Pelé não se assusta com morte no Itaquerão e “revelou que sua maior preocupação é quanto à estrutura da Copa”
Conhecido por dar declarações controversas, o ex-jogador Pelé voltou a falar sobre a organização da Copa do Mundo de 2014 e polemizou sobre a morte do operário Fabio Hamilton Cruz, que caiu de uma altura de 15 metros na obra da Itaquerão, em São Paulo.
Sobre o tema, o Rei do Futebol acabou dando uma infeliz declaração sobre a morte de Fabio e revelou qual é a sua maior preocupação quanto aos atrasos das obras.
“Isso é normal, pode acontecer, mas a minha maior preocupação é quanto à estrutura, os aeroportos, porque no Brasil sempre dá-se um jeitinho. Voltei recentemente para o Brasil e o aeroporto está um caos. Essa é minha preocupação”, afirmou o ex-atacante.
Ainda criticando os responsáveis pela falta de organização, Pelé explicou que período para que tudo fosse concluído não era tão curto e que tudo deveria estar pronto dentro do prazo.
“Infelizmente não foi feita uma boa organização. Eu participei de eventos quatro anos atrás, então dava tempo para arrumar, então não era para estar com essa preocupação”, finalizou o Rei.
Ele que já havia dado declarações anteriores não tão humanas e sensatas com a realidade da população brasileira, antes da copa das confederações, por causa, das manifestações que estavam ocorrendo em todo país, como podemos ver na entrevista concedida a TV tribuna:
“Vamos esquecer toda essa confusão que está acontecendo no Brasil, todas essas manifestações, e vamos pensar que a seleção brasileira é o nosso país, é o nosso sangue. Não vamos vaiar a seleção. Vamos apoiar até o final”, falou Pelé.
Mas, não é de agora, esses tipos de declarações, em 1972, em entrevista ao jornal uruguaio La Opinión, Pelé disse: “Não há ditadura no Brasil. O Brasil é um país liberal, uma terra de felicidade. Somos um povo livre. Nossos dirigentes sabem o que é melhor para nós e nos governam com tolerância e patriotismo”, ou seja, afirmou, que na havia ditadura, nem problemas sociais graves.
Como diz “ALGUNS” cidadão: “Pelé merece respeito, talvez, como ex-jogador de futebol, e só como ex-jogador, pois não como ser humano (indecente que sempre foi com a própria família), nem como ídolo de coisa nenhuma. Não é um brasileiro qualificado para falar a respeito de absolutamente nada. Deveria, sim, usar um ‘besteirômetro’ que o impedisse de abrir a boca”.





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