Em discurso para empresários, a presidente Dilma Rousseff promete desburocratizar o processo de abertura de empresas.

20140403122130_cv_dilma_gdeDepois do Comitê de Política Monetária (Copom) elevar a taxa básica de juros, Selic,  para 11% ao ano, como medida de contenção do avanço inflacionário, nesta quarta-feira,  02/03, a presidente Dilma Rousseff (PT), garantiu que o governo tem conseguido manter a inflação dentro da meta nos últimos 12 anos.

Segundo a presidente, durante 1º Fórum Nacional das Confederações das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (Cacb), que a inflação vem sendo controlada para permanecer dentro dos limites fixados pelo Conselho Monetário Nacional e assim continuará também em 2014. E que a política fiscal tem como foco a tendência de queda da dívida do setor público em relação com o PIB (Produto interno Bruto), que pelas fontes oficiais vem decrescendo anualmente desde 2002 quando era chegava a 62%, estando hoje no patamar de 33,7%.

Esta relação entre a dívida do setor público e o PIB é o instrumento que mede a capacidade do país de pagar suas dividas internas e de atrair investimentos externos.

Dilma afirmou também que o Brasil, apesar das inconstâncias do mercado financeiro internacional, conseguiu acumular reservas nos últimos anos.“Temos um conjunto de reservas que nos preserva em relação à extrema volatilidade. Somos um dos países em desenvolvimento que tem maior número de reservas, chegamos a US$ 377 bilhões”.

Em seu discurso, sobre os micros e pequenos empresários, a presidente defendeu enfaticamente a desburocratização e a simplificação de processos para investimentos em pequenos negócios. E disse que o governo trabalha para diminuir para cinco dias o tempo para a abertura ou o fechamento de uma empresa.

Por fim, a presidente prometeu a universalização do Simples Nacional, a ampliação das linhas de crédito para micro e pequenos empresários e a criação de um programa de capacitação nos moldes do Pronatec como metas do governo para beneficiar o setor. “É um setor que cresce contra tudo e contra todos. Tem que ser privilegiado porque é uma verdadeira estratégia de desenvolvimento produtivo do nosso país”

Por: Adão Lima de Souza

 

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