporos = semente, sementes; e phila, philos = amigo, aquele que gosta de; e do (francês) bouvreuil = palavra francesa para identificar aves canoras similares em forma ao curió. ⇒ Papa-capim ou (Ave) que gosta de sementes (similar a um curió).
Características
Mede cerca de 10cm de comprimento. O macho é de coloração geral canela, com um boné, asas e cauda pretos e a fêmea é marrom-olivácea nas partes superiores e branco-amarelada nas inferiores. As fêmeas dos caboclinhos em geral são muito semelhantes entre si, dificultando a identificação de cada espécie e possibilitando a mestiçagem. Os jovens apresentam a mesma coloração das fêmeas.
Leia mais em: http://www.wikiaves.com/
Em homenagem ao boxeador americano que cometeu o crime de ser negro num país racista.
Carter ficou 19 anos preso sob acusação de ter matado três pessoas brancas em um bar de Petersen, no Estado de New Jersey, em 1966, em um tempo de intensa segregação racial nos Estados Unidos. Foi declarado culpado ao lado do amigo Artis em 1967 e depois em um novo julgamento em 1976.
“Vai Que É Sua, Lula”
Disparo contra a pré-candidatura do PT, em São Paulo, faz ressurgir das cinzas uma ideia proposta por João Santana, em 2012: a de que o ex-presidente Lula seja o candidato petista ao Palácio dos Bandeirantes; como o PT hoje não tem nomes para uma eventual substituição de Alexandre Padilha, uma vez que Marta Suplicy e Aloizio Mercadante não se desincompatibilizaram, restaria a opção Lula; numa nota intitulada “Taffarel”, o colunista Jorge Bastos Moreno o exortou a aceitar o desafio: “Vai que é sua, Lula”
Em novembro de 2012, o marqueteiro João Santana, responsável pelas campanhas políticas do PT, concedeu uma entrevista polêmica. Disse que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seria o melhor nome para governar São Paulo. “Vou fazer uma provocação. É uma pena o nosso candidato imbatível, Lula, não aceitar nem pensar nesta ideia de concorrer a governador de São Paulo”, disse ele. “Você já imaginou uma chapa com Lula para governador tendo Gabriel Chalita, do PMDB, como candidato a vice? E mais do que isso. Já imaginou o que seria, para o Brasil, Dilma reeleita presidenta, Lula governador de São Paulo e Fernando Haddad prefeito da capital? Daria uma aceleração incrível no modelo de desenvolvimento econômico e avanço social que o Brasil vem vivendo”, afirmou.
Neste sábado, a ideia voltou a circular depois que o pré-candidato do PT em São Paulo, Alexandre Padilha, foi alvejado por um disparo da Polícia Federal, pois um trecho do relatório da Operação Lava Jato traz uma frase do deputado André Vargas (sem partido-PR), em que ele afirma que o ex-ministro indicou um executivo para o laboratório Labogen – o que Padilha, ontem, negou enfaticamente em entrevista coletiva.
No entanto, o impacto do disparo na candidatura Padilha só será conhecido nas próximas semanas. E várias dúvidas foram levantadas sobre a viabilidade de um candidato que já não pode mais ser substituído por outros nomes de peso de dentro do PT, uma vez que Marta Suplicy e Aloizio Mercadante, ministros do governo Dilma, não se desincompatibilizaram para disputar as eleições deste ano.
Mas, embora tenha toda essa especulação, tudo indica que o “bom velhinho”, que agora comparado com um dos melhores goleira do Brasil, seja mesmo, é candidato a presidente.
E, esse sim, é um grande problema para o PT, pois, se compararmos o da candidatura de Padilha com o da candidatura à presidência, fica evidente que o problema do governo de São Paulo é “fichinha”, todavia, que é notável o “Racha” do PT: continua com Dilma, ou colocar Lula.
Por isso, cabe um “Vai que é sua, Lula”?
Por: ” O Cidadão”
7 dicas para mudar a cultura da sua empresa
Munidos de novas ferramentas e novas maneiras de enxergar e administrar o negócio, os extremers agora enfrentam um novo desafio: fazer com que sua visão permeie toda a empresa. “Temos muito mais tecnologia no nosso negócio e vamos usá-la para aumentar a produtividade. É uma oportunidade para rever nossos processos e passar a fazer as coisas de maneira mais eficiente. É claro que isso vai exigir mudanças na nossa cultura e sabemos que alguns funcionários são mais resistentes, mas estamos comprometidos com essa transformação”, diz Ana Flávia Tavares, sócia da Altura Andaimes.
Confira algumas dicas de Garth Schmalenberg, especialista em gestão de pessoas e liderança e fundador da HBI Leadership, para ter sucesso nessa transição:
Liderança – Toda organização tem uma forma de fazer as coisas. A maneira como as pessoas agem, em geral, reflete a postura da liderança. Se a mudança não vier de cima, o resto tende a continuar do mesmo jeito, mesmo que as pessoas sejam treinadas para fazer diferente.
Autoconhecimento – Não basta almejar determinadas qualidades para a organização. Antes, é preciso entender qual é a situação atual e aonde se quer chegar. Fazendo uma analogia com uma pessoa que quer emagrecer, o primeiro passo é reconhecer que ela está fora de forma e determinar quanto peso ela precisa perder para chegar ao seu objetivo.
Desejo de mudança – A convicção de que há necessidade de fazer mudanças também deve estar presente. Uma mudança tática pode ser feita por meio da implantação de um novo sistema ou método. Uma mudança de cultura requer que valores da organização sejam substituídos. Isso é muito mais complicado, por isso é necessário haver uma disposição sincera para transformar as coisas.
Cautela – Mesmo que não sejam bons, os valores que estão em vigor no presente norteiam os funcionários. Mudá-los de uma hora para a outra vai impactar a vida das pessoas. Por isso, o líder deve estar preparado para criar o alicerce adequado para esse processo e evitar que o negócio perca o seu rumo.
Método – Mesmo que o empreendedor tenha claro quais são os novos valores que quer implantar, não basta dizê-los ou escrevê-los para que tudo mude. É preciso exercitar os novos princípios e parâmetros no dia a dia. Isso requer paciência e orientação, portanto o líder deve estar consciente do seu papel no processo e ter expectativas realistas em relação ao prazo de transição.
Motivação – A chave para o sucesso no longo prazo é motivar as pessoas a abraçar as novas causas. Um passo importante é fazer com que elas entendam quais são os benefícios dessa transformação. Reconhecer e incentivar os progressos também é fundamental.
Reflexão – A cada passo da transição é altamente recomendável fazer uma análise dos resultados e, se necessário, corrigir o rumo. A reflexão é o caminho para encontrar oportunidades de melhoria no processo.
Por:” O cidadão”






