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Estudo aponta trens como alternativa para melhorar mobilidade urbana.

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Trânsito parado, carros ocupados por apenas uma ou duas pessoas, ônibus lotados que disputam espaços nas mesmas vias utilizadas pelos outros modais de transporte. As cenas são comuns e fazem com que a mobilidade urbana seja um desafio às grandes cidades brasileiras. Para a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), uma das soluções possíveis para reverter o quadro é incentivar a reutilização do transporte ferroviário de passageiros.

O relatório Trens de Passageiros – uma Necessidade que se Impõe, lançado nesta terça-feira (29), na sede da ANTT, em Brasília, apresenta resultados de um ano de estudos do Grupo de Trabalho criado para diagnosticar a situação da malha ferroviária e propor ações para ampliar a participação dos trens no deslocamento de pessoas, no Brasil. O estudo aponta que há estruturas subutilizadas e que “é possível recuperar e reutilizar trechos para transporte de pessoas e de cargas”, disse o diretor-geral da ANTT, Jorge Bastos.

Produzido por seis subgrupos de trabalho, o relatório apresenta propostas que podem servir para a realização de políticas públicas, tanto em âmbito federal quanto estadual. Exemplo disso é a plataforma virtual que reúne informações sobre trechos de trilhos, custos financeiros e até o passo a passo de como realizar o estudo de viabilidade que é exigido pelo Ministério do Planejamento.

“Com essas informações, é possível ter informações e buscar recursos para os projetos”, explicou Francisco Ferreira, um dos realizadores do protótipo, que estará disponível no site da ANTT.

Professor da Universidade Federal de Minas Gerais, Nilson Tadeu Júnior, afirmou que 200 milhões de pessoas circulam pelas cidades brasileiras, todos os dias, “Mas a estrutura é basicamente a mesma de 50 anos atrás”, criticou.

Ele defendeu a criação de uma empresa ou órgão para coordenar a política de transporte de passageiros e implementar a Política Nacional dos Transportes Regionais, Metropolitanos e Urbanos, já definida pelo Ministério dos Transportes.

A organização poderia, dentre outras medidas, promover o desenvolvimento de tecnologias nacionais. Com a adoção dessa modalidade de transporte, o especialista espera redução da poluição e dos problemas em torno da mobilidade urbana.

O Grupo de Trabalho apresentou outras medidas como premissas institucionais para a Política de Transporte Ferroviário de Pessoas; estudo de normas técnicas; diagnóstico da Indústria Ferroviária Brasileira e das tecnologias de comunicação utilizadas tanto para as operações das empresas quanto para o contato com os usuários do transporte; além da análise da condição de trechos.

De acordo com o estudo, em grande parte dos 58 trechos de ferrovias analisados, “é possível, com as reformulações necessárias, o transporte de passageiros e/ou cargas”.Hoje, o Brasil possui apenas três serviços regulares de transporte ferroviário regional de passageiros: entre Vitória (ES) e Belo Horizonte (MG); entre Paraupebas (PA) e São Luís (MA), conhecida como Estrada de Ferro Carajás; e de Curitiba (PR) para Paranaguá (PR). Para ampliar a oferta, o grupo propôs que o governo federal amplie os investimentos financeiros no setor.

De acordo com o diretor da ANTT, ainda não há previsão de recursos para esse fim, no orçamento que vem sendo executado ou mesmo o planejado, para o ano que vem. A ideia é que o relatório embase essa decisão, bem como as que devem ser tomadas pela ANTT e pelo Ministério dos Transportes sobre a utilização das ferrovias para transporte de pessoas.

Nota de esclarecimento da Facape sobre o aumento de mensalidade

Facape 2A Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina (Facape), através de sua diretoria e do presidente Rinaldo Remígio, vem a público esclarecer com total transparência o reajuste de 6,6% nas mensalidades, previsto para o mês de julho do corrente ano. Diante de algumas inverdades difundidas na mídia por membros do Diretório Central dos Estudantes (DCE), é importante destacar que, ao contrário do que foi dito por eles, o reajuste não está vinculado apenas ao aumento salarial dos servidores e funcionários da instituição.

Desde o ano passado, ficou acordado com os próprios estudantes e membros do Conselho Deliberativo Autárquico (DCA), que o reajuste das mensalidades acontecerá anualmente para que os valores não acumulem, vindo a causar um grande impacto no bolso de nossos discentes. Com isso e tomando por base o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (INPC), o reajuste deste ano, assim como nos anos anteriores, é única e exclusivamente para suportar o aumento natural das despesas e garantir, no caso de 2014, a REPOSIÇÃO SALARIAL dos nossos servidores e funcionários em 2015.

Sobre o fato da Facape ser uma autarquia municipal, é importante esclarecer que somos uma instituição isenta de alguns impostos, no entanto ainda arcamos com diversos encargos, como INSS, IGEPREV (Instituto de Gestão Previdenciária de Petrolina), Imposto de Renda, PIS e COFINS dos nossos servidores, funcionários e prestadores de serviço. Vale ressaltar ainda que o Tesouro Municipal não tem a obrigação de suportar nossas despesas, visto que, conforme afirma a Constituição Federal (Artigo 211, parágrafo 2°), os municípios atuam, prioritariamente, no Ensino Fundamental e na Educação Infantil, não no Ensino Superior.

Em uma comparação com outras autarquias de Pernambuco, pode-se considerar que a mensalidade da Facape é a mais acessível, sem cobranças abusivas ou que visam ao lucro, ao contrário do que dizem os membros do DCE. Na Autarquia de Ensino Superior de Arcoverde (AESA), por exemplo, o curso de Enfermagem custa R$ 642,66.

Na Autarquia de Ensino Superior de Garanhuns (AESGA), os alunos de Direito pagam R$ 630, enquanto na Faculdade de Direito de Belém do São Francisco (FACESF), esse valor chega a R$ 783,12. Já na Facape, a mensalidade do curso de Direito custa R$ 373,69 para o aluno que paga até o dia 30 do mês em curso e R$ 410 para aqueles que pagam até o dia 5 do mês subsequente. Todos os valores são referentes a cinco disciplinas, que é a quantidade mínima a ser cursada pelo estudante e que está definida no Projeto Pedagógico do curso aprovado pelo Conselho Estadual de Educação do Estado de Pernambuco (CEE/PE).

Quanto aos investimentos, atendemos algumas demandas antigas da comunidade acadêmica, como climatização das salas e pavimentação do estacionamento. Pensando na dinâmica das aulas, ainda instalamos projetores (data shows) em todas as salas do curso de Direito, colocando nos demais cursos até o fim do próximo semestre, facilitando o processo de ensino aprendizagem para professores e alunos. Por fim, vale destacar que a presidência e a diretoria da faculdade há muito tempo já se colocaram à disposição para prestar quaisquer esclarecimentos aos membros do DCE e à comunidade acadêmica em geral.

Ao contrário do que foi dito pelos representantes do diretório nos últimos dias, nossas contas estão disponíveis e totalmente claras no site da própria Facape (no link Portal da Transparência) e nos órgãos e instituições responsáveis pela fiscalização das nossas contas, como Prefeitura de Petrolina, Tribunal de Contas do Estado (TCE) e Câmara de Vereadores do município.

Na próxima semana, também entregaremos o relatório completo das receitas e despesas da Facape ao Ministério Público de Pernambuco (MPPE).

Compreendemos as queixas dos alunos em relação ao reajuste das mensalidades, mas eventuais insatisfações não devem ser levianamente manipuladas por uns poucos. Antes de qualquer acusação ou inverdade serem difundidas por um ou outro estudante nos veículos de comunicação ou nos corredores da faculdade, devem ser mantidas abertas as portas do diálogo, fundamental em qualquer relação e importante para a democracia pela qual tanto lutamos e, acima de tudo, defendemos.

Atenciosamente,

Facape 

Contra o racismo nada de bananas, nada de macacos, por favor!

NeyAFRICA

À esquerda, foto de Neymar em apoio a Daniel Alves; À direita foto de Ota Benga, Zoológico do Bronx, Nova York, em 1906.

A foto da esquerda todo mundo viu. É o craque Neymar com seu filho no colo e duas bananas, em apoio a Daniel Alves e em repulsa ao racismo no mundo do futebol.

Já a foto à direita, é do pigmeu Ota Benga, que ficou em exibição junto a macacos no zoológico do Bronx, Nova York, em 1906. Ota foi levado do Congo para Nova York e sua exibição em um zoológico americano serviu como um exemplo do que os cientistas da época proclamaram ser uma raça evolucionária inferior ao ser humano. A história de Ota serviu para inflamar crenças sobre a supremacia racial ariana defendida por Hitler. Sua história é contada no documentário “The Human Zoo”.

A comparação entre negros e macacos é racista em sua essência. No entanto muitos não compreendem a gravidade da utilização da figura do macaco como uma ofensa, um insulto aos negros.

Encontrei essa forte história num artigo sensacional que li dia desses, e que também trazia reflexões de James Bradley, professor de História da Medicina na Universidade de Melbourne, na Austrália. Ele escreveu um texto com o título “O macaco como insulto: uma curta história de uma ideia racista”. Termina o artigo dizendo que “O sistema educacional não faz o suficiente para nos educar sobre a ciência ou a história do ser humano, porque se o fizesse, nós viveríamos o desaparecimento do uso do macaco como insulto.”

Não, querido Neymar. Não somos todos macacos. Ao menos não para efeito de fazer uso dessa expressão ou ideia como ferramenta de combate ao racismo.

Mas é bom separar: Uma coisa é a reação de Daniel Alves ao comer a banana jogada ao campo, num evidente e corriqueiro ato racista por parte da torcida; outra coisa é a campanha de apoio a Daniel e de denúncia ao racismo, promovida por Neymar.

No Brasil, a maioria dos jogadores de futebol advém de camadas mais pobres. Embora isso esteja mudando – porque o futebol mudou, ainda é assim. Dentre esses, a maioria dos que atingem grande sucesso são negros. Por buscarem o sonho de vencer na carreira desde cedo, pouco estudam. Os “fora de série” são descobertos cada vez mais cedo e depois de alçados à condição de estrelas vivem um mundo à parte, numa bolha. Poucos foram ou são aqueles que conseguem combinar genialidade esportiva e alguma coisa na cabeça. E quando o assunto é racismo, a tendência é piorar.

E Daniel comeu a banana! Ironia? Forma de protesto? Inteligência? Ora, ele mesmo respondeu na entrevista seguida ao jogo:

“Tem que ser assim! Não vamos mudar. Há 11 anos convivo com a mesma coisa na Espanha. Temos que rir desses retardados.”

É uma postura. Não há o que interpretar. Ele elaborou uma reação objetiva ao racismo: Vamos ignorar e rir!

Há um provérbio africano que diz: “Cada um vê o sol do meio dia a partir da janela de sua casa”. Do lugar de onde Daniel fala, do estrelato esportivo, dos ganhos milionários, da vida feita na Europa, da titularidade na seleção brasileira de futebol, para ele, isso é o melhor – e mais confortável, a se fazer: ignorar e rir. Vamos fazer piada! Vamos olhar para esses idiotas racistas e dizer: sou rico, seu babaca! Sou famoso! Tenho 5 Ferraris, idiota! Pode jogar bananas à vontade!

O racismo os incomoda. E os atinge. Mas de que maneira? Afinal, são ricos! E há quem diga que “enriqueceu, tá resolvido” ou que “problema é de classe”! O elemento econômico suaviza o efeito do racismo, mas não o anula. Nesse sentido, os racistas e as bananas prestam um serviço: Lembram a esses meninos que eles são negros e que o dinheiro e a fama não os tornam brancos!

Daniel Alves, Neymar, Dante, Balotelli e outros tantos jogadores de alto nível e salários pouca chance terão de ser confundidos com um assaltante e de ficar presos alguns dias como no caso do ator Vinícius; pouco provavelmente serão desaparecidos, depois de torturados e mortos, como foi Amarildo; nada indica que possam ter seus corpos arrastados por um carro da polícia como foi Cláudia ou ainda, não terão que correr da polícia e acabar sem vida com seus corpos jogados em uma creche qualquer. Apesar das bananas, dificilmente serão tratados como animais, ao buscarem vida digna como refugiados em algum país cordial, de franca democracia racial, assim como as centenas de Haitianos o fazem no Acre e em São Paulo.

O racismo não os atinge dessa maneira. Mas os atinge. E sua reação é proporcional. Cabe a nós dizer que sua reação não nos serve! Não será possível para nós, negras e negros brasileiros e de todo o mundo, que não tivemos o talento (ou sorte?) para o  estrelato, comer a banana de dinamite, ou chupar as balas dos fuzis, ou descascar a bainha das facas. Cabe a nós parafrasear Daniel, na invertida: “Não tem que ser assim! Nós precisamos mudar! Convivemos há 500 anos com a mesma coisa no Brasil. Temos que acabar com esses racistas retardados, especialmente os de farda e gravata”.

Quanto a Neymar, ele é bom de bola. E como quase todo gênio da bola, superacumula inteligência na ponta dos pés. Pousa com seu filho louro, sem saber que por ser louro, mesmo que se pendure num cacho de bananas, jamais será chamado de macaco. A ofensa, nesse caso, não fará sentido. Mas pensemos: sua maneira de rechaçar o racismo foi uma jogada de marketing ou apenas boa vontade? Seja o que for, não nos serve.

Sou negro, nascido em um país onde a violência e a pobreza são pressupostos para a vida da maior parte da população, que é negra. Querido Neymar – mas não: Luciano Hulk, Angélica, Reinaldo Azevedo, Aécio Neves, Dilma Rousseff, artistas e a imprensa que, de maneira geral, exaltou o “devorar da banana” e agora compartilham fotos empunhando a saborosa fruta, neste país, assim como em todo o mundo, a comparação de uma pessoa negra a um macaco é algo culturalmente ofensivo.

Eu como negro, não admito. Banana não é arma e tampouco serve como símbolo de luta contra o racismo. Ao contrário, o reafirma na medida em que relaciona o alvo a um macaco e principalmente na medida em que simplifica, desqualifica e pior, humoriza o debate sobre racismo no Brasil e no mundo.

O racismo é algo muito sério. Vivemos no Brasil uma escalada assombrosa da violência racista. Esse tipo de postura e reação despolitizadas e alienantes de esportistas, artistas, formadores de opinião e governantes tem um objetivo certo: escamotear seu real significado do racismo que gera desde bananas em campo de futebol até o genocídio negro que continua em todo o mundo.

Eu adoro banana. Aqui em casa nunca falta. E acho os macacos bichos incríveis, inteligentes e fortes. Adoro o filme Planeta dos Macacos e sempre que assisto, especialmente o primeiro, imagino o quanto os seres humanos merecem castigo parecido. Viemos deles e a história da evolução da espécie é linda. Mas se é para associar a origens, por que não dizer que #SomosTodosNegros ? Porque não dizer #SomosTodosDeÁfrica ? Porque não lembrar que é de África que viemos, todos e de todas as cores? E que por isso o racismo, em todas as suas formas, é uma estupidez incompatível com a própria evolução humana? E, se somos, por que nos tratamos assim?

Mas não. E seguem vocês, “olhando pra cá, curiosos, é lógico. Não, não é não, não é o zoológico”.

Portanto, nada de bananas, nada de macacos, por favor!

Por Douglas Belchior

 

Dilma cai, Aécio e Eduardo crescem, indica pesquisa da CNT/MDA

Dilma chateada - Beto Barata-Estadão ConteúdoA presidente Dilma Rousseff teve uma queda de seis pontos percentuais nas intenções de voto para presidente, de acordo com pesquisa da Confederação Nacional dos Transportes (CNT), realizada em parceria com a MDA e divulgada na manhã desta terça-feira, 29. No cenário que mede a intenção de voto estimulada, a presidente aparece com 37% da preferência do eleitorado, número que era de 43,7% em fevereiro.

O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, aparece com 21,6% das intenções de voto em abril, frente a 17% no início deste ano. O ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), soma 11,8% das intenções de voto, avanço de pouco menos de dois pontos percentuais em relação a fevereiro de 2014. Brancos e nulos chegaram em 20% e o porcentual dos que não sabem ou não responderam atingiu a 9,6%.

Cenário com outros candidatos:

O levantamento CNT/MDA também testou cenários com os chamados candidatos nanicos. Quando entram na disputa José Maria Eymael (PSDC), Levy Fidelix (PRTB) e o senador Randolfe Rodrigues (PSOL), Dilma soma 36,5% das intenções de voto, frente a 21,5% do senador Aécio Neves e 11,2% de Campos.

Num outro cenário testado, em que figuram como candidatos Magno Malta (PR) e Pastor Everaldo (PSC), Dilma aparece com 36,4% das intenções de voto, seguida por Aécio (21,2%) e Campos (11,1%). Malta soma 0,6% das intenções de voto e Everaldo, 0,4%.

Repito: “Nós queremos é uma Unidade da CEF e não uma ‘Simples’ lotérica, esse sim, é um verdadeiro desejo do povo de Lagoa Grande”

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Lagoa Grande – é gente nos parece que os responsáveis por fornecerem um bom serviço público, neste município, não estão interessados ou, “simplesmente”, não se atentaram, ainda, a realidade dos cidadãos.

Todavia, que, no município, há a necessidade de uma Unidade da Caixa Econômica Federal e não de uma Lotérica que só vive abarrotada de pessoas, e que nunca poderá disponibilizar os serviços que são essenciais para a população lagoagrandense.

E por isso, infelizmente, continua o problema na lotérica, e continua os cidadãos todos os dias tendo que madrugar em frente dela, chegando as 5h da manhã, as vezes mais cedo, para poderem ser atendidos só as 8h, enfrentando um fila enorme logo cedo, e em todo o decorrer do dia, para que, quando chegar sua vez de ser atendido, não conseguir resolver o seu problema, ou não conseguir sacar o dinheiro pretendido, ou não conseguir sacar, apenas, um benefício de algum programa social do governo, por exemplo.

Como podemos notar, não vemos nenhuma medida, por partes das autoridades municipais, para resolver esse problema, o que vemos sim, é um descaso ou nenhum compromisso com o povo de Lagoa Grande, que tanto vem lutando por melhorias.

Essas fotos retratam bem, a situação de quem tem que se utilizar dessa lotérica para qualquer tipo de serviço, elas foram tiradas as 5h e 50min, e já se encontrava com essa quantidade de pessoas, que são trabalhadoras, que lutam, diariamente, para vencer na vida e que necessitam, urgentemente, do olhar das autoridades públicas que foram eleitas para satisfazer, simplesmente, e nada mais do que os interesses do povo, e somente do povo.

O Povo Lagoagrandense clama, tem urgência por uma Unidade da Caixa Econômica Federal, chega desse descaso, por isso, digo e repito, na voz de um ilustríssimo cidadão: “nós queremos é uma Unidade da CEF e não uma Simples Lotérica, esse sim, é um verdadeiro desejo do povo de Lagoa Grande”.

Por: “O Cidadão”

Projeto ‘Farol Jurídico’ inicia série de debates na Facape nesta quarta-feira

images (1)Os estudantes da Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina (Facape) que desejam discutir temas atuais e polêmicos já podem se inscrever para a primeira palestra do projeto ‘Farol Jurídico’.

A iniciativa é do Colegiado de Direito e tem como proposta promover uma série de debates sobre assuntos contemporâneos, que estão em discussão no Congresso, na mídia e nas ruas.

A primeira palestra, que terá como tema ‘Reforma Política Eleitoral’, acontecerá nesta quarta-feira (30), às 19h, no auditório da Facape. Com mediação do professor José Ivan Galvão, o debate contará com a presença de diversas autoridades, como o promotor de justiça Carlan Carlo; os juízes de Direito Edmilson Cruz, Iure Pedroza e Arthur Napoleão; além do presidente da OAB/subseção Petrolina, Lázaro Mendes; e o professor da Facape e sociólogo, Celso Franca.

Os interessados devem fazer a inscrição no Colegiado de Direito até o dia 30 e levar um quilo de alimento não perecível. Os outros debates estão previstos para os dias 9 e 21 de maio.

Veja as vagas de emprego da Agência do Trabalho para esta segunda-feira (29)

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1

Auxiliar de linha de produção
2534993

ENS. MEDIO COMPLETO

1

Açougueiro
2337807

6 meses   não CTPS

1

Atendente balconista
2485919

ENS. MEDIO COMPLETO

6 meses   não CTPS

1

Auxiliar de almoxarifado
2561420

ENS. MEDIO COMPLETO

6 meses   CTPS

2

Auxiliar de cobrança
2558478

ENS. MEDIO COMPLETO

6 meses   não CTPS

1

Auxiliar de limpeza
2501539

FUNDAMENTAL COMPLETO

6 meses CTPS

1

Auxiliar de mecânico diesel (exceto de veículos automotores)
2543006

FUNDAMENTAL INCOMPL

3 meses   CTPS

1

Auxiliar de pessoal
2563487

ENS. MEDIO COMPLETO

6 meses CTPS

5

Carpinteiro
2550102

FUNDAMENTAL COMPLETO

************

1

Costureira de máquinas industriais
2533540

6 meses   não CTPS

5

Eletricista
2550130

FUNDAMENTAL COMPLETO

************

1

Encanador
2536508

FUNDAMENTAL COMPLETO

6 meses   CTPS

5

 

Encanador
2550123

FUNDAMENTAL COMPLETO

************

2

Mecânico de manutenção de máquinas agrícolas (tratores)
2510234

FUNDAMENTAL COMPLETO

6 meses  não CTPS

1

Mecânico de motores agrícolas
2477185

6 meses   não CTPS

1

Mestre de obras
2553909

ENS. MEDIO COMPLETO

6 meses  CTPS

1

Nutricionista
2515424

SUPERIOR COMPLETO

6 meses   CTPS

2

Office-girl
2480357

ENS. MEDIO COMPLETO

**********

3

Oficial de serviços gerais na manutenção de edificações
2513755

ENS. MEDIO COMPLETO

3 meses   não CTPS

5

Oficial de serviços gerais na manutenção de edificações
2550300

FUNDAMENTAL INCOMPL.

***************

2

Operador de telemarketing ativo
2538860

ENS. MEDIO COMPLETO

6 meses   CTPS

1

Operador de trator de esteira
2504444

*****************

6 meses   não CTPS

5

Pedreiro
2550199

****************

************

10

Pintor de alvenaria
2550218

****************

************

1

Professor de espanhol
2521308

SUPERIOR COMPLETO

6 meses   não CTPS

1

Professor de inglês
2521228

SUPERIOR COMPLETO

6 meses   não CTPS

1

Promotor de vendas
2523373

ENS. MEDIO INCOMPL

5

Servente de obras
2550144

FUNDAMENTAL COMPLETO

************

1

Supervisor de vendas comercial
2564001

Superior incompleto

6 meses CTPS

1

Técnico de edificações
2554007

ENS. MEDIO COMPLETO

6 meses  CTPS

1

Técnico de edificações
2483626

ENS. MEDIO COMPLETO

6 meses CTPS

1

Técnico em eletromecânica
2554911

ENS. MEDIO COMPLETO

3 meses   não CTPS

1

Técnico em segurança do trabalho
2485502

ENS. MEDIO COMPLETO

6 meses CTPS

1

Técnico orçamentista de obras na construção civil
2564890

ENS. MEDIO COMPLETO

6 meses CTPS

1

Torneiro mecânico
2488165

FUNDAMENTAL INCOMPL

6 meses   CTPS

5

Vendedor de consórcio
2521500

ENS. MEDIO COMPLETO

6 meses   não CTPS

1

Vendedor pracista
2321400

ENS. MEDIO COMPLETO

6 meses   não CTPS

1

Vendedor pracista
2564566

ENS. MEDIO COMPLETO

6 meses CTPS

1

Vidraceiro
2494569

ENS. MEDIO INCOMPL

6 meses   CTPS

A Agência do Trabalho fica localizada no Centro de Convenções, aberta das 7h.30 as 17.h30

População pernambucana sofrerá aumento de mais de 17% na energia elétrica

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Pague mais caro e contribua com a copa do mundo dos empresários

A população Pernambucana vai pagar mais caro pelo consumo de energia. A péssima notícia foi aprovada hoje (28) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O reajuste é de 17,51% para os consumidores residenciais atendidos pela Companhia Energética de Pernambuco (Celpe). O aumento vale a partir de amanhã (29) para 3,3 milhões de unidades consumidoras de 185 municípios de Pernambuco.

Neste ponto segue-se a mesma lógica dos diretores da Facape: Faz-se um reajuste abusivo, usando um argumento mentiroso de que “precisa melhorar a qualidade dos serviços e da modernização”.  Reajam!

FACAPE E FACESF: QUEM COBRA MAIS CARO?

BIBLIOTECA

BIBLIOTECA FACESF

A direção da Facape anunciou um reajuste nas mensalidades que as levarão para algo próximo de R$ 532,00. Para justificar mais um aumento recorreram ao velho artifício de comparar os preços pagos aqui com os pagos em instituições particulares de ensino.

E, como é corriqueiro, talvez devido a proximidade, a Faculdade de Ciências Exatas e Humanas do Sertão do São Francisco, situada no município de Belém, sempre é evocada, como exemplo, não se sabe se por equívoco ou desinformação, como o melhor  parâmetro para sustentar a tese refutável de que os alunos da Facape pagam uma mensalidade muito menor que a Facesf, ou seja, irrisória, quando comparadas as duas.

Entretanto, em que pese os valores cobrados em universidades privadas pelos serviços educacionais serem robustos, cabe algumas ponderações, a fim de elucidar os fatos.  

Vejamos os números da Facesf:

O valor atual da mensalidade na Facesf é, exatamente, de R$ 783,12 por 06(seis) disciplinas de 72 hora/aula, excetuando-se o desconto médio de 6% para pagamento efetuado na data de vencimento.

A nossa Facape cobra R$ 493,00 por 06(seis) disciplinas de 60hora/aula, também, excetuado o desconto de 9% na situação descrita.

Vale destacar, no entanto, numa empresa privada, a contratação de um empregado sujeita a empresa ao pagamento equivalente a 67,53% referente aos encargos trabalhistas e previdenciários sobre o salário, além de outros adicionais e benefícios garantidos pela CLT e Convenção Coletiva de Trabalho.

O percentual acima mencionado, considerado para empresas não optantes pelo Simples, é composto de: férias e 1/3 (11,11%), décimo terceiro salário (8,33%), INSS por sua alíquota máxima (28,8%), INSS sobre férias e décimo terceiro (5,6%), FGTS (8,5%), FGTS sobre férias e décimo terceiro salário (0,94%) e FGTS calculado sobre a rescisão (4,25%).

Assim, se considerarmos um empregado cujo salário mensal é de R$ 1,5 mil, haverá um custo por parte da empresa de, no mínimo, R$ 1.013, além do próprio salário. Isso sem mencionar o pagamento de horas extras, adicional noturno, adicional de insalubridade, periculosidade, etc; bem como os encargos previdenciários e FGTS sobre tais verbas.

Por sua vez, retirando-se as contribuições obrigatórias como as previdenciárias, a Facape está isenta de todas as outras incidências de impostos sobre a folha de pagamento. O que nos leva a afirmar que uma mensalidade de R$ 391,56, ou seja, metade da cobrada pela Facesf seria não somente justa como garantiria a manutenção dos serviços e uma pequena margem de investimento, se administrada a arrecadação com a eficiência exigida para os negócios públicos.

Quanto à estrutura temos na Facesf, temos:

Além de uma moderna biblioteca informatizada (foto), torna-se oportuno trazer para o debate a qualificação dos docentes, segundo a hierarquia de suas titulações, vejamos:

01. Dr. Geraldo de Oliveira Santos Neves
02. Msc. Alexandre Magno Paiva
03. Msc. Arnaldo Barbosa Escorel Júnior
04. Msc. George Eric Gatis Júnior
05. Msc. Geyza Kelly Alves da Silva
06. Msc. Ivandro Pinto de Menezes
07. Msc. Jerusa Arruda
08. Msc. José Claudemiro Vilaça de Lima
09. Msc. José Pandolfi Neto
10. Msc. José Ricardo Ferreira da Costa
11. Msc. Paulo Romério Lima Vieira
12. Msc. Pedro de Menezes Carvalho
13. Msc. Rebeca Lins Simões de Oliveira
14. Msc. Tibério de Paula P. Monteiro
15. Esp. Camila Bahia Lustosa
16. Esp. Clayton José Oliveira Soares
17. Esp. Danilo Rodrigues Pereira
18. Esp. Daniela Pereira Novacosque
19. Esp. Eduardo Gomes
20. Esp. Elizieth Maria da Silva Sá
21. Esp. Fernando Portela Rodrigues
22. Esp. Manoel Messias
23. Esp. Marco Antonio de Jesus Bacelar
24. Esp. Marcos Silva (Tuxa)
25.Esp. Marcos Vasconcelos
26.Esp. Maria Ana de Carvalho
27.Esp. Monica Rodrigues
28. Esp. Ricardo Kalil Lage
29. Esp. Thiago Nunes Abath Cananea
30. Esp. William Ariel Arcanjo Lins
31. Esp. William de Carvalho F. Lima Jr.

Diante disso, devemos nos perguntar quem paga mais caro? O aluno da Facesf ou o aluno da Facape, onde uma parte significante dos professores é de substitutos, ganhando R$ 632,00 por turma? Onde a biblioteca ainda hoje se utiliza de fichas de papelão e o acervo bibliográfico é do ano de 2004?

Reflita caro aluno! Sopese bens os custos e benefício de cada uma e defenda seus direitos!

DIGA NÃO AO NOVO REAJUSTE!

Por: Adão Lima de Souza
 

Nobel de Economia alerta sobre a crise iminente do mercado imobiliário no Brasil.

São Paulo

O Brasil está à beira de uma possível bolha imobiliária, segundo o Nobel de Economia Robert Shiller, com os altos preços dos imóveis nas maiores cidades brasileiras.

O norte-americano, que antecipou o colapso no setor nos Estados Unidos que derivou na crise mundial de 2008, diz que, tomando como base os valores dos imóveis anunciados nas duas principais cidades do país, São Paulo e Rio de Janeiro, a manutenção de uma taxa de crescimento bem superior à inflação que reforça a observação de que os preços dos imóveis “aumentaram de forma dramática”, e isso pode resultar num colapso do setor imobiliário brasileiro.

Em entrevista ao EL PAÍS, Shiller faz questão de destacar em algumas de suas respostas que não é um especialista em Brasil, e que isso o impede de fazer projeções sobre o país “com confiança”. Entretanto, ressalta que o índice FipeZap apontou valorização de 13,5% nos preços de venda na cidade de São Paulo nos últimos 12 meses até fevereiro.

No município do Rio de Janeiro, a alta foi de 15,2% no mesmo período. O indicador, no entanto, se baseia apenas nos preços anunciados dos imóveis, desconsiderando eventuais descontos ou acréscimos posteriores visando ao efetivo desfecho do negócio.

“A taxa de aumento foi muito constante. O índice de inflação ficou um pouco abaixo de 6%. Trata-se de uma alta real de preços na casa de 7%”, diz, referindo-se exclusivamente ao caso da capital paulista. “Suspeito que isso seja excessivo, sobretudo porque entendo que o mercado hipotecário está se desenvolvendo no Brasil e erros podem facilmente ocorrer.”

O balanço atualizado do FipeZap até março, divulgado apenas neste mês de abril, após o recebimento das respostas de Shiller pelo EL PAÍS, mostram uma levíssima desaceleração na expansão registrada no período dos últimos 12 meses. No caso paulistano, de 0,2 pontos percentuais, para 13,3%; e no carioca, de 0,3 pontos percentuais, para 14,9%.

Mas desde janeiro de 2008, quando o índice começou a ser medido, a cidade de São Paulo registra a fortíssima valorização de cerca de 200%, e o Rio de Janeiro, de estratosféricos 250%.

“Acho que o Brasil se tornou vulnerável a uma crise por causa de seu crescimento econômico recente e o status de BRICS (grupo formado, além do Brasil, por Rússia, Índia, China e África do Sul)”, diz Shiller.  O país, que chegou a avançar 7,5% em 2010, acumulou expansões de 2,7%, 1% e 2,3% nos anos imediatamente posteriores.

Shiller, que é professor de Economia na Universidade Yale, ganhou o Prêmio Nobel de Ciências Econômicas de 2013 junto com outros dois pesquisadores norte-americanos, Eugene Fama e Lars Peter Hansen, por suas “análises empíricas de preços de ativos”. Os estudos do economista também derivaram no índice Case-Shiller de preços de imóveis, principal referência sobre a trajetória do mercado residencial norte-americano.

Ele é autor ainda do livro Exuberância Irracional (Makron Books), em que abordava inicialmente os riscos da supervalorização do mercado de ações no início da década passada, em meio ao boom tecnológico, e co-autor de O Espírito Animal – Como a psicologia humana impulsiona a economia e a sua importância para o capitalismo global (Elsevier-Campus).

Por: Adão Lima de Souza
Fonte: El País.