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PSB/REDE lança a chapa Campos-Marina para a presidência.
BRASÍLIA – Ao anunciar a pré-candidatura oficial de Eduardo Campos e Marina Silva para os cargos de presidente e vice-presidente da República, respectivamente, pelo PSB/REDE, o eleitor se pergunta: É possível unir dois políticos brasileiros com pensamentos aparentemente diferentes em torno de um projeto eleitoral em comum que se vende como uma nova via política?
Na tentativa de suceder Dilma Rousseff, a dupla do PSB/REDE se desentende em algumas disputas estaduais, como era esperado, já que Marina teve de se incorporar ao projeto do PSB devido a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de negar o registro de seu partido, a Rede Sustentabilidade, alegando que não foram obtidas as assinaturas necessárias para sua criação.
Atualmente, há ao menos quatro grandes entraves para o entendimento do PSB com a REDE na formação das chapas para o Executivo e para o Senado em Estados que juntos concentram 60,6 milhões de eleitores, ou 42,8% do eleitorado nacional.
Em Minas Gerais, que tem 10,6% do eleitorado, segundo o TSE, e no Rio Grande do Norte (1,6%), a tendência é que o PSB siga com o que foi tratado antes de Marina embarcar no partido. Ou seja, acordos firmados por Campos com antigas elites eleitorais locais.
Em Minas, o partido corre o risco de ficar sem palanque para sua dupla estrela. Lá, o PSB deve apoiar a candidatura de Pimenta da Veiga (PSDB), que foi indicado por Aécio Neves, adversário de Campos na corrida presidencial que governou o Estado mineiro por dois mandatos e hoje cumpre o mandato de senador.
No Rio Grande do Norte, a tendência é se unir a antigos representantes da elite política local: a ex-governadora Wilma de Faria, do PSB, com Henrique Eduardo Alves, do PMDB. Ela frequenta cargos políticos ligados ao Estado há quase trinta anos, enquanto ele está no Legislativo há 43.
Em São Paulo (22,2% dos eleitores) e no Rio (8,4%) a briga é pela candidatura própria. O grupo ligado a Marina Silva quer ter um nome próprio nos dois Estados como forma de reforçar o nome do partido. Em São Paulo, ela defende o nome de Walter Feldman, seu fiel escudeiro. Enquanto que a turma de Campos quer Márcio França para o Governo. O PSB defende, ainda, uma composição que pode lançar nomes de outros partidos aliados na esfera local, mas não na federal.
No Rio, os “marineiros” apoiam o nome de Alfredo Sirkis, enquanto que os seguidores de Campos querem Miro Teixeira, que é filiado ao PROS, um dos partidos da base aliada de Dilma.
E quanto ao eleitor, esse é só um voto?
Por: Adão Lima de Souza
Fiasco do Brasil vai muito além de obras da Copa, diz New York Times.
O Brasil corre para tentar estar pronto a tempo para receber a Copa do Mundo, no próximo mês de junho. Com todos os atrasos, mortes causadas em acidentes na construção de estádios e custos que extrapolam os valores previstos, o jornal The New York Times também destaca com pessimismo que as prometidas melhorias no transporte público só ficarão prontas bem depois que os jogos já tiverem terminado.
No entanto, a reportagem especial publicada no último sábado (12) pelo jornal americano vai além dos já tão conhecidos problemas da Copa do Mundo e aponta que as obras do evento estão longe de serem os únicos elefantes brancos que comprovam o “fiasco” brasileiro no gasto de dinheiro público em infraestrutura.
Fotos desoladoras de construções inacabadas por todo o país ilustram a matéria, que cita como exemplo projetos milionários desenhados pelo arquiteto Oscar Niemeyer que, depois de prontos, estão agora abandonados em cidades como Natal e Brasília.
Usinas de energia eólica e até mesmo um museu de ufologia, construído com verbas públicas na cidade mineira de Varginha, também aparecem como exemplo deste fenômeno peculiar, que faz emergir as ruínas antes mesmo que o momento áureo possa acontecer.
“Os projetos para a Copa do Mundo são apenas uma parte de um problema nacional bem maior, que está lançando uma cortina de fumaça nas grandes ambições do país: uma série de projetos luxuosos concebidos quando a economia estava em crescimento, encontram-se agora abandonados, estagnados ou descontroladamente acima do orçamento”, diz o jornal.
“Os empreendimentos pretendiam ajudar a impulsionar a ascensão aparentemente inexorável do Brasil. Mas agora que o país passa por uma ressaca pós-boom, eles estão expondo os líderes da nação à crítica fulminante, alimentando questionamentos sobre gastos desnecessários e incompetência, enquanto os serviços básicos para a população permanecem terríveis”, afirma outro trecho.
Transnordestina – O maior destaque da reportagem – retratado inclusive através de um vídeo complementar – é o faraônico projeto da Transnordestina, ferrovia que começou a ser criada em 2006 com o objetivo de escoar a produção de soja do interior nordestino para os portos do país.
O NYT aponta que o projeto, que inicialmente custaria US$ 1,8 bilhão e deveria ter sido entregue em 2010, tem agora orçamento estimado em pelo menos US$ 3,2 bilhões, sendo a maior parte do valor financiado por bancos públicos.
Ao visitar uma comunidade situada em Paulistana, no Piauí, a reportagem constata que as pontes inacabadas, ligadas por precárias estradas de terra, afetaram negativamente no modo de vida da população local. Famílias foram retiradas de suas casas, e estas demolidas, e o aterramento necessário para as obras iniciais deixou o solo seco, acabando com o antigo local fértil de onde os moradores retiravam alimentos.
A conclusão do jornal é que houve “baixa compensação, comparada com as perdas sofridas por essa comunidade, fruto de uma obra que não trouxe retornos”.
PM EM GREVE:Deus nos proteja!
Os policiais militares da Bahia decidiram, em assembleia-geral realizada nesta terça-feira (15), em Salvador, decretar greve por tempo indeterminado, com início imediato. Como já era sinalizado tanto pelos praças quanto pelos oficiais, a categoria não aceitou as propostas do governo do Estado, que apresentou a Lei de Modernização da PM na última quinta (10), a qual foi considerada um “retrocesso” pela classe.
Apesar da reunião entre representantes da categoria e do Palácio de Ondina e apresentação de “avanços”em itens do Código de Ética da PM e da progressão salarial, não houve acordo em relação às reivindicações dos policiais, a exemplo do pagamento da Unidade Real de Valor Monetário (URV).
Segundo o comandante-geral da PM, coronel Alfredo Castro, em entrevista ao Bahia Notícias, o governo se comprometeu a rever as gratificações das Condições Especiais de Trabalho (CET): a dos praças passaria de 17% para 45%; do motorista-praça, de 32% para 60%, com o mesmo porcentual estendido aos policiais administrativos. Já os funcionários do Colégio da PM e outros membros da corporação receberiam 25%.
Conforme a proposta, haveria discussão do Código de Ética, rediscussão do plano de carreira e revisão processos administrativos disciplinares oriundos da greve de 2012. Também seria regulamentado o artigo 92 do Estatuto da Polícia, que versa sobre os auxílios moradia, funeral, alimentação e outros ganhos da agremiação.
Os tópicos foram apresentados ponto a ponto pelo vereador Marco Prisco (PSDB) e, apesar dos aplausos a cada anúncio, rejeitados pela maioria dos mais de 2 mil policiais presentes, aos gritos de “ô, a PM parou”.
Marco Prisco clamou à tropa não deixar o local e convocou outros PMs, que pegariam plantão às 19h, a se unir ao grupo. Aos servidores do interior, ele recomendou a ocupação de outros espaços “privados e autorizados”, a fim de evitar o repúdio da sociedade à ocupação da Assembleia Legislativa da Bahia, como em 2012.
Embora defenda uma mobilização “pacífica”, Prisco recomendou à população ter “cautela”, “evitar sair de casa” e “trabalhar”. “O nosso movimento vai ser pacífico e ordeiro. Jogaram muitas coisas nas nossas costas em 2012. Não vai ter nada de tomar viatura, ocupação de quartel e nada nas ruas. Nenhum ato de indisciplina que possa prejudicar o nosso movimento”, assegurou.
Por: Adão Lima de Souza
Dom Avelar faz parte da Nova Petrolina de Júlio?
Morador do bairro Dom Avelar cobra da prefeitura providências urgentes e efetivas para os problemas enfrentados há 30 anos.
Leia o que ele escreveu:
Josemario de Souza Nunes
Após as recentes manifestações dos moradores do bairro Dom Avelar, as autoridade do poder executivo saíram da inércia e decidiram tomar alguma providência no tocante às enchentes que assolaram o bairro. No primeiro dia de atividade (sábado, 12/04) havia máquinas e uma quantidade considerável de homens trabalhando. Entretanto não é o que se vê mais.
Nota-se que há um grande trabalho a ser feito, principalmente no que diz respeito à limpeza dos “canais” (se é assim que se pode chamar esses tipos de buracos) e na colocação de canos para o escoamento. Segunda e terça-feira (dias 14 e 15/04) o ritmo desacelerou de forma brusca, há uma quantidade reduzida de homens que estão, a passo de tartaruga, executando o trabalho, e para piorar a situação:
HÁ MAIS DE 45 DIAS SEM RECEBER SALÁRIO.
Se por um lado a população sofre com a omissão do estado, sendo necessária uma intervenção daquela de uma forma mais efetiva para se ter resposta deste. Por outro lado, os trabalhadores, que são poucos para o vulto da obra, ainda sofrem silenciosamente com a falta das suas verbas alimentares. Enquanto tirei as fotos da situação em que se encontravam os “canais”, um deles me disse: “por favor, não fale no meu nome pois eles podem me colocar para fora. Estamos a mais de 45 dias sem receber, não falta vontade de trabalhar, mas assim fica difícil fazer um bom trabalho, e tem muita coisa para fazer”.
Além disso, nota-se que deveria, principalmente por parte do nosso prefeito Júlio, haver um empenho maior para a perfeita e rápida conclusão da obra, pois tal “canal” passa bem enfrente a uma creche “Nova Semente”, o que gera transtornos tanto para quem ali trabalha – e ganha pouco – como para as crianças, obrigadas a passarem ao lado daquele “pântano”.
Desejamos que haja uma efetiva e célere ação na região e não apenas colocar alguns pobres trabalhadores que estão com os salários atrasados para sinalizar que está sendo executado algo.
Então, já que as medalhas já foram distribuídas, que tal voltarmos (ou iniciarmos) o trabalho?
Pela primeira vez, em praticamente 30 anos, a população dessa região vê a possibilidade de se ter um bairro melhor.
Nem homem, nem mulher… Muxe.
As relações entre pessoas do mesmo sexo podem ser um tabu no México, assim como no Brasil, mas pelo menos os mexicanos estão acostumados a conviver com pessoas que não se declaram nem homem nem mulher, e sim pertencentes a um terceiro gênero. São as “muxes”.
Ser muxe não é ser mulher, apesar das duas palavras compartilharem a mesma origem semântica, e tampouco é ser simplesmente homem e gay.
Considera-se um terceiro caminho, porque mais do que uma opção, é uma questão de natureza: para a cultura ancestral dos astecas, algumas almas – os chamados índios “dois-espíritos” ou “duas-mentes” – não são nem masculinas, nem femininas, e mesmo assim, com características combinadas, encontram lugar neste mundo.
Análise do Instituto Teotônio Vilela (ITV): Os verdadeiros cupins da Petrobras
Depois de semanas de silêncio, Dilma Rousseff resolveu ontem falar sobre a Petrobras. Sob a orientação de seu tutor, apontou seu dedo acusatório para a direção errada: os culpados pelo desmonte da empresa estão lá dentro, instalados pelo Partido dos Trabalhadores.
A presidente falseou informações e, seguindo uma tônica da gestão petista, torturou números. Esta cantilena não cola mais.
Dilma seguiu as ordens do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que se recusa a desencarnar do cargo que ocupou por oito anos. Instruída pelo marketing, a petista ressuscitou velhos estratagemas do seu partido, como a divisão da sociedade entre “nós”, os bonzinhos, e “eles”, os malvadões. Esta história já deu.
Em Pernambuco, Dilma fez as mesmas acusações levianas de sempre, dizendo que aos críticos da Petrobras interessa ver a empresa privatizada, embora seu governo tenha tido que socorrer-se de idênticas soluções em diversas áreas da infraestrutura para evitar naufragar de vez – e a oposição jamais tenha cogitado vender qualquer naco da petrolífera. Este papo já cansou.
Os dados da realidade são sempre contrários ao que afirmam os petistas: Paulo Roberto Costa preso, na primeira vez na história em que um ex-diretor da Petrobras vai para a cadeia; Nestor Cerveró demitido por um erro que cometeu oito anos atrás, também quando ocupava uma diretoria na empresa; André Vargas fora da Câmara dos Deputados por envolvimento com o mesmo doleiro que está no vértice da roubalheira na estatal…
São fatos.
Serão estes a quem Dilma acusa de “ferir a imagem da empresa”?
Batidas policiais na sede da Petrobras, documentos e mais documentos apreendidos comprovando que a estatal foi usada para desviar dinheiro público, 28 pessoas indiciadas pela Polícia Federal sob suspeita de participar de crimes como evasão de divisas, desvio de recursos públicos, fraude em licitações, corrupção ativa e passiva, formação de quadrilha e financiamento ao tráfico de drogas, num esquema que pode ter surrupiado R$ 10 bilhões da Petrobras.
São fatos.
Será isso o que Dilma chama de “todo tipo de malfeito, ação criminosa, tráfico de influência, corrupção ou ilícito”?
Foram todos cometidos por gente que o PT botou dentro da Petrobras. Boa parte deles foram perpetrados durante o período em que a hoje presidente da República comandava o conselho de administração da estatal.
Será que é a ela própria que Dilma acusa?
O que dizer dos pareceres falhos e incompletos que embasaram negócios bilionários e equivocados da Petrobras, conforme a própria Dilma admitiu no mês passado? Das transações descabidas que levaram a companhia a desembolsar quase 30 vezes mais por ativos obsoletos?
Foram fabricados pela linha de produção da oposição ou são da lavra própria dos cupins que o PT instalou dentro da estatal?
Melhor seria reconhecer que foram iniciativas promovidas pela própria diretoria da Petrobras durante a gestão petista e que a representação do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União classificou como “danos aos cofres públicos, ato antieconômico e gestão temerária” e, portanto, passíveis de punições que podem alcançar até mesmo Dilma.
Seguindo sua prática de torturar os números até que eles confessem, a presidente disse em cima do palanque que hoje a Petrobras vale muito mais do que valia quando o PT chegou ao governo. Mas omitiu que a estatal chegou a valer mais que o dobro do que vale agora e que, da décima maior empresa do mundo, tornou-se atualmente a 121ª.
Se isso não for uma debacle, o que mais é?
Dilma também não mencionou que a dívida da empresa multiplicou-se por quase quatro vezes durante sua gestão, ou seja, em apenas três anos, transformando a nossa Petrobras na companhia não financeira mais endividada em todo o mundo.
No discurso, Dilma louvou os altos investimentos da Petrobras nos últimos anos, mas não contou para a distinta plateia que eles não têm se revertido em mais produção. Nos últimos dois anos, a empresa extraiu menos petróleo que nos anteriores – queda consecutiva inédita nos seus 60 anos de história.
Se tivesse cumprido suas metas, o nível atual de produção deveria ter sido atingido em 2006, oito anos atrás – aliás, desde 2003 elas não são atingidas.
Não há, como afirmou ontem a presidente da República, “ações individuais e pontuais” destruindo a Petrobras. Há, isto sim, uma estratégia equivocada, definida a partir do Palácio do Planalto desde a época de Lula que está conduzindo os negócios da maior estatal brasileira para o buraco.
Governo do Rio cobrará da Oi os gastos com a desocupação de prédio.
RIO DE JANEIRO – O governo do Rio pretende cobrar da Oi o valor gasto com a desocupação, pela Polícia Militar, do prédio da telefônica no Engenho Novo, zona norte do Rio, na sexta-feira, 11/04.
O imóvel estava tomado por cerca de três mil pessoas. “Já estamos levantando o gasto com os homens empenhados na operação e tudo o que o Estado usou de ônibus, equipamentos. Vamos apresentar a conta à Oi”, afirmou o governador Luiz Fernando Pezão. O prefeito Eduardo Paes disse que também vai pedir ressarcimento à Oi pelos prejuízos públicos com a confusão que se seguiu à retirada dos invasores.
O grupo que ocupava o imóvel continua acampado em frente à Prefeitura, no centro, à espera de uma promessa de moradia. Três secretários municipais receberam uma comissão ontem e ofereceram cadastro das famílias sem-teto em outro local, no bairro de São Cristóvão, na zona norte, de modo que a frente do prédio fosse desocupada. Mas a proposta não foi aceita – elas acreditam que se deixarem a Prefeitura não terão uma solução rápida.
O acampamento começou na sexta-feira à tarde, horas depois da tomada do prédio da Oi pela PM, em cumprimento à ordem judicial. O número era de 150 pessoas no sábado (boa parte dormiu lá mais uma noite, abrigada na passarela da Cidade Nova, inclusive com crianças). Neste domingo, 13, quintuplicou.
“Quanto mais gente, maior a pressão. Não vamos sair daqui. Queremos uma proposta concreta e cadastro com nome de todo mundo. Só pedimos para quem já recebe aluguel social ou já tem inscrição no Minha Casa, Minha Vida dê a vez, para não atrapalhar os outros”, disse uma das lideranças, Ed dos Santos, de 26 anos, ele próprio já é afirmou também que os mais necessitados serão atendidos pelos programas habitacionais disponíveis, “mas não na pressão”. Na ocupação, foram identificadas 177 famílias. Agora, o cadastro será cruzado com o feito pela Prefeitura. As famílias querem não só um lugar para morar, mas também ressarcimento pelos eletrodomésticos e móveis que ficaram no prédio.
Homens armados invadem casa de Heloísa Helena.
MACEIÓ – A casa da vereadora Heloísa Helena (PSOL) foi invadida neste domingo, 13/04, por quatro homens, dois deles armados, segundo informações divulgadas por ela em seu perfil no Twitter. O filho da vereadora foi ferido com arma branca e levou uma coronhada, mas se encontra “fisicamente bem”, informou a vereadora.
A polícia militar e a polícia civil estiveram na casa de Heloísa Helena após o ocorrido. “Como não temos arma em casa, nem jamais defenderemos justiça com as próprias mãos, esperamos que as providências para o total esclarecimento do maldito episódio (e dos muitos outros mais que acontecem com muitas outras pessoas) sejam devidamente tomadas”, desabafou a vereadora na rede social.
“Estamos razoavelmente bem fisicamente, profundamente indignados e tristes (como sempre estivemos quando acontece com muitas outras pessoas), mas agradecidos por Deus e nossas vidas”, acrescentou.
Por: Adão Lima de Souza










