Secretaria de Defesa: A maior calamidade de Petrolina.

PETROLINA – Os municípios brasileiros, bem assim o nosso, passam o ano inteiro vivendo sob o Estado de Emergência decretado, ora em virtude das secas, ora em decorrência das chuvas, pelos gestores municipais alegando situação de calamidade.
Está sob o decreto de Estado de Emergência significa dá ao prefeito o poder de comprar ou contratar serviços a título emergencial, ou seja, sem precisar fazer licitação e, ao mesmo tempo, credencia o município a postular ajuda financeira do Estado e da União.
Acontece que, apesar de demorar, esta ajuda financeira chega, pois há reserva destinada a isso, porém nunca se sabe a que se destina o dinheiro, porque os atingidos por essas calamidades continuam abandonados a própria sorte, sem ajuda de prefeitos, governadores ou presidente, amargando a cada ciclo de chuva ou de seca os velhos problemas de infraeestrtura, educação e saúde.
Diante disso, cabe-nos perguntar o que faz a Secretaria de Defesa com os recursos destinados a minimizar os transtornos causados pela forte estiagem ou pela precipitação inesperada das chuvas?
Outra coisa: a secretaria de Defesa de Petrolina alardeia aos quatros cantos que mantém por todo ano o monitoramento das áreas de crise, então, porque quando a tragédia anunciada se abate sobre nossa cidade o secretário se mostra surpreso?
Será que há mesmo monitoramento? Por que se houver a situação calamitosa dos bairros não decorre por culpa das chuvas e, sim, pela ação deliberada de pessoas à frente dessa secretaria em fazer o mal a nossa gente ao agir com negligência.
Daí, pela atuação ineficiente desta secretaria, protestos justos como o ocorrido no bairro dom Avelar deveriam se proliferar para, de forma pacífica, se exigir maior respeito à Cidadania.
Espero estar errado. Torço para que seja esta Secretaria de Defesa apenas incompetente e não criminosa.
Por: Adão Lima de Souza




São incompetentes e criminosos! E da pior raça que tem.