ELOGIO DA FILOSOFIA DA LIBERTAÇÃO

ELOGIO DA FILOSOFIA DA LIBERTAÇÃO

A injunção de ouvir as vozes históricas dos pobres engaja a necessidade de transformação da economia desde outras bases, desde a superação analética da lei absoluta da extração de mais-trabalho, que informa o capitalismo. Mais »

ALBERTO GUERREIRO RAMOS: A DESTINAÇÃO DAS CIÊNCIAS SOCIAIS NA MODERNIDADE PERIFÉRICA

ALBERTO GUERREIRO RAMOS: A DESTINAÇÃO DAS CIÊNCIAS SOCIAIS NA MODERNIDADE PERIFÉRICA

A sociologia, nesse contexto, erige-se como instrumento de autodeterminação dos povos. Mais »

A CRISE DO MODO DE PRODUÇÃO CAPITALISTA E A QUESTÃO FULCRAL DAS FONTES CRIADORAS DE VALOR

A CRISE DO MODO DE PRODUÇÃO CAPITALISTA E A QUESTÃO FULCRAL DAS FONTES CRIADORAS DE VALOR

Digamos de forma clara: a crise do capitalismo é a crise da produção... Mais »

 

2º Festival Sertão in Rock traz Ratos de Porão

Ratos

A 2ª edição do Festival Sertão in Rock traz para Juazeiro dez bandas de rock e metal, nos dias 16 e 17 de maio. Entre as bandas, Ratos de Porão pela primeira vez na região!

O grupo tem mais de 30 anos de história e são referência brasileira no gênero, além de serem reconhecidos internacionalmente, principalmente na Europa, América Latina e América do Norte.

A copa já era! – Parte I

taca_copaO presente texto tem o propósito de apresentar onze argumentos, do goleiro ao ponta-esquerda, para demonstrar que a Copa já era! Ou seja, que já não terá nenhum valor para a sociedade brasileira e, em especial para a classe trabalhadora, restando-nos ser diligentes para que os danos gerados não se arrastem para o período posterior à Copa.

1. A perda do sentido humano

O debate entre os que defendem a causa “não vai ter copa” e os que afirmam “vai ter copa” está superado. Afinal, haja o que houver, o evento não vai acontecer, ao menos no sentido originariamente imaginado, como instrumento apto a gerar lucros e dividendos políticos “limpinhos”, como se costuma dizer, pois não é mais possível apagar os efeitos deletérios que a Copa já produziu para a classe trabalhadora brasileira. É certo, por exemplo, que para José Afonso de Oliveira Rodrigues, Raimundo Nonato Lima Costa, Fábio Luiz Pereira, Ronaldo Oliveira dos Santos, Marcleudo de Melo Ferreira, José Antônio do Nascimento, Antônio José Pitta Martins e Fabio Hamilton da Cruz, mortos nas obras dos estádios, já não vai ter Copa!

Aliás, a Copa já não tem o menor valor para mais de 8.350 famílias que foram removidas de suas casas no Rio de Janeiro, em procedimento que, como adverte o jornalista Juca Kfouri, no documentário, A Caminho da Copa, de Carolina Caffé e Florence Rodrigues, “lembram práticas nazistas de casas que são marcadas num dia para serem demolidas no dia seguinte, gente passando com tratores por cima das casas”.

Essas práticas, segundo relatos dos moradores, expressos no mesmo documentário, incluíram invasões nas residências, para medir, pichar e tirar fotos, estabelecendo uma lógica de pressão a fim de que moradores assinassem laudos que atestavam que a casa estava em área de risco, sob o argumento de que na ausência de assinatura nada receberiam de indenização, o que foi completado com o uso da Polícia para reprimir, com extrema violência, os atos de resistência legítima organizados pelos moradores, colimando com demolições que se realizaram, inclusive, com pessoas ainda dentro das casas.

As imagens do documentário mencionado são de fazer chorar e de causar indignação, revolta e repúdio, como o são também as imagens da violência utilizada para a desocupação de imóvel da VIVO na zona norte do Rio de Janeiro, ocorrida no dia 11 de abril de 2014, onde se encontravam 5.000 pessoas.

Lembre-se que as remoções para a Copa ocorreram também em Cuiabá, Curitiba, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Manaus, São Paulo e Fortaleza, atingindo, segundo os Comitês Populares da Copa, cerca de 170 mil famílias em todo o Brasil.

A Copa já não tem sentido para o Brasil, como nação, visto que embora sejam gastos cerca de R$ 30 bilhões para o montante total das obras, sendo 85% vindos dos cofres públicos, a forma como se organizou – ou não se organizou – a Copa acabou abalando a própria imagem do Brasil.

Ou seja, mesmo se pensarmos o evento do ponto de vista econômico e ainda que, imediatamente, se possa chegar a algum resultado financeiro positivo, considerando o que se gastou e o dinheiro que venha a ser atraído para o mercado nacional, é fácil projetar um balanço negativo em razão da quebra de confiabilidade.

Se o Brasil queria se mostrar, como de fato não é, para mais de 2 bilhões de telespectadores, pode estar certo de que a estratégia já não deu certo. A propósito, a própria FIFA, a quem se concedeu benefícios inéditos na história das Copas, tem difundido pelo mundo uma imagem extremamente negativa do Brasil, que até sequer corresponde à nossa realidade, pois faz parecer que o Brasil é uma terra de gente preguiçosa e descomprometida, quando se sabe que o Brasil, de fato, é um país composto por uma classe trabalhadora extremamente sofrida e dedicada e onde se produz uma inteligência extremamente relevante em todos os campos do conhecimento, mas que, enfim, serve para demonstrar que maquiar os nossos problemas sociais e econômicos não terá sido uma boa estratégia.

2. Ausência de benefício econômico

Mesmo que entre perdas e ganhos o saldo econômico seja positivo, há de se indagar qual o preço pago pela população brasileira, vez que restará a esta conviver por muitos anos com o verdadeiro legado da Copa: alguns estádios fantasmas e obras inacabadas, nos próprios estádios e em aeroportos e avenidas, além da indignação de saber que os grandes estádios e as obras em aeroportos custaram milhões aos cofres públicos, mas que, de fato, pouca serventia terão para a maior parte da classe operária, que raramente viaja de avião e que tem sido afastada das partidas de futebol, em razão do processo notório de elitização incrementado neste esporte.

Oportuno frisar que o dinheiro público utilizado origina-se da riqueza produzida pela classe trabalhadora, vez que toda riqueza provém do trabalho e ainda que se diga que não houve uma transferência do dinheiro público para o implemento de uma atividade privada, vez que tudo está na base de empréstimos, não se pode deixar de reconhecer que foram empréstimos com prazos e juros bastante generosos, baseados na previsibilidade de ganhos paralelos com o evento, ganhos que, no entanto, já se demonstram bastante questionáveis.

No caso do estádio Mané Garrincha, em Brasília, por exemplo, com custo final estimado em R$1,9 bilhões, levando-se em consideração o resultado operacional com jogos e eventos obtidos em um ano após a conclusão da obra, qual seja, R$1.137 milhões, serão precisos 1.167 anos para recuperar o que se gastou, o que é um absurdo do tamanho do estádio, ainda que o Ministro do Esporte, Aldo Rebelo, e o secretário executivo da pasta, Luis Fernandes, tenham considerado o resultado, respectivamente, “um êxito” e “um exemplo contra o derrotismo”.

O problema aumenta, gerando indignação, quando se lembra que não se tem visto historicamente no Brasil – desde sempre – a mesma disposição de investir dinheiro público em valores ligados aos direitos sociais, tais como educação pública, saúde pública, moradias, creches e transporte.

O que se sabe com certeza é que a FIFA, que não precisa se preocupar com nenhum efeito social e econômico correlato da Copa, obterá um enorme lucro com o evento. “Uma projeção feita pela BDO, empresa de auditoria e consultoria especializada em análises econômicas, financeiras e mercadológicas, aponta que a Copa do Mundo de 2014 no Brasil vai render para a Fifa a maior arrecadação de sua história: nada menos do que US$ 5 bilhões entrarão nos cofres da entidade (cerca de R$ 10 bilhões).”

 *Jorge Luiz Souto Maior  – professor livre-docente da Faculdade de Direito da USP e membro da AJD – Associação Juízes para a Democracia.

Prefeitura parabeniza trabalhadores pelo dia do Gari

cafe_garis_(11)Lembrando o dia 16 de maio, data em que se homenageiam os Garis, a Prefeitura de Petrolina parabeniza os profissionais da limpeza pública. O trabalho é feito diariamente por homens e mulheres responsáveis pelos cuidados com a cidade na manutenção de ruas, avenidas, praças, canteiros, canais e coleta domiciliar de lixo.

Para lembrar a data, as equipes iniciaram a manhã com um café da manhã oferecido pelo sindicato dos trabalhadores e distribuição de brindes. Ainda estiveram presentes no momento, representantes da empresa de coleta domiciliar de lixo Venâncio e o Secretário de Serviços Públicos da Prefeitura Giannini Barbosa representando o Secretário de Infraestrutura e Mobilidade Urbana Ricardo Rocha.

“O trabalho de limpeza é feito em parceria, e uma força importante nesse processo são os garis que estão diariamente nas ruas cuidando para que a cidade permaneça limpa para que todos nós a desfrutemos com prazer”, afirmou o Secretário Giannini.

Já o Secretário de Infraestrutura e Mobilidade Urbana Ricardo Rocha reforça além da importância desse profissional para a cidade, também a busca por sua valorização. “Entendemos a importância dos serviços prestados e por isso mesmo temos a preocupação rotineira de buscar valorizá-los. Infelizmente muita coisa não depende de nós, mas garantimos que estamos cuidando dos seus interesses”, concluiu.

Texto e Foto: ASCOM PMP

COPA DO MUNDO: Tropa de Choque ganha ‘Kit Robocop’ em São Paulo.

CavaloChamados de kit Robocop, novos equipamentos serão utilizados pelos integrantes da cavalaria da Tropa de Choque da Polícia Militar de São Paulo durante possíveis confrontos em manifestações ocorridas na Copa do Mundo. Os policiais utilizarão um exoesqueleto de polipropileno, material resistente a pancadas. 

Duzentos kits foram comprados, ao custo de R$ 2,3 mil para cada conjunto. Os cavalos também estarão “equipados”: viseira de acrílico, botas antiderrapantes, protetor facial e cobertura de couro no peito. No caso dos animais, cada conjunto saiu por cerca de R$ 600. 

A intervenção do Comando de Policiamento de Choque (CPChoque) será o último recurso, de acordo com a cúpula da corporação. “Vamos entrar [nas manifestações] só se estiver à beira de uma guerra civil”, disse o tenente-coronel Carlos Celso Savioli, comandante do CP Choque.

 

“Eu quero que o Brasil perca a Copa”

copa

José Campos Lara, nascido há 55 anos no Estado de Minas Gerais e torcedor do Fluminense, aproveita um dos crônicos congestionamentos que retardam o cotidiano do Rio do Janeiro e saca do porta-luvas do seu táxi a carteirinha de médico do seu filho, nefropediatra.

“Eu quero que o Brasil perca a Copa…”, exclama. “Este país não investe em hospitais nem em educação, vocês precisavam ouvir as dificuldades que o meu filho encontra para poder fazer o seu trabalho. Sinto muito, mas espero que o Brasil seja eliminado na primeira fase, os políticos precisam de um castigo.”

Há quatro anos, semanas antes da Copa do Mundo da África do Sul, as ruas do Rio já estavam enfeitadas com bandeiras e cartazes de apoio à seleção canarinha. Hoje, os sinais visuais de entusiasmo brilham por sua escassez.

No mítico Maracanã, sede da final, a maior referência à Copa são alguns postes pintados de verde e amarelo. Nos bairros de Copacabana e Ipanema não se nota nada especial.

Na favela do Vidigal, as crianças brincam de correr com camisas de seus ídolos e de clubes de vários países, mas não se veem cartazes de apoio à seleção.

A tradição de decorar o país antes de uma Copa, que teve seu apogeu nas décadas de 1980 e 1990, parece estar murchando.

GREVE PM/PE: Exército assume policiamento ostensivo em Pernambuco

PM

Agentes da Força Nacional de Segurança Pública e militares do Exército Brasileiro assumiram, nesta quinta-feira (15), o policiamento ostensivo em Pernambuco. Tropas já começaram a patrulhar ruas do Centro e subúrbio do Recife e cidades da Região Metropolitana, como Olinda.

Os agentes se concentraram no início da tarde de hoje no Centro de Ensino Metropolitano II do Corpo de Bombeiros, em Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana, e de lá seguiram para o patrulhamento das ruas. Uma terceira tropa está prevista para chegar ao Recife no fim da tarde.

Por questões de segurança, o governo do estado informou que não divulgará o efetivo de agentes e militares envolvidos na operação.

Ainda segundo o Executivo Estadual, as tropas do Exército em Pernambuco ficarão sob o comando do general José Carlos De Nardi, chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas.

Projeto “Philarmonica pela Cidade” faz apresentação itinerante

PrintPETROLINA – No próximo dia 18 o bairro do Gercino Coelho receberá a O Projeto “Philarmonica pela Cidade”, na paróquia do bairro. Depois será a vez da população da Vila Eduardo, no próximo dia 25. O Philarmonica pela Cidade foi pensado para ir onde o público está, democratizando o acesso a música de concerto em todas as suas faces, fomentando a formação de plateia in loco.

Para estes encontros por Petrolina, um repertório eclético num verdadeiro passeio musical: do clássico a MPB, da música regional ao melhor de nossos compositores.

Os concertos sempre acontecem as 18 horas e toda a realização do evento tem o apoio da logística a partir das paróquias dos seus bairros. “Será uma honra receber você e sua família para nos prestigiar. Todos estão convidados a ouvir, relembrar e vivenciar este momento único de reencontro com nossa própria essência sonora a partir da sonoridade desta Centenária, amiga e sua Philarmonica 21 de Setembro”, reforça o convite o secretário executivo de Cultura, Ozenir Luciano.

ASCOM – PMP 

E APOIS! – ABOLIÇÃO DA ESCRAVATURA: Novas Favelas, Mesmas Senzalas.

IMG_20120803_223647OS “ELES” QUEREM NOS FAZER CRER que cento e vinte seis anos depois da Abolição da Escravatura não tenha havido tempo suficiente para reparar a maior das atrocidades humanas cometida contra nossos semelhantes. É o caso do Brasil, onde políticas seletivas pontuais, como cotas sociais ou raciais, impõem-se como se fossem medidas efetivas para compensar mais de três séculos de genocídio, pilhagem e barbárie que sustentou até agora a ganância de uma elite parasitária, perversa e depravada.

Diferentemente, porém, tem tentado fazer a Austrália, onde reconhecida a injustiça perpetrada contra os Aborígenes, levados por séculos de escravidão a quase completa dizimação, o governo aprovou leis antidiscriminativas com punições severas e facilidades e privilégios que, gradativamente, integra e aumenta a atuação dessa etnia na política, nas artes e nas áreas de trabalho. Ao passo que no Brasil, hipocritamente superada a questão étnica e racial, optou-se por nivelamento rasteiro em que brancos, índios e negros são cada vez mais “pretos de tão pobres e pobres de tão pretos”.

Diante disso, ouvir de uma pessoa leiga: “Se depois de séculos a abolição do escravismo não criou, ainda, as condições reais de equiparação e justiça social entre as etnias, então, hoje, assim como na entrada em vigor da Lei Áurea, o problema crucial não é de conceder a liberdade, pois esta não perdura sem condições efetivas, e, sim, uma política de redução de gastos para o patrão ou o governo”. Os Sociólogos e outras pessoas letradas a serviço dos “Eles” dirão que, devido à herança maldita dos portugueses, o Brasil, passados quinhentos anos, é, ainda, refém do assistencialismo e do clientelismo.

E quanto ao cidadão que diariamente é alvejado nos morros pela polícia, porque a política de segurança é sempre tratá-lo como suspeito, cujo ato de resistência imperdoável é a cor da pele e os sulcos escavados na face deformada pela miséria, entenderá, algum dia, que medidas reparadoras de verdade são somente aquelas capazes de proporcionar a emancipação do indivíduo ou de uma classe, pois, privilégios são distintos de prerrogativas? E que quando se diz que todos são iguais perante a lei, quer-se, todavia, ao mesmo tempo, afirmar que a Lei não é igual perante todos, porque alguns são mais iguais que os outros?

Por essas e outras, “Os Eles”, regalam-se na impunidade e dormem tranquilos. Pois, pelas frágeis políticas públicas de promoção e igualdade social, acreditam suprir as carências de uma sub-raça, formada de índios, negros e brancos sujos, já condenados pelo nascimento, e forjados pelo trabalho duro para o fracasso, por serem totalmente insignificantes perante o Estado, que sempre demonstrou, cabalmente, nutrir um profundo desprezo pelo povo.

Então, como dizia George Bernard Shaw: “A escravatura humana atingiu seu ponto culminante na nossa época sob a forma do trabalho livremente assalariado”. Por isso, ouçamos o que diz um bom samaritano: “onde há escravos, há açoite; onde há açoite, há ódio; onde há ódio, é fácil haver vingança e crimes”. E, como sabemos, hoje, “A favela é a nova senzala”.   EU É QUE NÃO ACREDITO MAIS NOS “ELES”! E VOCÊ?

Adão Lima de Souza

 

Portugal terá auxílio de Holanda, Estados Unidos, Reino Unido e Brasil para Investigar Felipão.

Felipão

Segundo a imprensa portuguesa, a Procuradoria-Geral da República (PGR) irá pedir assistência a outros países nas investigações que estão sendo feitas em relação ao técnico da seleção brasileira Luiz Felipe Scolari. O treinador teria sonegado 7 milhões de euros (cerca de R$ 21,2 milhões) no período em que treinou Portugal, entre 2003 e 2008.

O site “A Bola”, informou que a assistência judicial deve vir de Holanda, Reino Unido, Estados Unidos e Brasil, no âmbito fiscal do inquérito. Além disso, de acordo com o jornal holandês “Het Financieele Dagblad”, Felipão também estaria sendo investigado por lavagem de dinheiro, envolvendo empresas nas Bahamas, devido aos mecanismos para escapar do fisco.

O comandante do Brasil já afirmou em comunicado que é inocente e garantiu que sempre arcou com os seus impostos. “Eu fiz todas as minhas declarações de renda corretamente. Em todos os países que trabalhei sempre declarei os meus rendimentos. Tenho absoluta convicção da correção das minhas declarações. Se há algo errado, não é comigo. Que a Justiça apure todos os fatos”, disse Scolari.

Entretanto, é bom lembrar que afirmações como esta de Felipão tem muita força no Brasil, lá fora a coisa é diferente.

Papa Francisco diz que batizaria até marcianos

papa

Falando sobre a liberdade do Espírito Santo, o papa Francisco fez nesta segunda-feira (12) uma reflexão curiosa, durante a qual disse que daria os sacramentos católicos até a extraterrestres. “Se amanhã aparecesse uma expedição de marcianos, por exemplo, alguns viessem até nós – verdes, com aquele nariz longo e as orelhas grandes, como desenham as crianças – e um deles dissesse ‘Eu quero o batismo’, o que aconteceria?”, perguntou-se o Pontífice. Segundo Francisco, o Espírito Santo “sopra para onde quer”, e os fiéis, os padres e a Igreja não podem impor limites a ele. “Então quem sou eu para colocar impedimentos”, disse o Papa, já respondendo à sua questão. A declaração foi dada durante uma missa na residência de Santa Marta, no Vaticano.